
AtlasIntel: vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro cai a 4,5 pontos
2 veículos de esquerda · 12 veículos de centro · 2 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

2 veículos de esquerda · 12 veículos de centro · 2 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
Pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 31 de agosto de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43,4% das intenções de voto no primeiro turno, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 33,7%. No segundo turno entre os dois, o placar é de 47,1% a 42,6%, diferença de 4,5 pontos percentuais, ante 6,3 pontos no levantamento do fim de julho. O escritor Augusto Cury (Avante) saltou de 1,6% para 7,8% e assumiu a terceira posição, tecnicamente empatado com Renan Santos (Missão), que tem 7,6%. Flávio Bolsonaro lidera a rejeição, com 52,7%, seguido por Lula, com 52%. A desaprovação do governo federal chegou a 52,9%, contra 45,4% de aprovação. Foram 5.014 entrevistados entre 25 e 30 de agosto, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, sob registro BR-07972/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
Esquerda
A leitura de esquerda destaca que Luiz Inácio Lula da Silva mantém a dianteira em todos os cenários testados pelo instituto AtlasIntel: vence Flávio Bolsonaro por 47,1% a 42,6%, Ronaldo Caiado por 46,6% a 41%, Romeu Zema por 47% a 40,7% e Renan Santos por 47,5% a 26%, além de superar Jair Bolsonaro por 46,8% a 44,1%.
Centro
Pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 31 de agosto de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43,4% das intenções de voto no primeiro turno, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 33,7%.
Direita
A leitura de direita concentra-se no desgaste do Palácio do Planalto. A desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 52,9%, alta de 1,9 ponto em um mês, e a aprovação caiu para 45,4%; 51,1% classificam a gestão como ruim ou péssima, patamar próximo do pior da série histórica do instituto AtlasIntel.
16 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
A estrutura abre pela liderança do presidente em todos os cenários e reserva um intertítulo específico para a maior rejeição do adversário, ordem que favorece o campo governista. Os números são reproduzidos com fidelidade, mas a avaliação negativa do governo, presente na mesma pesquisa, fica de fora.
Perspectivas omitidas
Reproduz os números com precisão, inclusive os desfavoráveis ao governo no recorte das investigações, mas dedica cinco parágrafos finais à defesa do presidente, com citações extensas e comparação com anulação de condenações anteriores, enquadramento que reforça a presunção de inocência do lado governista.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
O texto apresenta os percentuais na ordem em que a pesquisa foi divulgada e registra tanto o dado desfavorável (55,1% veem impacto no governo) quanto o contraponto (37,9% consideram problema pessoal). Cita a negativa da defesa. A carga vem da seleção do recorte, não do vocabulário.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O intertítulo Pior para Lula e a afirmação de que o presidente corre risco de derrota contra Caiado e Zema contrariam os cenários da mesma pesquisa, que mostram o petista à frente nos dois casos. O texto trabalha com antipetismo e alta rejeição ao governo como chave interpretativa, marca de enquadramento à direita.
Perspectivas omitidas
A rodada de agosto da pesquisa do instituto AtlasIntel mede intenção de voto, rejeição e avaliação do governo a pouco mais de um mês do primeiro turno. Lula lidera com 43,4%, Flávio Bolsonaro tem 33,7% e Augusto Cury saltou para 7,8%. A vantagem do presidente no confronto direto de segundo turno caiu de 6,3 para 4,5 pontos, e a desaprovação do governo chegou a 52,9%.
O instituto AtlasIntel divulgou em 31 de agosto de 2026 a rodada de agosto de sua pesquisa nacional de intenção de voto, e o levantamento entrou no debate público em três frentes simultâneas: a disputa presidencial, a avaliação do governo federal e o efeito eleitoral das investigações que atingem o filho mais velho do presidente. O trabalho ouviu 5.014 pessoas entre os dias 25 e 30 de agosto, por recrutamento digital aleatório, tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07972/2026.
No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 43,4% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 33,7%. Em terceiro está o escritor Augusto Cury (Avante), com 7,8%, praticamente empatado com Renan Santos (Missão), que tem 7,6%. Depois vêm Ronaldo Caiado (PSD), com 3,3%, Pablo Marçal (PRTB), com 1,9%, Romeu Zema (Novo), com 1%, e Samara Martins (UP), com 0,9%. No cenário de segundo turno entre os dois primeiros, Lula registra 47,1% e Flávio Bolsonaro, 42,6%, diferença de 4,5 pontos percentuais. Ao fim de julho, essa distância era de 6,3 pontos, o que caracteriza variação acima da margem de erro. O presidente aparece à frente também de Ronaldo Caiado, por 46,6% a 41%, de Romeu Zema, por 47% a 40,7%, de Renan Santos, por 47,5% a 26%, e do ex-presidente Jair Bolsonaro, por 46,8% a 44,1%.
Há convergência entre todos os lados da cobertura sobre um núcleo de fatos. Os dois primeiros colocados perderam intenções de voto em relação a julho, o crescimento de Augusto Cury foi o movimento mais expressivo da rodada, e os dois principais nomes lideram simultaneamente a rejeição: 52,7% dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum e 52% afirmam o mesmo sobre Lula, diferença menor do que a margem de erro. A avaliação do governo também é dado incontroverso: 52,9% desaprovam o desempenho do presidente, 45,4% aprovam e 51,1% classificam a gestão como ruim ou péssima. Outro levantamento divulgado no mesmo dia, do instituto Nexus, encomendado por um banco privado, mediu 11% para Cury e empate técnico no segundo turno, reforçando a leitura de que a terceira via cresceu.
A divergência começa na escolha do que colocar em primeiro plano. Veículos de esquerda abriram pela liderança do presidente em todos os cenários simulados e pelo fato de o principal adversário carregar a maior rejeição do país, tratando o recorte sobre as investigações como pressão política ainda sem acusação formal; nessa cobertura ganharam espaço as declarações do presidente em sabatina televisiva, quando afirmou que não moverá um milímetro para proteger o filho e que as suspeitas seriam ilações extraídas de telefonemas. Veículos de direita destacaram o desgaste do Executivo, com a desaprovação em alta pelo segundo mês, a avaliação negativa perto do pior ponto da série histórica e o encolhimento da vantagem no segundo turno; nessa leitura, o avanço de um nome de fora da polarização praticamente elimina a hipótese de decisão em primeiro turno e abre risco para a reeleição. A cobertura de centro relatou os números por blocos, com metodologia, série histórica e todos os candidatos testados, incluindo os de pontuação residual, e registrou que a diferença de rejeição entre os dois primeiros está dentro da margem de erro.
O recorte sobre as investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva concentra os percentuais mais sensíveis. Para 55,1% dos entrevistados, as apurações afetam diretamente o governo, enquanto 37,9% as consideram problema exclusivamente pessoal do filho do presidente. Para 52,6%, ele teria poder de influenciar decisões em favor de empresários. Somados, 59,4% acreditam que o caso prejudica muito ou um pouco a candidatura à reeleição, contra 36% que não veem prejuízo. A defesa nega irregularidades, e as apurações seguem em três inquéritos.
O que ainda não se sabe é como esses números se comportam quando a terceira via for testada de fato: nenhum dos institutos simulou segundo turno entre o presidente e o terceiro colocado, e não há explicação pública para a distância entre os 7,8% de um levantamento e os 11% do outro. Também não foi verificada a suspeita, levantada em parte da cobertura, de que o crescimento nas redes sociais do candidato que mais subiu seja movimentação inorgânica.
Todos os lados reproduzem o mesmo conjunto de números: Lula lidera o primeiro turno com 43,4% e vence os cinco cenários de segundo turno testados; Flávio Bolsonaro tem 33,7%; Augusto Cury saltou de 1,6% para 7,8%; e os dois primeiros colocados lideram a rejeição em empate técnico, com 52,7% e 52%. Há convergência também em que a vantagem no segundo turno caiu de 6,3 para 4,5 pontos, oscilação acima da margem de erro.

Para 37,9%, as investigações são um problema exclusivamente pessoal do filho do presidente; pesquisa ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto, com margem de erro de 1 ponto percentual

Foram ouvidas 5.014 pessoas, entre os dias 25 e 30 de agosto; margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos

Foram ouvidas 5.014 pessoas em todo o país; margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos

Presidente lidera com 43,4% contra 33,7% de Flávio; Augusto Cury cresce 6,2 pontos em um mês e empata tecnicamente com Renan Santos na terceira posição.

Presidente aparece à frente de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos; confira os números

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de segundo turno testados pela pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira


Escritor e psiquiatra marca 11 pontos percentuais na pesquisa Nexus/BTG e 7,8 no levantamento AtlasIntel e aparece em terceiro na corrida ao Planalto

Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular

Na simulação de primeiro turno, o candidato do Avante chega ao terceiro lugar, de acordo com a pesquisa eleitoral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República, segundo pesquisa Atlas/

Na disputa pelo primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, o presidente Luiz InácioLula da Silva (PT) aparece na liderança com 43,4% das intenções de

Pesquisa ouviu 5.014 pessoas em todo o território nacional, entre os dias 25 e 30 de agosto, por meio de recrutamento digital aleatório

Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 50% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro

Levantamento mostra queda na vantagem de Lula para 4,5 pontos no 2º turno; Augusto Cury cresce e alcança terceira posição no primeiro turno

Aprovação do petista volta a cair a pouco menos de dois meses de os eleitores comparecerem às urnas
Texto puramente descritivo, sem adjetivação. Lista todos os candidatos, inclusive os de pontuação residual, e fecha com bloco de metodologia. Nenhum enquadramento ideológico identificável.
Perspectivas omitidas
Enumera os cinco cenários testados sem hierarquizar por conveniência política e mantém o mesmo tratamento para todos os adversários. Ausência de série histórica é lacuna informativa, não viés.
Perspectivas omitidas
Texto analítico que trata empate técnico com rigor, explicitando que a diferença entre o terceiro e o quarto colocado está dentro da margem de erro. Compara com a rodada de julho para os dois principais nomes, sem escolher lado.
Perspectivas omitidas
O recorte escolhido enfatiza apenas a dianteira do presidente em todos os cenários, deixando de fora o dado de rejeição e a redução da diferença. O corpo sustenta o título, mas o conjunto favorece uma leitura otimista para o governo.
Perspectivas omitidas
Padrão de agência: abre pela variação acima da margem de erro, apresenta todos os cenários em listas e contextualiza o período de coleta com os eventos de campanha. Sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Apresenta aprovação e desaprovação lado a lado, com variação mensal e recortes por idade, religião e região, incluindo os grupos que mais aprovam. O enunciado literal das perguntas reduz o espaço para enquadramento.
Perspectivas omitidas
Distribui espaço equivalente entre liderança e rejeição, tratando o empate técnico entre os dois primeiros no índice de antipatia com correção. Um dos percentuais do cenário contra Renan Santos aparece trocado, erro pontual sem direção ideológica.
Perspectivas omitidas
Registra a variação mensal para os dois principais nomes e lista tanto os mais quanto os menos rejeitados, sem adjetivação. A ausência da observação sobre empate técnico é lacuna analítica, não enquadramento.
Perspectivas omitidas
Trata empate técnico com rigor, distribui recortes demográficos desfavoráveis a ambos os principais nomes e registra a lacuna do próprio levantamento. Metodologia de telefone, amostra e margem de erro declaradas.
Perspectivas omitidas
Abre pela redução da vantagem, dado desfavorável ao governo, e em seguida detalha a liderança, mantendo equilíbrio. Informa uso de ferramenta de inteligência artificial na produção sob supervisão humana, o que aumenta a transparência.
Perspectivas omitidas
Apresenta desaprovação e aprovação com as respectivas variações mensais e reproduz os três graus de avaliação do governo. A menção à proximidade das urnas dá contexto sem carregar juízo.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
A reportagem dedica trecho longo a comparar a avaliação do governo com o pior momento da série histórica, marcado pelo escândalo de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, ênfase que privilegia a leitura de desgaste do Executivo. Há ainda inconsistência numérica no parágrafo sobre aprovação, que enfraquece o rigor.
Perspectivas omitidas
Leia em seguida


