
André Mendonça confirma depoimento de Daniel Vorcaro no STF sem a Polícia Federal
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O ministro André Mendonça, relator do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, confirmou em 2 de setembro de 2026 que seu gabinete colheu depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso na investigação sobre fraudes no banco. A oitiva foi feita por um juiz auxiliar, na última semana de agosto, com representante do Ministério Público e sem a Polícia Federal, que preside o inquérito. O gabinete alega que o ato foi pedido pela defesa, que relatou graves intimidações, e que as normas do Conselho Nacional de Justiça orientam o afastamento da equipe policial responsável pela apuração nesse tipo de audiência. No mesmo dia, o ministro confirmou ter recebido Vorcaro uma vez, em março de 2025, para tratar de ação sobre precatórios de interesse do banco, quase um ano antes de assumir a relatoria. A Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento da denúncia de maus-tratos, por falta de fato concreto, e o presidente do Supremo, Edson Fachin, anunciou que tomará medidas sobre a crise.
Esquerda
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Centro
O ministro André Mendonça, relator do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, confirmou em 2 de setembro de 2026 que seu gabinete colheu depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso na investigação sobre fraudes no banco.
Direita
Sem cobertura neste espectro.
5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
A matéria reproduz a nota do gabinete de André Mendonça com aspas extensas, apresenta em seguida a leitura contrária de integrantes da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, e fecha com a fala de Edson Fachin. Não há vocabulário valorativo próprio nem enquadramento ideológico: o relato distribui o espaço entre versões conflitantes, padrão de cobertura factual de centro.
Perspectivas omitidas
O texto separa com clareza o que é nota oficial, o que é apuração de terceiros e o que é desdobramento processual, e registra a resposta do advogado citado nas mensagens. O tom é descritivo, sem adjetivação sobre a conduta do ministro, o que caracteriza cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
Coluna de apuração que revelou a oitiva. O enquadramento é de fiscalização institucional, com peso na suspeita levantada por investigadores, mas a nota do gabinete é reproduzida integralmente e a defesa é procurada, o que mantém o texto no campo factual de centro, e não em um eixo ideológico de esquerda ou direita.
Perspectivas omitidas
O texto descreve a leitura do Palácio do Planalto sobre o depoimento e a possível contaminação eleitoral do episódio. A avaliação crítica ao depoente vem sempre atribuída a auxiliares do governo, e o colunista não adota posição própria, o que mantém o perfil em centro, ainda que a seleção de fontes seja unilateral.
Perspectivas omitidas
Texto de agência, curto e descritivo, que reproduz a nota do gabinete, informa a data da conversa atribuída ao ex-banqueiro e registra a manifestação do procurador-geral da República sobre a nulidade da investigação. Não há adjetivação nem hierarquia editorial entre as versões.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
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O relator do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal confirmou que colheu o depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro no próprio gabinete, com o Ministério Público e sem a Polícia Federal, e admitiu ter recebido o empresário em março de 2025. A Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento da denúncia de maus-tratos.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, confirmou na quarta-feira, 2 de setembro de 2026, que seu gabinete colheu um depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso no processo que apura fraudes no Banco Master. A oitiva foi realizada na última semana de agosto por um juiz auxiliar, com a presença de um representante do Ministério Público e sem nenhum integrante da Polícia Federal, corporação que preside o inquérito. Mendonça é o relator do caso na Corte.
Em nota, o gabinete afirmou que o depoimento foi feito por requerimento expresso da defesa, que alegou que Vorcaro vinha sofrendo graves intimidações e pediu urgência. O ministro sustentou que a presença do Ministério Público é exigência legal e que as normas do Conselho Nacional de Justiça determinam o afastamento da equipe policial responsável pela investigação nos atos em que o depoente é ouvido, como garantia de sua integridade física e psicológica. Segundo a nota, a ausência da Polícia Federal seguiu essa diretriz de proteção, e não uma escolha de conveniência. O conteúdo da audiência está sob sigilo legal, e o gabinete negou que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido tema da conversa.
No mesmo dia, o gabinete confirmou um segundo episódio. Em março de 2025, quase um ano antes de assumir a relatoria do caso Master, Mendonça recebeu Vorcaro uma única vez, para tratar de uma ação sobre créditos de precatórios de interesse do banco, então sob pedido de vista no Supremo. A nota afirma que o empresário procurou outros integrantes da Corte pelo mesmo assunto e que a posição do ministro no julgamento foi contrária à defendida por ele. A confirmação veio depois da divulgação de mensagens do advogado Ciro Rocha Soares, próximo do banqueiro, que tratavam da articulação do encontro. O advogado respondeu que buscar conversas com magistrados é prática natural da advocacia e que não houve irregularidade.
A cobertura de centro reconstruiu a cronologia com detalhe e é onde os fatos convergem. Na véspera, Mendonça havia retirado o sigilo de um relatório da Polícia Federal com registros de conversas atribuídas a Alexandre de Moraes e a Daniel Vorcaro, obtidas na quebra de sigilo do celular do ex-banqueiro no âmbito da Operação Compliance Zero. Ainda naquela noite, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustentou a nulidade dessa apuração, por entender que um ministro investigou um colega sem autorização do plenário. Essa mesma cobertura registrou que investigadores viram na ausência da Polícia Federal um sinal de que uma nova tentativa de delação premiada estaria sendo negociada diretamente, e que a Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento da denúncia de maus-tratos, por não identificar fato concreto a apurar. Colunas de bastidor relataram trechos atribuídos ao depoimento, nos quais o ex-banqueiro afirma ter sido vendado em uma transferência prisional e diz que agentes o teriam pressionado a não citar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Interlocutores do diretor-geral afirmam que ele nunca teve relação com o empresário e que os dois se cruzaram uma única vez, em um seminário jurídico em Londres.
Veículos de esquerda destacaram a irritação dentro da Polícia Federal, cujos integrantes, ouvidos sob reserva, classificaram como patéticas as declarações do ex-banqueiro sobre suposta violência psicológica. Nessa leitura, o episódio expõe um tratamento diferenciado a um investigado com recursos e influência, enquanto o inquérito sobre as fraudes bancárias perde tração.
Veículos de direita não aparecem entre as fontes reunidas até aqui, e o ângulo mais próximo desse enquadramento surgiu em colunas de bastidor de centro, que puseram o foco na opacidade da Corte, na proximidade entre ministros e o empresário e no dever de transparência de quem julga ações bilionárias. A repercussão política também foi apurada no Palácio do Planalto, onde auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trataram as declarações do banqueiro como ameaças vazias e como tentativa de arrastar o governo para a crise, com temor de efeito na disputa presidencial.
O que ainda não se sabe é considerável. A data exata do depoimento não foi divulgada, o conteúdo permanece sob sigilo e não há informação sobre quem seriam os responsáveis pelas intimidações relatadas.
Toda a cobertura confirma os mesmos fatos: o depoimento de Daniel Vorcaro foi colhido por juiz auxiliar do gabinete de André Mendonça, com representante do Ministério Público e sem a Polícia Federal, a pedido da defesa, que alegou graves intimidações. Também é consenso que o ministro recebeu o empresário em março de 2025 para tratar de precatórios de interesse do Banco Master e que Edson Fachin prometeu medidas.

Gabinete do relator do caso Master no STF diz que Ministério Público acompanhou depoimento, mas não a PF, e que Alexandre de Moraes não foi citado. Ex-banqueiro relatou "graves intimidações".

Gabinete do ministro do Supremo confirma ter ouvido o banqueiro na semana passada. O depoimento foi colhido por um juiz auxiliar do relator e sem a presença da Polícia Federal.

Gabinete afirma que oitiva acontece por pedido da defesa e que Vorcaro “relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência”
Em depoimento prestado na semana passada, o banqueiro disse que sofre intimidações, ameaças e tortura psicológica. Ele também ameaçou pessoas do

Falácias identificadas
Falácias identificadas
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