Renan Santos, do Missão, defende reforma do STF e parcerias para terras raras
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Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato do partido Missão à Presidência da República, cumpriu agendas em São Paulo e no Paraná e deu entrevistas nesta semana. Em São Paulo, propôs parcerias internacionais para explorar terras raras, com transferência de tecnologia e um parque industrial. No Paraná, defendeu uma reforma do Supremo Tribunal Federal que dependeria do Congresso.
Renan Santos, candidato do Missão, se apresenta como gestor com propostas de reforma: quer conter o poder concentrado no Supremo Tribunal Federal, trocar o Bolsa Família por incentivos ao trabalho e tratar as terras raras como ativo geopolítico, com parcerias, tecnologia e indústria. Pela ótica da responsabilidade institucional e da eficiência, a agenda mira controle sobre o Judiciário e produtividade.
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4 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Toda a cobertura registra Renan Santos, do Missão, apresentando propostas de reforma do Supremo Tribunal Federal e de parcerias para terras raras, em tom descritivo e com as falas atribuídas ao candidato.
Renan Santos, fundador do MBL e candidato do Missão à Presidência, fez campanha em São Paulo e no Paraná. Propôs parcerias internacionais para explorar terras raras, defendeu acabar com decisões monocráticas no Supremo Tribunal Federal e sugeriu substituir aos poucos o Bolsa Família por incentivos ao trabalho.
Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato do partido Missão à Presidência da República, usou os últimos dias de campanha para apresentar duas bandeiras: parcerias internacionais para explorar as terras raras brasileiras e uma reforma do Supremo Tribunal Federal (STF). As propostas foram feitas em agendas em São Paulo e no Paraná e em entrevistas na televisão e na internet.
Na segunda-feira, 14, em entrevista na Zona Oeste de São Paulo, o candidato afirmou que os minerais críticos são antes um assunto geopolítico, de alinhamento entre países, do que uma questão de infraestrutura ou economia. Ele propôs parcerias internacionais com transferência de tecnologia e a formação de um parque industrial que envolva todas as etapas de processamento. Falou ainda em zonas econômicas especiais perto das áreas de extração, na construção de fábricas e na formação de mão de obra qualificada com institutos de tecnologia. Depois, participou de uma sabatina num canal da internet.
Na quarta-feira, 16, Renan Santos começou o dia com um ato com apoiadores no Centro de Londrina. Ali defendeu mudanças no Judiciário, que dependeriam de aval do Congresso Nacional, e criticou a crise no STF. Disse que há poder demais concentrado nas mãos dos ministros, prometeu proibir escritórios ligados a eles e acabar com as decisões monocráticas, aquelas tomadas por um único ministro. O candidato fez carreata em Arapongas, discursou em Maringá e seguiu de ônibus para Cascavel, numa caravana que pretende percorrer cidades do Sul e do Sudeste. No mesmo dia, foi entrevistado na série de sabatinas de uma revista semanal sobre as eleições de 2026.
Em entrevista exibida no domingo, 13, na televisão aberta, ele já havia comentado o inquérito envolvendo o senador Flávio Bolsonaro no STF, que classificou como problema ético e eleitoral. Também defendeu substituir gradualmente o Bolsa Família por incentivos ao trabalho e disse ter experiência em liderança e gestão de grandes equipes.
A cobertura de centro relatou as agendas em tom descritivo, reproduzindo as falas do candidato entre aspas e registrando que a reforma do Judiciário depende do Congresso. Veículos de direita concentraram-se nas entrevistas: um resumiu as estratégias de Renan Santos para chegar ao segundo turno, e outro anunciou a sabatina com o fundador do MBL, sem avaliar as propostas. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu essas agendas, e nenhuma das matérias ouviu adversários, especialistas ou o próprio Supremo sobre as ideias apresentadas.
Ainda não se sabe com quais países o candidato pretende firmar as parcerias para terras raras, nem como essas cadeias seriam financiadas. Também faltam detalhes sobre o ritmo da substituição do Bolsa Família e sobre os nomes cotados para a equipe ministerial. O conteúdo da sabatina de quarta-feira não foi registrado nas matérias analisadas.
Empresário analisa impacto de inquérito no STF e apresenta estratégias de campanha

Fundador do MBL será entrevistado hoje, às 19h, no VEJA em Foco, com transmissão ao vivo pela VEJA+ TV, pelo site e pelos canais digitais da revista

Candidato defendeu mudanças no Judiciário, que dependeriam de aval do Congresso, e criticou a atual crise no Supremo Tribunal Federal.

Ao falar sobre minerais críticos, candidato disse que esse é um assunto geopolítico, de alinhamento entre países, antes de ser uma questão de infraestrutura ou economia.
