Janja responde a gritos de opositores durante comício de Lula em Curitiba
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, fez comício no sábado, 12 de setembro, na Boca Maldita, centro de Curitiba. Durante a fala da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, vieram vaias e gritos de prédios vizinhos, e ela pediu aos apoiadores que não respondessem. No palanque, Lula ligou o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao caso Banco Master, acusação que o senador nega.
A cobertura de esquerda trata o episódio como provocação organizada por políticos bolsonaristas contra um ato pacífico. O deputado estadual Tito Barichello (PL) e a vereadora Delegada Tathiana Guzella (PL), ambos candidatos, foram filmados numa janela, e Barichello gritou 'Lula bandido'. Janja pediu calma e associou os ataques a ódio, desinformação e misoginia.
A cobertura de direita destaca que a primeira-dama foi vaiada por moradores dos prédios vizinhos ao comício e reclamou do gesto dos opositores. O texto enfatiza que Lula endureceu os ataques a Flávio Bolsonaro no caso Master depois de pesquisas mostrarem o senador em empate técnico com o presidente.
6 fontes políticas
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, foi interrompida por vaias e gritos vindos de prédios vizinhos durante o comício de Lula na Boca Maldita, em Curitiba. As coberturas divergem sobre quem protagonizou os gritos, e no palanque o presidente usou o caso Banco Master para atacar Flávio Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, candidato à reeleição, realizou um comício na manhã de sábado, 12 de setembro, na Boca Maldita, no centro de Curitiba. O ato, batizado de "Brasil pronto pra mais", ficou marcado por um episódio envolvendo a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja: enquanto ela falava aos apoiadores, vieram vaias e gritos de prédios vizinhos à concentração.
Há convergência sobre o essencial. Janja apresentava ao público, por meio de um QR Code, um comparativo entre o governo Lula e o anterior quando foi interrompida. Ela pediu que os apoiadores não respondessem, disse "liga não, gente, vamos seguir aqui" e afirmou que os opositores seriam vencidos no voto. Participaram do palanque o candidato ao governo do Paraná, Requião Filho, do PDT, e os candidatos ao Senado Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha, ambos do PT. Foi a primeira visita de Lula ao Paraná neste ano, numa sequência de atos pelo Sul que passou por Porto Alegre na véspera.
No discurso, Lula voltou a ligar o senador Flávio Bolsonaro, do PL, seu principal adversário, ao caso do Banco Master. "Eles criaram um banqueiro e nós prendemos esse banqueiro", disse, em referência a Daniel Vorcaro, a quem atribuiu um golpe de 60 bilhões de reais. A cobertura de centro relatou que documentos divulgados na sexta-feira sugerem que o senador atuou como interlocutor de Vorcaro no financiamento do filme Dark Horse, e registrou que Flávio fala em patrocínio privado e nega irregularidades. O presidente também citou uma empresa ligada a Flávio que funciona no mesmo prédio de firmas do investigado conhecido como Careca do INSS; a cobertura de centro ressaltou que dividir endereço não comprova participação em fraude. O ato ocorreu um dia depois de pesquisa Datafolha apontar empate técnico entre Lula e Flávio no primeiro e no segundo turno.
As coberturas divergem sobre quem protagonizou as vaias. Veículos de esquerda destacaram que os gritos partiram de uma janela onde estavam o deputado estadual Tito Barichello e a vereadora Delegada Tathiana Guzella, ambos do PL e candidatos neste ano, e que Barichello gritou "Lula bandido". Nessa leitura, Janja reagiu com serenidade e associou as provocações a ódio, desinformação e misoginia. Veículos de direita enfatizaram que a primeira-dama foi vaiada por moradores dos prédios próximos e reclamou do gesto, e apresentaram os ataques de Lula a Flávio como reação à aproximação do senador nas pesquisas. A cobertura de centro descreveu as vaias sem identificar os autores e deu mais espaço ao conteúdo do discurso, incluindo a defesa do aumento da renda.
Ainda não se sabe quantas pessoas participaram das vaias nem se houve outras manifestações além das atribuídas aos dois candidatos do PL. Os parlamentares apontados não se pronunciaram nas reportagens. Também segue em aberto o desfecho das investigações do caso Master citadas por Lula, que ainda não resultaram em acusação formal contra Flávio Bolsonaro.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva foi vaiada por pessoas que estavam em prédios próximos ao comício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste sábado (12), na Boca Maldita, no centro de Curitiba. A reação ocorreu enquanto Janja falava aos apoiadores. Já Lula aproveitou o ato para explorar as novas revelações do caso Master e para defender o aumento da renda. A primeira-dama orientava o público a acessar, por meio de um QR Code, uma página com um comparativo entre os governos Lula

Presidente faz ato na Boca Maldita neste sábado; Gleisi Hoffmann, Dr. Rosinha e Requião Filho também participam. Leia no Poder360.

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