
STF julga em sessão extraordinária a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
1 veículo de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

1 veículo de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
O Supremo Tribunal Federal marcou sessão extraordinária para 15 de setembro de 2026, às 10h, para analisar o relatório da Polícia Federal que descreve as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. É a primeira vez que a Corte examina a abertura de investigação contra um de seus próprios integrantes. O presidente do tribunal, Edson Fachin, assumiu a condução do processo, apresentará o relatório e delimitará o objeto do julgamento, seguido de manifestação da Procuradoria-Geral da República e dos votos em ordem inversa de antiguidade.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O Supremo Tribunal Federal marcou sessão extraordinária para 15 de setembro de 2026, às 10h, para analisar o relatório da Polícia Federal que descreve as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Direita
Veículos de direita enquadram a sessão como teste de accountability do Supremo Tribunal Federal: pela primeira vez a Corte precisa decidir se aplica a um colega o mesmo escrutínio que aplica a terceiros.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
A apuração é sólida e o rito da sessão é descrito com precisão, mas a seleção do que se destaca marca o enquadramento: o texto abre pela 'intensa movimentação' de ministros próximos a Moraes para adiar o julgamento e pela expectativa de pedido de vista, organizando a leitura em torno de resistência corporativa e escrutínio institucional, ângulo característico da cobertura à direita. Não há adjetivação agressiva contra o ministro, o que mantém a confiança em patamar médio.
Perspectivas omitidas
Pela primeira vez, o Supremo Tribunal Federal decide se abre investigação contra um de seus próprios ministros. A sessão extraordinária analisa o relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, sob a condução de Edson Fachin e com expectativa de pedido de vista capaz de adiar a conclusão.
O Supremo Tribunal Federal marcou para 15 de setembro de 2026 uma sessão extraordinária destinada a analisar o relatório da Polícia Federal que descreveu as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. É a primeira vez que a Corte examina a possibilidade de abrir uma investigação contra um de seus próprios integrantes, o que coloca o tribunal diante de um procedimento sem precedente na sua história recente.
A sessão começa às 10h e segue um rito já divulgado pela Corte. O presidente do Supremo, Edson Fachin, que assumiu a condução do processo, lê e aprova a ata do encontro anterior, apresenta o relatório do caso e delimita o objeto do julgamento, ou seja, define exatamente o que os ministros vão decidir. Em seguida, a Procuradoria-Geral da República tem a palavra, e há espaço para eventuais sustentações orais. Fachin vota primeiro, como relator, e os demais votam em ordem inversa de antiguidade: Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.
A cobertura de centro relatou de forma direta o calendário e o procedimento, sem atribuir intenção aos ministros: o tribunal divulgou o rito da sessão que define a abertura ou não da apuração sobre os diálogos com o ex-banqueiro. Veículos de direita enfatizaram os bastidores, descrevendo que ministros próximos a Moraes atuaram nos últimos dias para adiar o julgamento ou mudar sua configuração, e que cresceu a expectativa de um pedido de vista capaz de interromper a análise antes da conclusão. Nessa leitura, o ponto central é o teste de igualdade perante a lei: a Corte precisa mostrar que aplica a um colega o mesmo escrutínio que aplica a terceiros. Até o fechamento desta edição, veículos de esquerda não haviam publicado cobertura própria do caso, o que deixa a página sem o contraponto que costuma organizar esse tipo de julgamento em torno da independência do Judiciário e do risco de um relatório policial de origem contestada virar instrumento de pressão sobre um ministro.
Alguns pontos são fatos comuns às fontes disponíveis. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, já defendeu a nulidade do documento da Polícia Federal, por entender que o antigo relator, André Mendonça, não poderia ter requisitado sua elaboração. Uma tentativa de incluir a análise da conduta de Mendonça na mesma pauta foi recusada por Fachin, que marcou outra sessão para a semana seguinte. Também é registrado que magistrados derrubaram o sigilo de uma série de processos ligados à investigação do Banco Master e obtiveram acesso à íntegra do celular de Vorcaro.
Restam dúvidas relevantes sobre a própria composição do julgamento. Moraes não deve votar, por ser o ponto central da discussão. A participação de Dias Toffoli é incerta, já que ele não tem acompanhado os julgamentos sobre o Banco Master. Existe ainda a possibilidade de ministros apresentarem pedidos de suspeição ou impedimento de outros magistrados, entre eles o próprio Mendonça. Se o pedido de vista se confirmar, parte dos ministros pode optar por antecipar o voto, o que daria ao público uma leitura parcial do placar sem decisão final. Não se sabe qual seria o prazo de devolução de uma eventual vista, nem o conteúdo exato do relatório da Polícia Federal, que segue descrito apenas em linhas gerais na cobertura disponível.
As fontes disponíveis convergem nos fatos centrais: a sessão é extraordinária e inédita, trata do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, é conduzida por Edson Fachin e pode ser interrompida por pedido de vista. Também é ponto comum que a Procuradoria-Geral da República já defendeu a nulidade do documento policial.

Há expectativa de que pedido de vista interrompa análise sobre relação entre ministro e Daniel Vorcaro
Corte vai decidir se abre processo contra o ministro por suas conexões com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes classifica como “farsa” o relatório da PF contra ele, e seus aliados no Supremo devem pedir vista para interromper o julgamento. Quaest aponta vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no segundo turno, embora ainda em empate técnico com Lula. UE quer restringir acesso de menores de 15 anos às redes sociais e à inteligência artificial. O Segredo de Widow’s Bay, da Apple TV, domina o Emmy,



