‘Mesmo que só erremos daqui pra frente, eu e Alckmin não perderemos essas eleições’, diz Lula
2 veículos de centro · 3 veículos de direita

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Aos 80 anos e buscando um quarto mandato, Lula exibiu autoconfiança na convenção do PSB ao afirmar que não perderia a eleição "mesmo que só erre daqui para frente". Além da bravata, o presidente pediu à militância que use as redes sociais para divulgar as ações do governo. A oficialização de Alckmin ocorreu em meio a desavenças regionais do PSB com a base aliada, expondo fissuras internas na coligação governista.
Durante a convenção nacional do PSB, realizada em 29 de julho de 2026, o partido oficializou Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. No evento, Lula disse ter certeza da vitória, afirmando que ele e Alckmin não perderiam a eleição "mesmo que só errem daqui para frente", e projetou vitória já no primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
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5 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Todas as coberturas registram os mesmos fatos: o PSB oficializou Alckmin como vice de Lula, a coligação com PT, PV e PCdoB foi aprovada por unanimidade e Lula afirmou ter certeza da vitória, projetando vencer já no primeiro turno.
O Partido Socialista Brasileiro oficializou, na noite de 29 de julho de 2026, o vice-presidente Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A convenção nacional aprovou por unanimidade a coligação com a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, selando a repetição da dobradinha que venceu a eleição de 2022. É a segunda vez consecutiva que Alckmin, hoje no cargo, integra a chapa ao lado do petista.
O momento de maior repercussão foi a fala de Lula, que se disse certo da vitória. "Eu e o Alckmin vamos ganhar as eleições. Não há nenhuma razão, mesmo que a gente só erre daqui para frente, o acerto foi tanto que a gente não perde essas eleições", declarou. O presidente projetou vitória já no primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e pediu à militância que use as redes sociais para divulgar as ações do governo. O presidente nacional do PSB, João Campos, encerrou o evento com o mote "vamos de 1º turno".
A cobertura de centro relatou os fatos de forma direta: a mecânica da oficialização, a presença de ministros e de lideranças históricas do PSB, e o contexto de que Alckmin deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para cumprir a legislação eleitoral. Esses veículos também deram destaque às desavenças regionais do PSB com a base aliada do petista, especialmente em Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, e lembraram que o nome do ex-ministro Renan Filho, do MDB, chegou a ser cogitado para a vaga antes de a costura fechar com Alckmin.
Veículos de direita enfatizaram o tom de autoconfiança de Lula, recortando a declaração como uma bravata eleitoral e ressaltando que o presidente, aos 80 anos, busca um quarto mandato. Nessa cobertura, ganharam relevo o pedido para a militância mobilizar o celular em favor do governo e a projeção de vitória em turno único, lidos com ceticismo. Parte dessa cobertura, ainda assim, reproduziu de forma factual as falas do palco, incluindo a crítica de Alckmin ao bordão "Deus, pátria, família e liberdade", associado à extrema direita, e a menção à condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe.
Não houve, até o momento, cobertura de veículos de esquerda neste conjunto de fontes. Pela leitura provável desse campo, a chapa Lula-Alckmin seria enquadrada como continuidade da frente ampla em defesa da democracia, com destaque para a fala de Alckmin contra o uso do nome de Deus para promover violência e para a valorização do vice como ponte do governo com o setor industrial.
O que ainda não se sabe é como se resolverão os conflitos de palanque estaduais que tensionam a aliança, qual será o desempenho da chapa nas pesquisas e se a confiança de vitória em primeiro turno se sustentará ao longo da campanha. O PT realizaria no domingo seguinte a convenção para oficializar formalmente a candidatura de Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou estar confiante na vitória nas eleições deste ano. A declaração foi


Lula está convicto de que levará as eleições deste ano. O petista externou certeza no pleito durante evento do Partido Socialista Brasileiro (PSB), que aprovou, por unanimidade, em convenção nacional nesta quarta-feira

Lula participou da convenção nacional do PSB que confirmou Alckmin como vice e sua chapa. Leia na Gazeta do Povo.

A oficialização na chapa ocorre em meio às desavenças regionais do PSB com a base aliada do petista

Nesta matéria: viés de centro.