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Alexandre de Moraes vota por licença de 120 dias a mães biológicas e adotivas

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•16/09/2026•atualizado em 17/09/2026•Direitos Civis

Resumo da cobertura

O ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal (STF), votou em 16 de setembro para garantir o mesmo período de licença-maternidade a mães biológicas e adotivas, independentemente do vínculo profissional: 120 dias remunerados, prorrogáveis por mais 60. Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam. O julgamento, sobre ação da Procuradoria-Geral da República (PGR), foi suspenso e será retomado na próxima semana.

1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

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Alexandre de Moraes vota por licença de 120 dias a mães biológicas e adotivas
Imagem: CNN Brasil

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (33%)

Veículos com viés à esquerda

  • Agência BrasilMoraes vota para igualar tempo de licenças-maternidade e adotantePlacar do julgamento está com 4 votos a favor da equiparação
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.

    Análise editorial

    Texto de agência, descritivo: relata o voto, cita a frase de Moraes e explica as regras da CLT, da Lei 8.112/1990 e do Estatuto do Ministério Público. Apesar do publisher classificado à esquerda, não há vocabulário valorativo; o artigo é centro.

    Qualidade argumentativa
    64/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    5/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não menciona que os votos rejeitaram o compartilhamento da licença entre os pais
    • Não traz posição da União ou da Advocacia-Geral da União
    • Não explica a mudança de posição do relator em relação ao plenário virtual
Centro2 (67%)

Veículos com viés ao centro

  • Consultor JurídicoRelator no STF vota por unificar licença-maternidade de mães biológicas e adotivasMinistro ampliou voto e defendeu 120 dias de afastamento, prorrogáveis por mais 60, independentemente do vínculo profissional
    Análise editorial

    Relato técnico do histórico processual: início no plenário virtual em 2024, vista de Flávio Dino, destaque do relator e reformulação do voto. Registra também a rejeição do compartilhamento da licença, deixado ao Congresso. Sem enquadramento ideológico.

    Qualidade argumentativa
    75/100
    Manipulação emocional
    0/100
    Clickbait
    5/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não traz posição da União ou da Advocacia-Geral da União sobre a ação
    • Não aborda impacto orçamentário ou administrativo da uniformização
  • CNN BrasilMoraes vota para igualar licença-maternidade de mães biológica e adotivasRelator propõe 120 dias de afastamento, prorrogáveis por mais 60, independentemente do vínculo profissional da mãe; julgamento será retomado na próxima semana
    Análise editorial

    Descreve o voto, o placar de quatro ministros e a razão do reinício no plenário presencial, com citação longa de Moraes. Tom neutro. Único a mencionar contagem a partir do 9º mês de gestação, detalhe não confirmado pelos demais.

    Qualidade argumentativa
    63/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    5/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não menciona a rejeição do compartilhamento da licença entre os pais
    • Não detalha os prazos atuais das servidoras adotantes (90 e 30 dias)
    • Não traz posição da União ou da Advocacia-Geral da União
Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

O relator Alexandre de Moraes votou no Supremo Tribunal Federal para igualar a licença-maternidade de mães biológicas e adotivas em 120 dias, prorrogáveis por 60, sejam celetistas ou servidoras. Três ministros acompanharam, e o compartilhamento da licença entre os pais ficou para o Congresso Nacional.

O ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal, votou nesta quarta-feira, 16 de setembro, para garantir o mesmo período de licença-maternidade a mães biológicas e adotivas, independentemente do vínculo profissional. Pela proposta, todas as mães terão direito a 120 dias de afastamento remunerado, prorrogáveis por mais 60, sejam trabalhadoras da iniciativa privada ou servidoras públicas. Os ministros Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam o relator. O julgamento foi suspenso pelo presidente da Corte, Edson Fachin, em razão do horário, e deve ser retomado na próxima semana.

A ação foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República em outubro de 2023. Ela questiona regras federais que dão prazos diferentes conforme a origem da filiação e o regime de trabalho da mãe. Pela Consolidação das Leis do Trabalho, mães biológicas e adotantes já têm 120 dias. No serviço público federal, porém, a servidora que adota tem 90 dias, e no Ministério Público da União a licença cai para 30 dias. Pelo voto, o prazo conta a partir do parto, da adoção ou da guarda para fins de adoção. Em caso de internação, vale a alta da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último.

Toda a cobertura registrou o argumento central do relator: a Constituição proíbe distinguir filhos adotivos e naturais, e a licença serve também para criar o vínculo entre mãe e filho. A cobertura de centro detalhou a trajetória do caso. O julgamento começou no plenário virtual em 2024, quando Moraes reconheceu a desigualdade contra as adotantes, mas não quis que o tribunal criasse um regime único para todas as categorias. Depois de um pedido de vista de Flávio Dino, que foi além do relator, Moraes pediu destaque e levou o processo ao plenário presencial, onde ampliou o próprio voto. A cobertura de centro também relatou que os quatro ministros rejeitaram criar, por decisão judicial, um modelo de compartilhamento da licença entre os pais, tema que o relator entende caber ao Congresso Nacional. O voto ainda afasta a redução do prazo conforme a idade da criança adotada, por considerar que isso poderia dificultar a adoção de crianças mais velhas.

Os veículos de esquerda que cobriram o caso destacaram a frase do relator de que a mãe é mãe de todos os filhos e a tese da Procuradoria de que o tratamento desigual pelo regime de contratação é inconstitucional. Até o momento, nenhum veículo de direita publicou reportagem sobre o julgamento, o que deixa sem registro nesse campo a discussão sobre os limites de atuação do tribunal diante de leis aprovadas pelo Congresso.

Ainda não se sabe como votarão os demais ministros nem a data exata da retomada. Também não está claro se haverá regra de transição para a aplicação da decisão. Um dos veículos informou que a contagem poderia começar a partir do nono mês de gestação, detalhe que as demais reportagens não confirmaram.

Briefing

O que importa para você

  • Servidoras federais que adotam passariam de 90 para 120 dias de licença; no Ministério Público da União, de 30 para 120 dias.
  • A licença poderia ser prorrogada por mais 60 dias, independentemente do vínculo de trabalho.
  • O compartilhamento da licença entre os pais não foi aceito pelo tribunal e depende do Congresso Nacional.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura concorda que o relator Alexandre de Moraes votou por 120 dias de licença, prorrogáveis por 60, para mães biológicas e adotivas, com apoio de Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, e que o julgamento será retomado na próxima semana.

O que ainda está incerto

  • Como votarão os demais ministros do Supremo Tribunal Federal e em que data exata o julgamento será retomado.
  • Se haverá regra de transição para aplicar a decisão.
  • Se a contagem pode começar no nono mês de gestação, detalhe citado por um único veículo.
JudiciárioDireitos CivisDireitos da Mulher

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Fontes

Espectro: Esquerda
Moraes vota para igualar tempo de licenças-maternidade e adotante
Moraes vota para igualar tempo de licenças-maternidade e adotante

Placar do julgamento está com 4 votos a favor da equiparação

Agência BrasilAgência Brasil
Espectro: Centro
Relator no STF vota por unificar licença-maternidade de mães biológicas e adotivas
Relator no STF vota por unificar licença-maternidade de mães biológicas e adotivas

Ministro ampliou voto e defendeu 120 dias de afastamento, prorrogáveis por mais 60, independentemente do vínculo profissional

Consultor JurídicoConsultor Jurídico
Espectro: Centro
Moraes vota para igualar licença-maternidade de mães biológica e adotivas
Moraes vota para igualar licença-maternidade de mães biológica e adotivas

Relator propõe 120 dias de afastamento, prorrogáveis por mais 60, independentemente do vínculo profissional da mãe; julgamento será retomado na próxima semana

CNN BrasilCNN Brasil

Centro

2 fontes

O ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal (STF), votou em 16 de setembro para garantir o mesmo período de licença-maternidade a mães biológicas e adotivas, independentemente do vínculo profissional: 120 dias remunerados, prorrogáveis por mais 60. Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam. O julgamento, sobre ação da Procuradoria-Geral da República (PGR), foi suspenso e será retomado na próxima semana.

Esquerda

1 fonte

O voto do relator Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal aponta para o fim de uma desigualdade que penalizava mães adotivas no serviço público. Pela proposta, todas as mães teriam 120 dias de licença, prorrogáveis por 60, em nome da proteção à infância e da igualdade entre filhos.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Leia em seguida

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Linha do Tempo

  1. 16 de set. de 2026, 00:00
    Alexandre de Moraes vota no plenário do STF por equiparar a licença-maternidade de mães biológicas e adotivas e é acompanhado por três ministros
    agenciabrasil.ebc.com.brconjur.com.brcnnbrasil.com.br

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