STF suspende análise sobre investigar Alexandre de Moraes após vista de Flávio Dino
4 veículos de centro · 3 veículos de direita

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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou em 15 de setembro a análise inédita da Petição 16.662, que pode abrir investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A sessão não chegou ao mérito: após placar parcial de 4 a 3 pelo julgamento separado dos casos de Moraes e André Mendonça, Flávio Dino pediu vista, com prazo regimental de até 90 dias.
O Supremo Tribunal Federal voltou a adiar a decisão sobre investigar Alexandre de Moraes por suas conexões com Daniel Vorcaro. Antes da sessão, ministros próximos de Moraes pressionaram por adiamento, e o placar que chegou a ser projetado a favor da investigação se desfez com o impedimento de Nunes Marques e o pedido de vista de Flávio Dino.
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7 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
O Supremo Tribunal Federal começou a analisar, pela primeira vez, se abre investigação contra um de seus ministros. O caso envolve Alexandre de Moraes e mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Após placar de 4 a 3 pela análise separada dos casos de Moraes e André Mendonça, Flávio Dino pediu vista, com prazo de até 90 dias.
O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou na terça-feira, 15 de setembro, sem decisão a sessão extraordinária que analisava se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por causa de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O ministro Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise. Pelo regimento da Corte, ele tem até 90 dias para devolver o processo.
É a primeira vez que o tribunal discute a possível abertura de uma investigação contra um de seus próprios integrantes. O caso tramita como Petição 16.662 e nasceu de um relatório da Polícia Federal produzido a pedido do ministro André Mendonça, relator das apurações sobre o Banco Master, a partir do material apreendido no celular de Vorcaro. No sábado, 12 de setembro, o presidente do STF, Edson Fachin, assumiu a relatoria da petição, com base em regra interna que atribui à presidência a condução de apurações preliminares contra ministros.
A sessão não chegou ao mérito. Os ministros discutiram antes se o caso de Moraes deveria ser julgado separadamente ou em conjunto com o pedido de investigação contra Mendonça, previsto para 23 de setembro. O placar parcial ficou em 4 a 3 pela análise separada: Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Mendonça de um lado; Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e o próprio Moraes do outro. Dias Toffoli declarou-se suspeito. Nunes Marques declarou-se impedido, citando sua condição de presidente do Tribunal Superior Eleitoral e o possível impacto do julgamento sobre a eleição presidencial de outubro.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, já havia defendido a nulidade do relatório da Polícia Federal, por entender que Mendonça não poderia ter requisitado sua elaboração. Moraes classificou o relatório como farsa, negou favorecimento a Vorcaro e afirmou, em manifestação a Fachin, que Mendonça agiu de forma inconstitucional e ilegal.
A cobertura de centro tratou o julgamento como um capítulo de uma crise institucional mais ampla. Ela descreveu a guerra de ofícios entre ministros sobre o sigilo do caso Master, a disputa pelo acesso à íntegra do celular de Vorcaro, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado por Mendonça e revertido por Dino, e as citações ao próprio Gonet no material. A cobertura de centro também registrou a reação do candidato à Presidência Ronaldo Caiado, do PSD, que disse que o STF vive uma fase procrastinatória e defendeu investigar Moraes.
Veículos de direita enfatizaram a pressão de ministros próximos de Moraes para adiar ou reconfigurar o julgamento. Um deles relatou que, antes da sessão, integrantes da Corte projetavam cinco votos a quatro a favor da investigação, e que o cenário mudou na véspera, quando mensagens do celular de Vorcaro citaram o advogado Kevin Marques, filho de Nunes Marques. Segundo essas mensagens, Luiz Rennó, então diretor jurídico do Banco Master, mencionava pagamentos de R$ 500 mil mensais ligados a Kevin. O advogado nega ter prestado serviços ao banco. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o julgamento.
Ainda não se sabe quando Dino devolverá o processo, se os casos de Moraes e de Mendonça serão analisados juntos e qual será o objeto final da deliberação. Também segue em aberto o que o conteúdo integral do celular de Vorcaro revela sobre outras autoridades.
O ministro Alexandre de Moraes poderia enfrentar uma derrota no Supremo Tribunal Federal (STF) caso fosse realizada, na terça-feira (15),

Sessão extraordinária começa às 10h; Fachin definirá no plenário quais questões serão analisadas pelos ministros

Candidato pediu abertura de investigação contra Alexandre de Moraes.

Na próxima semana, ministros vão se reunir para analisar pedido de investigação contra André Mendonça

STF divulgou o rito de terça-feira (15/9) do julgamento que vai definir a abertura ou não de uma investigação contra Alexandre de Moraes, em caso envolvendo diálogos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Há expectativa de que pedido de vista interrompa análise sobre relação entre ministro e Daniel Vorcaro

Corte vai decidir se abre processo contra o ministro por suas conexões com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes classifica como “farsa” o relatório da PF contra ele, e seus aliados no Supremo devem pedir vista para interromper o julgamento. Quaest aponta vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no segundo turno, embora ainda em empate técnico com Lula. UE quer restringir acesso de menores de 15 anos às redes sociais e à inteligência artificial. O Segredo de Widow’s Bay, da Apple TV, domina o Emmy,
Nesta matéria: perspectiva omitida.