Lula prepara indicação de Rodrigo Pacheco ao STF antes da nova legislatura
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Fortalecido pela vitória nas urnas, o governo Lula organiza a agenda do Congresso para garantir a aprovação de medidas econômicas e sociais antes do novo mandato. A pauta reúne a PEC da Segurança Pública, que amplia o papel da União na coordenação das polícias, a nova fase do Desenrola para renegociar dívidas de pessoas físicas, a proibição das bets e a promessa de transporte público gratuito nos fins de semana. A indicação de Rodrigo Pacheco ao Supremo Tribunal Federal aparece como parte dessa articulação com o Senado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato, deve indicar o ministro do Tribunal de Contas da União Rodrigo Pacheco para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. A mensagem deve chegar ao Senado nos próximos dias, para que a votação ocorra até o fim de novembro, antes da posse de uma legislatura com maioria de direita.
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As duas coberturas registram que Lula deve indicar Rodrigo Pacheco ao Supremo Tribunal Federal e que o tema foi tratado na reunião de 26 de outubro com Davi Alcolumbre e Hugo Motta, dentro de uma negociação mais ampla com o Congresso.
O presidente Lula deve indicar o ministro do Tribunal de Contas da União Rodrigo Pacheco para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, com votação no Senado prevista até o fim de novembro. A indicação integra uma agenda com o Congresso que inclui a PEC da Segurança Pública e um possível pacote fiscal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato, deve indicar o ministro do Tribunal de Contas da União, Rodrigo Pacheco, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. A mensagem presidencial deve ser enviada ao Senado nos próximos dias. O objetivo é que a análise e a votação do nome ocorram até o fim de novembro, ainda na atual legislatura.
A vaga está aberta desde abril, quando o Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias. A indicação de Pacheco foi um dos temas do encontro de Lula com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, no Palácio da Alvorada, na segunda-feira, 26 de outubro. Alcolumbre é apontado como principal padrinho de Pacheco, que presidiu o Senado e tomou posse no tribunal de contas em outubro.
A reunião também tratou da agenda do governo no Congresso. Estão na lista a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública, já aprovada pela Câmara e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, as medidas provisórias que proíbem as apostas de quota fixa e criam uma nova modalidade do programa Desenrola, e o Orçamento de 2027. O governo sinalizou ainda a intenção de enviar um pacote de medidas fiscais, sem conteúdo nem formato definidos.
A cobertura de centro concentrou-se no cálculo político da indicação. Relatou que a pressa se explica pela composição do próximo Senado, que toma posse em fevereiro com maioria de senadores de direita, e que só o Partido Liberal terá 28 das 81 cadeiras. Esses senadores criticaram Pacheco por não dar andamento, quando presidia a Casa, a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. A mesma cobertura registrou que a escolha abre a vaga de Pacheco no tribunal de contas para o Senado, com o senador Renan Calheiros citado como possibilidade, e que Lula poderá indicar ao menos mais três ministros até 2030.
Veículos de esquerda destacaram a agenda legislativa como um todo, apresentando-a como a construção de uma base parlamentar para aprovar medidas econômicas e sociais no novo mandato. Ressaltaram a renegociação de dívidas de pessoas físicas, a criação de um ministério da Segurança Pública e a promessa de transporte público gratuito nos fins de semana, que ainda depende de fonte de financiamento. Também registraram que o ajuste fiscal não é consenso: o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o tema não está entre as prioridades do Executivo até o fim do ano.
Até o momento, veículos de direita não publicaram cobertura sobre o assunto reunida nesta história.
Ainda não se sabe quando a mensagem com o nome de Pacheco chegará ao Senado, nem o que conterá o pacote fiscal. Também segue em aberto quem ocupará a vaga dele no tribunal de contas e se a gratuidade do transporte terá acordo no Congresso.
Seis meses após a derrota histórica no Senado, que rejeitou sua indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve indicar o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Rodrigo Pacheco, para a vaga que se mantém aberta na Corte Constitucional. A mensagem presidencial deve ser enviada ao Senado nos próximos dias, a fim de que a análise e votação do nome de Pacheco, que é ex-presidente da Casa, ocorra até o fim de novembro. Matéria exclusi

Propostas em elaboração integram agenda de negociações com Câmara e Senado, que também inclui a PEC da segurança pública

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