
Lula tem vantagem de 16,5 pontos sobre Flávio Bolsonaro entre “independentes”, diz Atlas Bloomberg
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Entre 27 e 30 de julho de 2026, quatro institutos divulgaram pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral sobre a corrida presidencial. No agregado nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro tanto no primeiro quanto no segundo turno, com diferenças que variam de quatro a nove pontos. Em recortes estaduais, porém, o senador lidera em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Os dois concentram os maiores índices de rejeição do país. No mesmo período, a Polícia Federal cancelou o depoimento do senador em inquérito sobre calúnia contra o presidente, após a defesa optar por manifestação escrita ao Supremo Tribunal Federal.
Esquerda
As pesquisas da última semana de julho consolidam a vantagem do presidente Lula sobre o candidato do PL e expõem os limites do projeto da extrema direita. O presidente lidera com folga entre os eleitores que não se identificam com nenhum dos polos, entre mulheres e entre os que declaram outra religião ou nenhuma, faixas que sustentam a coalizão mais ampla da disputa.
Centro
Entre 27 e 30 de julho de 2026, quatro institutos divulgaram pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral sobre a corrida presidencial. No agregado nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro tanto no primeiro quanto no segundo turno, com diferenças que variam de quatro a nove pontos.
Direita
Os levantamentos da última semana de julho mostram um presidente enfraquecido e uma disputa em aberto. Mesmo governando, o petista tem quase metade do eleitorado dizendo que não votaria nele em nenhuma hipótese, e a avaliação de sua gestão é majoritariamente negativa: 43% classificam o governo como ruim ou péssimo, índice que sobe para 58% de desaprovação em São Paulo e 55% no Rio Grande do Sul.
24 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
A explicação da regra do TSE e os cálculos de tempo são corretos e verificáveis, mas o enquadramento é acusatório em relação a um dos lados: subtítulos como isolamento reduz espaço eleitoral e a conexão causal com um episódio de financiamento constroem uma narrativa de fragilidade do adversário. Léxico e escolha de ângulo posicionam o texto à esquerda.
Perspectivas omitidas
O recorte é integralmente favorável a um dos candidatos: seleciona independentes, mulheres, católicos, agnósticos e sem religião, todos segmentos em que o presidente lidera, e descreve o adversário com verbos depreciativos como patinar. A referência a escândalos em série é editorial, não factual. Vocabulário e seleção de dados posicionam claramente o texto à esquerda.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Registro factual de declarações de um terceiro candidato, com aspas delimitadas e contexto do evento. O texto não endossa nem contesta a tese da disputa dos rejeitados, apenas a atribui à fonte, e cobre desde a escolha do vice até propostas de prevenção climática sem enquadramento ideológico próprio.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O texto é quase integralmente transcrição do discurso, incluindo o insulto que dá título à matéria, e adota sem distanciamento o vocabulário de carga tributária, juros elevados e perseguição institucional. Ausência total de contraponto e de checagem faz a cobertura funcionar como amplificação da mensagem de campanha, o que a posiciona à direita.
Perspectivas omitidas
A reta final de julho consolidou o quadro da disputa presidencial de 2026 em torno de dois nomes: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL oficializado em convenção no dia 25 de julho. Entre 27 e 30 de julho, quatro institutos divulgaram levantamentos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, e o retrato que sai deles é o de uma eleição apertada, com liderança nacional do presidente e vantagens regionais do senador.
No dia 27, a pesquisa BTG/Nexus mostrou o presidente com 42% no primeiro turno, contra 33% do senador. No segundo turno, foram 47% a 43%, no limite da margem de erro de dois pontos, com 2.004 entrevistas por telefone realizadas entre 24 e 26 de julho. Na quarta-feira, 29, a Atlas/Bloomberg apontou 44,9% para o presidente e 35,8% para o senador no primeiro turno, e 49,2% a 42,9% no segundo, com 5.021 entrevistados por recrutamento digital e margem de um ponto. Nos dois institutos, o presidente aparece à frente em todos os cenários nacionais de segundo turno testados, inclusive contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.
O quadro se inverte quando o recorte é estadual. Em São Paulo, a Genial/Quaest mostrou o senador com 40% contra 35% do presidente no segundo turno, e 34% a 30% no primeiro. No Rio Grande do Sul, os mesmos 40% a 35%. No Rio de Janeiro, a Quaest indicou 38% a 35% para o senador, dentro da margem de erro. Em Minas Gerais, estado que desde a redemocratização acompanhou o vencedor nacional em todas as eleições diretas, a diferença foi de um ponto, com 30% a 29% para o presidente. Há convergência também na rejeição: os dois primeiros colocados lideram o índice dos que não votariam neles de jeito nenhum, com 52,9% e 49,4% em um levantamento e 50% e 48% no outro.
Veículos de esquerda destacaram os recortes em que o presidente abre distância. Entre eleitores que se declaram independentes, a vantagem chega a 16,5 pontos, com 48,1% contra 31,6%, e entre mulheres, a 15,5 pontos. Essa cobertura enfatizou ainda o isolamento partidário do senador, que hoje teria 4 minutos e 20 segundos de propaganda gratuita por bloco na televisão, contra 5 minutos e 32 segundos do presidente, e associou a dificuldade de fechar alianças ao episódio em que ele pediu recursos a um banqueiro para financiar um filme sobre o pai.
A cobertura de centro concentrou-se nos números e na metodologia: tamanho de amostra, período de campo, margem de erro, registro na Justiça Eleitoral, custo dos estudos e comparação com rodadas anteriores. Foi também nessa cobertura que apareceu o outro fato relevante da semana. Em 28 de julho, a Polícia Federal cancelou o depoimento do senador em inquérito que apura calúnia contra o presidente, motivado por uma publicação de janeiro em rede social. A defesa optou por manifestação escrita ao Supremo Tribunal Federal, negando o crime e sustentando que a postagem se insere no debate público. O relator devolveu o caso à Procuradoria-Geral da República, que tem quinze dias para se manifestar.
Veículos de direita enfatizaram outro conjunto de dados: a rejeição do presidente perto de 50%, a avaliação negativa do governo, com 43% classificando a gestão como ruim ou péssima no plano nacional, 58% de desaprovação em São Paulo e 55% no Rio Grande do Sul, além dos empates técnicos no segundo turno. Essa cobertura deu espaço à agenda do senador, que acusou o governo de encorajar facções criminosas, prometeu tratá-las como organizações terroristas, disse que o presidente retalia São Paulo por causa de adversários locais e alertou para as quatro indicações ao Supremo que caberão ao próximo mandato. Em convenção em Santa Catarina, chamou o presidente de projeto de ditador. Entre os concorrentes, Ronaldo Caiado afirmou que ambos são adversários da população brasileira e classificou 2026 como a disputa dos rejeitados.
Ainda não se sabe se o Republicanos apoiará o senador até 5 de agosto, prazo final das convenções. Com o partido, ele passaria a ter mais tempo de televisão que o presidente. Seguem em aberto também o nome do vice na chapa do PL, o desfecho do inquérito por calúnia e se as vantagens regionais resistem ao início da propaganda eleitoral, marcado para 28 de agosto.

"O governo atual endividou o povo brasileiro", disse Flávio

Segundo o ex-governador de Goiás, a eleição de 2026 é a disputa dos rejeitados

Flávio Bolsonaro afirma que Lula "se vinga" de São Paulo e critica possíveis indicações ao STF. Leia na Gazeta do Povo.

Lula terá 5 minutos e 32 segundos contra 4 minutos e 20 segundos de Flávio Bolsonaro. Republicanos pode inverter a vantagem.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro diz que governo Lula encoraja criminosos e fortalece facções. Leia na Gazeta do Povo.
Pesquisa Genial/Quaest mostra que o senador do PL também aparece à frente do petista em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.
Pesquisa Genial/Quaest mostra que o senador do PL também aparece à frente do petista em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.


Atual presidente e pré-candidato do PL oscilaram dentro da margem de erro em comparação com a rodada anterior do levantamento

Restante dos candidatos testados não chegou a 10% das intenções de voto; margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos
Pesquisa Genial/Quaest mostra que o senador do PL também aparece à frente do petista em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.



Pesquisa mostrou que o senador e o chefe do Executivo enfrentam maior resistência do eleitorado entre os nomes que disputarão o Palácio do Planalto

Pesquisa também mostrou Haddad numericamente à frente do senador em outro cenário para segunda volta presidencial

Segundo a pesquisa, o atual presidente também superaria candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos

Pesquisa AtlasIntel testou seis cenários para o segundo turno da disputa presidencial. Lula lidera em todos eles

Romeu Zema aparece com 12%, seguido de Ronaldo Caiado, com 4%, e Renan Santos, que tem 2%. Levantamento foi realizado entre 22 e 26 de julho.

Defesa do senador apresentou explicações por escrito a respeito de post que diz que petista seria delatado

Os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro, de dois pontos porcentuais, segundo a pesquisa

Em simulação de primeiro turno, petista tem 42%, ante 33% do senador
Pesquisa mostra que o senador do PL e o presidente petista têm as maiores taxas de rejeição entre os entrevistados. Leia no Poder360.
Entre os eleitores do Estado, senador do PL tem 38% das intenções de voto contra 35% do presidente. Leia no Poder360.

Pesquisa Atlas Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (29) revela que Lula tem se destacado entre os eleitores que se classificam como "independentes", por
Falácias identificadas
Cobertura factual de pesquisa no Rio Grande do Sul, com amostra, margem de erro, custo e registro na Justiça Eleitoral. Apresenta rejeição e avaliação de governo em bloco, sem hierarquia editorial. É versão duplicada de outro item do mesmo cluster, com URL truncada por artefato de captura.
Perspectivas omitidas
Versão canônica do reporte gaúcho, idêntica em conteúdo ao item duplicado do mesmo cluster. Texto neutro, com amostra, período de campo, margem de erro, custo e número de registro. Rejeição e avaliação de governo apresentadas sem enquadramento.
Perspectivas omitidas
Alerta expressamente que os resultados de primeiro turno não podem ser comparados diretamente com a rodada anterior porque a lista de candidatos mudou, cuidado metodológico raro. Apresenta a rejeição de todos os nomes em ordem, sem seleção conveniente. Cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
Apresenta o cenário estimulado principal e o reduzido aos cinco primeiros colocados, com todos os percentuais, e informa que uma rodada anterior do instituto foi suspensa pela Justiça Eleitoral, o que é um cuidado relevante. Declara ainda o uso de automação na extração dos dados. Texto neutro.
Perspectivas omitidas
Cobertura estadual factual, que apresenta primeiro turno, segundo turno, rejeição e avaliação de governo em São Paulo sem enquadramento. Os índices desfavoráveis ao governo são reportados como dados, não como tese, o que mantém o texto no centro.
Perspectivas omitidas
O texto relata o cancelamento da oitiva e reproduz integralmente a nota da defesa, sem adjetivação própria. A citação da publicação investigada aparece na íntegra, permitindo ao leitor julgar. Não há vocabulário valorativo em nenhuma direção, o que caracteriza cobertura factual de centro.
Perspectivas omitidas
Cobertura de números com comparação explícita às rodadas de 29 de junho e 13 de julho, amostra, margem de erro e registro no TSE. Nenhum enquadramento ideológico: as oscilações são apresentadas como dados, sem atribuição de causa política.
Perspectivas omitidas
Texto puramente tabular: seis cenários listados com percentuais, comparação com a rodada anterior e registro no TSE. Sinaliza corretamente que dois dos nomes testados não são candidatos. Sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Apresenta a lista integral de candidatos com percentuais e registra o empate técnico já no primeiro parágrafo, o que é rigoroso. O parágrafo final, porém, converte uma correlação histórica em regra preditiva sem qualificação, e a metodologia não é detalhada.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Reconstitui a cronologia do inquérito com prazos, despachos e a conclusão da Polícia Federal, e reproduz na íntegra os argumentos da defesa, o que garante paridade. A observação de que o senador vinha ensaiando um discurso de moderação é o único traço interpretativo, insuficiente para deslocar o texto do centro.
Perspectivas omitidas
Reporte enxuto e equilibrado: apresenta primeiro e segundo turnos, rejeição de todos os nomes testados e avaliação de governo com a série do mês anterior. Registra as oscilações como dentro da margem de erro, sem sugerir tendência não sustentada pelos dados.
Perspectivas omitidas
Padrão de agência especializada: reproduz a pergunta literal do questionário, informa amostra, margem, custo e financiamento próprio do estudo. O contexto da sobretaxa anunciada pelos Estados Unidos é apresentado como cronologia, não como causa, o que preserva a neutralidade.
Perspectivas omitidas
Registra logo no lide que a diferença de três pontos está dentro da margem de erro e informa explicitamente que o presidente vence os demais cenários testados, evitando leitura enviesada do recorte estadual. Metodologia, custo e financiador declarados.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
A matéria organiza-se em torno das teses do candidato sobre insegurança jurídica, excesso de poder do Supremo e liberdade de expressão, com títulos internos que reproduzem seu enquadramento. O vocabulário de accountability institucional e ambiente de negócios, sem qualquer contraponto do governo ou da Corte, coloca o texto à direita.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
O texto estrutura a matéria em torno das falas do candidato sobre ordem, punição e autonomia policial, com longas citações e sem checagem das premissas. O vocabulário de segurança e responsabilização individual, somado à ausência de contraponto substantivo, posiciona a cobertura à direita, ainda que o parágrafo sobre as reservas do Planalto à classificação americana adicione algum contexto.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Mesmo em veículo de perfil à direita, o texto é factual: reproduz todos os cenários de segundo turno, o ranking completo de rejeição incluindo nomes do campo conservador e a ressalva de incomparabilidade entre rodadas. Nenhum vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de o veículo ser de perfil à direita, o corpo é factual e reproduz os índices de rejeição de ambos os candidatos com paridade. O título afirma que o presidente é rejeitado por 48,4%, mas o corpo registra 49,4% e usa 48,4% para outro indicador da rodada de junho, o que configura descompasso entre manchete e texto.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Recorte editorial escolhe os cenários hipotéticos em que o senador perde, o que é uma decisão de pauta, mas o texto em si não editorializa: distingue corretamente vantagem numérica de vantagem estatística ao aplicar a margem de erro. Classificado como centro pelo conteúdo, não pelo veículo.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Lista os seis cenários testados sem hierarquizar por conveniência política, inclusive os que são desfavoráveis ao campo do veículo. Erros de digitação em nomes e termos reduzem o cuidado editorial, mas não há enquadramento ideológico no texto.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Cobertura densa e metodologicamente cuidadosa, que aplica a margem de erro a cada comparação e registra empate técnico onde ele existe. Dá destaque à avaliação negativa do governo e à rejeição, escolha de pauta que favorece a oposição, mas sem adjetivação: o conteúdo permanece factual.
Perspectivas omitidas
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