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Pesquisa Quaest indica que 67% mantêm voto presidencial apesar da crise no STF
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Pesquisa do instituto Quaest divulgada em 14 de setembro de 2026 aponta que 67% dos eleitores dizem que a crise no Supremo Tribunal Federal, deflagrada pelo escândalo do Banco Master, não influencia o voto para presidente. Outros 22% afirmam que o episódio reforça a escolha já feita e 7% consideram trocar de candidato. Foram 2.004 entrevistas entre 10 e 13 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03607/2026. O levantamento ocorre às vésperas da sessão em que o plenário decide se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Pesquisa do instituto Quaest divulgada em 14 de setembro de 2026 aponta que 67% dos eleitores dizem que a crise no Supremo Tribunal Federal, deflagrada pelo escândalo do Banco Master, não influencia o voto para presidente.
Direita
O levantamento do instituto Quaest mostra que a crise no Supremo Tribunal Federal consolida o eleitorado de oposição em vez de dispersá-lo: 40% da direita não bolsonarista e 35% dos bolsonaristas afirmam que o episódio reforça a escolha já feita, contra 10% entre lulistas.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Texto factual, com linguagem descritiva e sem vocabulário valorativo. Enumera recortes por sexo, faixa etária e identificação política, e separa com clareza o dado da pesquisa do relato do conflito entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. O contexto sobre a queda de sigilos e a sessão do plenário é apresentado como cronologia, não como juízo.
Perspectivas omitidas
Reportagem de dados com enunciado da pergunta, tabela de respostas e margens de erro declaradas por subgrupo. Descreve o embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça sem adjetivação e atribui cada medida ao ministro que a tomou, incluindo as decisões de Edson Fachin e de Flávio Dino. Não adota enquadramento de proteção institucional nem de denúncia.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O corpo é majoritariamente tabular e factual, com metodologia e margem de erro declaradas. O sinal editorial aparece no bloco assinado sobre o porquê da publicação de pesquisas, que introduz ressalva de desconfiança metodológica ao lembrar as discrepâncias entre pesquisas e urnas em 2022, enquadramento recorrente do campo à direita, e na ênfase à inversão do segundo turno, em que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula.
Perspectivas omitidas
Às vésperas do julgamento que decide se o Supremo Tribunal Federal abre investigação contra Alexandre de Moraes, pesquisa do instituto Quaest mostra um eleitorado pouco sensível à crise na Corte: 67% dizem que o episódio não influencia o voto para presidente, 22% afirmam que reforça a escolha já feita e apenas 7% consideram trocar de candidato.
A pesquisa do instituto Quaest divulgada em 14 de setembro de 2026 mediu o efeito eleitoral da crise aberta no Supremo Tribunal Federal e encontrou estabilidade. Entre os entrevistados, 67% afirmam que o conflito entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, deflagrado pelo escândalo do Banco Master, não influencia o voto para presidente da República. Outros 22% dizem que o episódio reforça a escolha que já haviam feito, 7% admitem considerar a troca de candidato e 4% não souberam responder. O instituto ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03607/2026.
O levantamento chega às vésperas da sessão em que o plenário da Corte decide se abre investigação contra Alexandre de Moraes, a partir do relatório da Polícia Federal que lista 52 mensagens enviadas pelo ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, a um contato atribuído ao ministro. Se autorizada, será a primeira apuração da história contra um integrante em exercício do tribunal.
Toda a cobertura converge nos números e na metodologia. Também converge no retrato dos subgrupos, que é o dado mais revelador do levantamento: entre lulistas, 84% dizem que a crise não muda o voto e apenas 3% cogitam outro candidato; na esquerda não lulista, 76% não veem influência e 12% consideram mudar; entre os independentes, que somam cerca de um terço do eleitorado, 66% descartam efeito e 9% admitem trocar. Do outro lado do espectro, a crise funciona menos como fator de mudança e mais como cimento: 40% da direita não bolsonarista e 35% dos bolsonaristas afirmam que o episódio reforça a escolha já feita. O conhecimento sobre o caso também é desigual: 48% se dizem bem informados, 27% sabem do assunto mas não acompanham as notícias e 25% desconhecem o escândalo, enquanto 73% afirmam saber do relatório policial.
A ênfase muda conforme o campo editorial. Veículos de direita destacaram o bloco de intenção de voto do mesmo campo, em que Lula soma 36% contra 31% de Flávio Bolsonaro no cenário estimulado de primeiro turno, mas a simulação de segundo turno inverte o quadro, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente por 42% a 40%, empate técnico dentro da margem. Essa cobertura acrescentou ressalva metodológica, lembrando que pesquisas divulgadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes diante do resultado das urnas, e tratou o levantamento como leitura de momento. A cobertura de centro concentrou-se na pergunta sobre a crise e na cronologia institucional: a retirada de sigilo determinada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, a decisão do ministro Flávio Dino sobre outro processo ligado ao caso do filme Dark Horse, a saída de Moraes da relatoria do inquérito das fake news e a sessão marcada para 15 de setembro. Até o momento não houve cobertura de veículos de esquerda sobre este levantamento; o dado que sustentaria a leitura desse campo está no próprio recorte por identificação política, com 84% dos lulistas declarando que o episódio não altera a decisão de voto e apenas 7% do eleitorado total cogitando mudar de candidato.
O que ainda não se sabe é o desfecho do julgamento e o seu efeito sobre a percepção pública, já que o campo da pesquisa foi encerrado antes da sessão. Também não se sabe o que Alexandre de Moraes respondeu às mensagens, porque o interlocutor usava recurso de visualização única, lacuna que só uma apuração formal poderia preencher com depoimentos e cruzamento de dados. Nenhuma das fontes mediu como o quarto de eleitores que desconhece o caso reagiria se o assunto passasse a circular com mais intensidade, nem se o comportamento dos independentes, o grupo com maior peso na decisão da disputa, se mantém estável depois da decisão do plenário.
Todos os lados aceitam os números e a metodologia do levantamento: 2.004 entrevistas entre 10 e 13 de setembro, margem de dois pontos e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Há convergência também no diagnóstico de que a crise no Supremo Tribunal Federal mexe pouco na intenção de voto, já que apenas 7% do eleitorado cogitam trocar de candidato por causa dela.

Pesquisa Quaest mostra como estão Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury e outros candidatos na disputa para presidente. Leia na Gazeta do Povo

Menos de um décimo (7%) da população diz que cenário na Corte, impactado pelo escândalo do Master, leva a considerar mudar o candidato escolhido para o Planalto

Pesquisa Quaest aponta que apenas 7% dos eleitores cogitam mudar de candidato após novas revelações do caso Master envolvendo ministros do tribunal.



