Van Hattem lidera Senado no Rio Grande do Sul com 22%, diz Real Time Big Data
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

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A leitura predominante entre veículos de esquerda é a de que nenhum candidato abriu vantagem real no Rio Grande do Sul: com margem de erro de dois pontos percentuais, Marcel Van Hattem (Novo), Manuela D'Ávila (PSOL) e Ubiratã Sanderson (PL) estão tecnicamente empatados na liderança, e Paulo Pimenta (PT) e Germano Rigotto (MDB) seguem no páreo pelas duas vagas. Nesse enquadramento, o dado relevante é a competitividade do campo progressista, que mantém duas candidaturas entre os cinco primeiros colocados numa disputa em que a direita também apresenta dois nomes fortes. A ênfase recai sobre a indefinição e sobre a capacidade de o eleitorado gaúcho ainda decidir entre projetos distintos de representação no Senado, e não sobre a posição de um único nome no topo da lista.
Entre veículos de direita, o resultado é lido como uma virada no Rio Grande do Sul: Marcel Van Hattem (Novo) assumiu a primeira posição com 22% das intenções de voto e deslocou Manuela D'Ávila (PSOL), que vinha liderando praticamente todos os levantamentos anteriores e agora aparece com 18%.
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2 fontes políticas
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Os dois lados reproduzem os mesmos números e a mesma metodologia: 22% para Marcel Van Hattem, 18% para Manuela D'Ávila e para Ubiratã Sanderson, 16% para Paulo Pimenta e 14% para Germano Rigotto, com 1.600 entrevistas entre 5 e 9 de setembro e margem de erro de dois pontos. Ambos reconhecem que a margem de erro produz empate técnico na liderança e que a disputa pelas duas vagas segue aberta.
A pesquisa Real Time Big Data para o Senado no Rio Grande do Sul põe Marcel Van Hattem (Novo) em 22%, à frente de Manuela D'Ávila (PSOL) e Ubiratã Sanderson (PL), com 18% cada, dentro da margem de erro. Abaixo, como a cobertura de esquerda e a de direita leram o mesmo número.
O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo) aparece numericamente à frente na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Sul no Senado, com 22% das intenções de voto, segundo levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado em 10 de setembro de 2026. Logo atrás vêm a ex-deputada Manuela D'Ávila (PSOL) e o deputado Ubiratã Sanderson (PL), ambos com 18%, o que coloca os três em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores gaúchos entre os dias 5 e 9 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RS-05497/2026. Na sequência do pelotão aparecem o deputado Paulo Pimenta (PT), com 16%, e o ex-governador Germano Rigotto (MDB), com 14%. Pelo critério da margem de erro, esses dois não alcançam Van Hattem, mas empatam tecnicamente com Manuela D'Ávila e com Sanderson. Frederico Antunes (PSD) registra 5%, enquanto Luciano do MLB (UP) e Milton Cardoso (PSDB) marcam 1% cada. Votos brancos e nulos somam 3%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Toda a cobertura converge nos números, na metodologia e no diagnóstico central: a disputa gaúcha está indefinida, com cinco nomes concentrados numa faixa de apenas oito pontos percentuais e duas cadeiras em jogo. Há convergência também sobre um efeito pouco usual dessa configuração, já que candidatos aliados competem entre si. Van Hattem e Sanderson integram a mesma chapa, assim como Manuela D'Ávila e Paulo Pimenta, de modo que a briga pela segunda vaga pode se dar dentro de cada grupo, e não apenas entre eles.
A divergência aparece na escolha do que é o fato principal. Veículos de esquerda destacaram o empate técnico na liderança, titulando pelo trio igualado e enfatizando que ninguém abriu vantagem real, leitura que preserva a competitividade das duas candidaturas do campo progressista e trata o resultado como retrato de um eleitorado ainda indeciso. Veículos de direita enfatizaram a mudança de posição, descrevendo que Van Hattem assumiu a liderança e que Manuela D'Ávila perdeu a primeira colocação que ocupava em praticamente todos os levantamentos anteriores, com ênfase no avanço do candidato do Novo e na presença de dois nomes da direita entre os três primeiros. A cobertura de centro não registrou este levantamento específico até o momento, embora veículos desse perfil venham publicando pesquisas equivalentes sobre o Senado em outros estados.
O que ainda não se sabe é relevante para avaliar o alcance do número. Nenhum dos textos informa quem encomendou e quem financiou a pesquisa, dado que costuma constar do registro eleitoral e ajuda a contextualizar o levantamento. Também não há série histórica apresentada com números comparáveis dos levantamentos anteriores, o que impede medir com precisão a variação atribuída a cada candidato. Não foram divulgados os recortes por região, faixa de renda ou escolaridade, nem a distribuição entre primeiro e segundo voto, informação decisiva numa eleição em que cada eleitor escolhe dois nomes e em que a transferência entre companheiros de chapa pode definir a segunda vaga. Por fim, não há dado sobre rejeição dos candidatos, indicador que costuma antecipar o teto de crescimento de cada campanha.
O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo) assumiu a liderança na disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul, segundo

Paulo Pimenta e Rigotto também estão na briga pelas vagas, segundo o Real Time Big Data

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