
Lula tem 50% das intenções de voto entre mulheres e Flávio, 40%, no 2º turno, aponta Datafolha
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Uma série de pesquisas divulgadas no fim de julho de 2026 mostra o presidente Lula (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, em um cenário de estabilidade desde maio. No plano nacional, Lula aparece com 40% a 41% no primeiro turno e entre 46% e 48% em eventual segundo turno, contra 35% a 43% de Flávio. As pesquisas estaduais Quaest revelam um mapa dividido: Flávio lidera no Sul e em São Paulo, enquanto Lula domina o Nordeste.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Uma série de pesquisas divulgadas no fim de julho de 2026 mostra o presidente Lula (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, em um cenário de estabilidade desde maio. No plano nacional, Lula aparece com 40% a 41% no primeiro turno e entre 46% e 48% em eventual segundo turno, contra 35% a 43% de Flávio.
Direita
Apesar da liderança de Lula, as pesquisas mostram uma disputa aberta e competitiva para Flávio Bolsonaro, que consolidou a posição de principal rival do presidente. No segundo turno, os dois aparecem tecnicamente empatados em vários levantamentos, e Flávio lidera entre os homens e em estados-chave do Sul e do Sudeste.
18 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Reporta o PoderData/Aya (Lula 41% x Flávio 35% no 1º turno; 46% x 43% no 2º) com comparação à rodada anterior e potencial de voto; enquadramento factual e neutro.
Divulgação factual da Quaest no Ceará (Lula 55% x Flávio 22%), com cenários de 2º turno, rejeição e série de aprovação; dados neutros sem enquadramento.
Registro factual do PoderData/Aya (Lula 41% x Flávio 35%) com destaques demográficos por região, gênero e renda; enquadramento neutro, com blocos de divulgação comercial do contratante como ruído.
Reporta o PoderData/Aya no 2º turno (Lula 46% x Flávio 43%) e traz bloco de análise sobre estabilidade da corrida, caso Banco Master, tarifaço e convenção do PL com presença de Milei; a análise é interpretativa, mas equilibrada e atribuída, sem tomar lado.
Divulgação factual da Quaest no Ceará (Lula 55%) com detalhe de custo, contratante e registro no TSE; transparência metodológica alta e enquadramento neutro.
Reporta o PoderData/Aya (Lula 41% x Flávio 35%) com série histórica desde maio e nota de transparência sobre uso de IA na produção; enquadramento factual e neutro.
Divulgação factual da Quaest no Rio Grande do Sul (Flávio 32%, Lula 30%, empate técnico), com cenários de 2º turno e avaliação da gestão; apenas dados, sem enquadramento.
Registro factual da Quaest na Bahia, com Lula (52%) muito à frente de Flávio (18%); tabelas de dados e metodologia, sem enquadramento ideológico.
Divulgação factual da Quaest em São Paulo, com Flávio (34%) e Lula (30%) em empate técnico, índices de rejeição e simulações de 2º turno; apenas dados, sem enquadramento.
Reporta o Ipsos-Ipec no Ceará (Lula 54% x Flávio 23%) com série histórica de aprovação do governo; texto factual, o excesso de blocos de login é ruído de template, não conteúdo editorial.
Mesmo conteúdo factual da Quaest na Bahia (Lula 52% x Flávio 18%) em página AMP; dados e metodologia neutros, com marcadores de template no corpo.
Divulgação factual da Quaest em Pernambuco (Lula 55% x Flávio 21%), com cenários de 2º turno e aprovação do governo; dados neutros com marcadores de template AMP.
Relata os números do Datafolha (48% x 43% no 2º turno, 40% x 32% no 1º) com margem de erro, amostra e registro no TSE. Contextualiza crises da campanha de Flávio de forma descritiva, sem vocabulário valorativo de lado; enquadramento neutro.
Divulgação factual da Quaest no Rio, com Flávio (32%) à frente de Lula (30%), cenários de 2º turno e avaliação de governo; apenas tabelas de dados, sem enquadramento ideológico.
Registro seco dos números da Quaest no Paraná, com Flávio (42%) bem à frente de Lula (24%); tabela factual sem qualquer enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O corpo dos números do Vox (Lula 47,5% x Flávio 41,1%) é factual, mas o texto agrega resumo gerado por IA proprietária e dá visibilidade a comentário que sugere manipulação da pesquisa pela Secom e uso de 'dinheiro público', sinalizando desconfiança institucional típica de enquadramento à direita.
Perspectivas omitidas
Uma sequência de pesquisas eleitorais divulgadas na última semana de julho de 2026 desenhou um quadro de estabilidade na corrida pelo Palácio do Planalto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) no cenário nacional. No levantamento Datafolha, Lula aparecia com 40% no primeiro turno, contra 32% do senador, e com 48% a 43% em um eventual segundo turno. A pesquisa PoderData/Aya apontou 41% para o petista e 35% para Flávio no primeiro turno, com 46% a 43% na disputa direta. Um novo levantamento do Instituto Vox mostrou Lula com 47,5% e Flávio com 41,1% no segundo turno.
A cobertura de centro, majoritária no noticiário, relatou os números de forma factual e destacou a estabilidade do cenário desde maio: as oscilações entre as rodadas ficaram dentro da margem de erro. Essa cobertura também detalhou o mosaico regional revelado pelas pesquisas estaduais Quaest, encomendadas por uma casa de investimentos. Flávio Bolsonaro lidera em estados do Sul e do Sudeste, como Paraná (42% a 24%), Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, enquanto Lula domina o Nordeste, com folga na Bahia (52% a 18%), em Pernambuco (55% a 21%) e no Ceará (55% a 22%).
Veículos de direita enfatizaram que, apesar da vantagem de Lula, a disputa segue aberta e tecnicamente empatada em vários cenários de segundo turno, sobretudo entre os homens, onde Flávio aparece à frente. Parte dessa cobertura também levantou dúvidas sobre o financiamento e a metodologia dos levantamentos, questionando quem paga as pesquisas.
Uma leitura alinhada à esquerda, ausente entre os veículos que cobriram diretamente este conjunto de pesquisas, tenderia a ressaltar a resiliência de Lula entre as mulheres, os mais pobres, os menos escolarizados e o eleitorado nordestino, base histórica do petista, além de associar a rejeição a Flávio ao episódio com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e às declarações de um aliado que afirmou que mulheres votam mal. Segundo o Datafolha, 50% das eleitoras preferem Lula em um segundo turno, contra 40% do senador.
Todas as coberturas convergiram em três pontos: Lula mantém a dianteira nacional, Flávio se consolidou como o principal rival, e o quadro pouco se moveu apesar de fatos como a oficialização da candidatura do senador em convenção do PL, o caso envolvendo o ex-dono do Banco Master e a nova rodada do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.
O que ainda não se sabe é o resultado do novo Datafolha, registrado no Tribunal Superior Eleitoral e previsto para os dias seguintes, o desfecho das investigações sobre o financiamento associado à campanha e a escolha do vice na chapa de Flávio, fatores que podem alterar o equilíbrio a pouco mais de dois meses da eleição de outubro.
Todos os institutos e coberturas convergem em três pontos: Lula lidera a corrida presidencial no plano nacional, Flávio Bolsonaro se consolidou como o principal rival, e o quadro está estável desde maio, com oscilações dentro da margem de erro.

Levantamento ouviu 2,1 mil eleitores e mostra petista à frente do senador, Romeu Zema e Ronaldo Caiado

Pesquisa registrada no TSE será a primeira após a oficialização das candidaturas e servirá como termômetro da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro


Pesquisa Quaest no Ceará mostra Lula com 55% das intenções de voto e liderança em todos os cenários de segundo turno contra Flávio Bolsonaro e demais adversários.

Levantamento do PoderData/Aya de 26 a 29 de julho mostra que o presidente mantém a vantagem registrada na rodada anterior. Leia no Poder360.

Os percentuais oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa em 15 dias; o petista e o senador estão em empate técnico desde maio
Se as eleições fossem hoje e dependessem apenas dos eleitores do Estado, o petista venceria já no 1º turno. Leia no Poder360.

Pesquisa ouviu 2.400 pessoas em todo o território nacional, entre os dias 26 e 29 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Ronaldo Caiado aparece com 3%, seguido de Renan Santos, com 2%, e Romeu Zema, que tem 1%. Levantamento foi realizado entre 24 e 28 de julho.

Pesquisa Quaest na Bahia mostra Lula com 52% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 18% e Ronaldo Caiado com 3% no cenário para a Presidência.

Levantamento foi realizado entre 23 e 27 de julho e mostra também cenários de 1º e 2º turno para governador e como está a avaliação do atual governo do estado.

Em um eventual segundo turno, Lula venceria Flávio no Estado por 59% a 31%

Pesquisa Quaest na Bahia mostra Lula com 52% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 18% e Ronaldo Caiado com 3% no cenário para a Presidência.

Escritor Augusto Cury e Renan Santos aparecem com 2% cada, seguidos por Romeu Zema e Ronaldo Caiado, com 1% cada. Levantamento foi realizado entre 22 e 26 de julho.


A Pesquisa Quaest divulgada na manhã desta segunda-feira (27) mostra as intenções de voto para a eleição presidencial no Rio de Janeiro.

Levantamento traz também quatro cenários de 2º turno — Lula perde em dois e vence em dois. Veja os números.

Senador aposta em vice mulher, protagonismo da esposa e propostas voltadas ao segmento para reduzir a rejeição entre eleitoras
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Antecipa a divulgação de nova rodada do Datafolha e recapitula os números anteriores (Lula 48% x Flávio 43%, recorte de gênero) de forma factual; apesar do veículo de perfil à direita, o texto não editorializa a favor de um lado.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de veículo de perfil à direita, o texto reporta de forma factual a desvantagem de Flávio entre mulheres (50% x 40%), a estratégia de campanha e a fala de um aliado sobre mulheres votarem mal; o enquadramento é descritivo, não editorializa a favor da direita.
Leia em seguida




