Lula faz o último ato de campanha na Avenida Paulista antes do segundo turno
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
7 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- ICL NotíciasEm último ato com apoiadores na Paulista, Lula compara eleição atual à de 1989(Folhapress) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparou a eleição atual à de 1989 ao chegar ao seu último ato de campanha, na tarde deste sábado(abre em nova aba)
Nesta matéria: falácia identificada.
- Diário do Centro do MundoO maior da história! Lula lota Paulista no último ato antes do 2º turnoLula encerrou a agenda de rua antes do segundo turno com ato na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado de aliados.(abre em nova aba)
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
- G1Apoiadores de Lula fazem manifestação em Goiânia na véspera da eleiçãoMobilização nacional a favor de Lula começou às 15h na capital.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- O GloboLula volta à Paulista no último dia de campanha; aposta em atos de rua marcou segundo turnoManifestações reuniram movimentos estudantis, entidades sociais e artistas em diferentes capitais nas últimas semanas(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- O GloboA mudança na campanha de Lula no 2º turno: de 'ídolo' a candidatoA mudança na campanha de Lula no 2º turno: de(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Briefing
O que importa para você
- A votação do segundo turno é no domingo, das 8h às 17h, no horário de Brasília.
- Lula disputa um quarto mandato contra o senador Flávio Bolsonaro, que ficou à frente no primeiro turno.
Onde os lados divergem
- Esquerda: apresenta o ato como o maior da história da Paulista e como defesa da democracia; centro e direita tratam o número como estimativa da campanha, sem comprovação.
- Esquerda dá destaque ao caso Ana Clara e ao tom contra o adversário; a cobertura de direita e a de centro priorizam a cronologia do dia e as falas de otimismo.
Onde os lados concordam
- Lula fez o último ato de campanha na Avenida Paulista, na véspera do segundo turno, com Alckmin, Haddad, Marina Silva e Simone Tebet.
- A avenida estava muito cheia, mas não havia contagem oficial nem independente do público.
- Lula disse estar convencido de que vencerá e atacou Flávio Bolsonaro.
O que ainda está incerto
- Qual foi o público real na Paulista, já que só há estimativas da campanha.
- Se a mobilização de rua se converterá em votos de indecisos e de quem não votou no primeiro turno.
O presidente Lula fez o último ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, na véspera do segundo turno contra Flávio Bolsonaro. A avenida ficou tomada por apoiadores, mas não há contagem oficial do público, e os lados divergem sobre o peso do ato.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, fez neste sábado (24) o último ato de rua da campanha antes do segundo turno da eleição presidencial, que será no domingo (25). O evento aconteceu na Avenida Paulista, em São Paulo, e foi precedido por uma caminhada pela manhã em Copacabana, no Rio de Janeiro. O adversário é o senador Flávio Bolsonaro, do PL, que no mesmo dia realizou atos em Belo Horizonte e na Barra da Tijuca.
A concentração na Paulista começou por volta das 14h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo e na altura da Alameda Campinas. A campanha mudou o formato previsto: em vez de caminhada, Lula percorreu cerca de 1,2 quilômetro em um veículo aberto, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, da primeira-dama Janja da Silva e de aliados. Estavam presentes Fernando Haddad, Marina Silva, Simone Tebet, Guilherme Boulos e Márcio França. Marina e Tebet discursaram antes da chegada do presidente.
A cobertura de centro relatou que a avenida estava tomada por apoiadores, com predominância do vermelho e também de bandeiras do Brasil. Uma emissora de TV, citada por um veículo, informou que cerca de 14 dos 18 quarteirões estavam ocupados por volta das 17h. A campanha divulgou estimativa parecida, mas não havia contagem oficial nem independente. A cobertura contextualizou que a estratégia de atos de rua ganhou força depois do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro terminou na frente, a partir da Marcha pela Democracia de 11 de outubro, e se espalhou por capitais em 18 de outubro, com artistas.
Na fala, Lula disse estar convencido de que vencerá, afirmou que há anos não via mobilização tão grande e disse que a sociedade não quer retrocesso. Também atacou o adversário, a quem chamou de mentiroso, miliciano e desqualificado, e disse que ele não teria condições políticas, morais e éticas para ocupar a Presidência. Lula voltou ao caso de Ana Clara Gomes Machado, menina de cinco anos morta por tiro de fuzil em 2021 no Rio, cujo policial acusado foi defendido por Flávio, que nega responsabilidade. Ele pediu votos de indecisos e de quem anulou o voto ou não compareceu no primeiro turno.
Veículos de esquerda destacaram o tamanho simbólico do ato e o trataram como demonstração de força popular e de defesa da democracia. Um deles adotou no título a expressão 'o maior da história', embora o próprio texto admita que não havia contagem oficial que sustentasse a afirmação, e reproduziu mensagens de apoiadores que falavam em mais de 2 milhões de pessoas, número sem confirmação.
A cobertura de um veículo de direita, em tom factual, ressaltou as falas de otimismo de Lula e a participação de ministros e aliados do governo no palanque, e atribuiu a estimativa de ocupação a outra fonte em vez de endossá-la. Esse recorte ecoa a leitura de que o ato é parte do esforço de um candidato que busca virar a disputa, e que o público informado deve ser tratado com cautela.
Houve ainda questões de segurança. O PT pediu que a Polícia Militar mantenha câmeras corporais ligadas e agentes identificados. A campanha relatou impasse com o Metrô sobre tapumes nas estações; o Metrô disse que adotaria gradis, como no ato anterior, e a Polícia Militar afirmou ter efetivo dimensionado para o evento. Uma nota de bastidor registrou ainda que a entrada de lideranças do Nordeste, como Camilo Santana e Rafael Fonteles, na coordenação mudou o clima do comitê.
O que ainda não se sabe: não há número independente de participantes na Paulista, e não está claro como o ato pesará sobre o resultado. A votação ocorre no domingo, das 8h às 17h, no horário de Brasília.
Fontes
Mobilização nacional a favor de Lula começou às 15h na capital.

(Folhapress) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparou a eleição atual à de 1989 ao chegar ao seu último ato de campanha, na tarde deste sábado
Lula encerrou a agenda de rua antes do segundo turno com ato na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado de aliados.

Manifestações reuniram movimentos estudantis, entidades sociais e artistas em diferentes capitais nas últimas semanas

A mudança na campanha de Lula no 2º turno: de

Presidente realiza último ato de campanha neste sábado e tenta ser eleito para um 4º mandato no domingo (25.out). Leia no Poder360.

Depois de ato em Copacabana, presidente reuniu apoiadores na principal avenida de São Paulo na reta final da campanha eleitoral, neste sábado, 24
