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Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de julho de 2026 mostra o senador Sergio Moro (PL) na liderança de todos os cenários testados para o governo do Paraná. Ele tem 39% no principal cenário de primeiro turno, contra 18% do deputado estadual Requião Filho (PDT), 12% do ex-prefeito Rafael Greca (MDB) e 7% do deputado federal Sandro Alex (PSD), indicado pelo governador Ratinho Junior (PSD). Nas simulações de segundo turno, Moro vence Requião Filho por 48% a 29%, Greca por 47% a 25% e Sandro Alex por 50% a 18%. O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos, ouviu 1.104 eleitores presencialmente entre 21 e 25 de julho, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e registro na Justiça Eleitoral sob os números BR-01656/2026 e PR-04818/2026.
O senador Sergio Moro (PL) lidera todas as simulações da pesquisa Genial/Quaest para o governo do Paraná divulgada na segunda-feira, 27 de julho de 2026. No cenário principal de primeiro turno, ele aparece com 39% das intenções de voto, seguido pelo deputado estadual Requião Filho (PDT), com 18%, pelo ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), com 12%, e pelo deputado federal Sandro Alex (PSD), com 7%. Luiz França (Missão) e Tony Garcia (DC) marcam 1% cada. Os indecisos somam 15%, e brancos e nulos, 7%.
Nas simulações de segundo turno, o ex-juiz da Lava Jato supera todos os adversários testados: 48% a 29% contra Requião Filho, 47% a 25% contra Greca e 50% a 18% contra Sandro Alex, pré-candidato indicado pelo atual governador, Ratinho Junior (PSD). Num cenário construído sem o nome de Moro, Greca aparece com 33% e Requião Filho com 32%, empate técnico dentro da margem de erro. O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos, ouviu 1.104 eleitores de 16 anos ou mais em entrevistas presenciais entre 21 e 25 de julho, tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob os números BR-01656/2026 e PR-04818/2026.
Toda a cobertura converge nesses números, sem divergência sobre a metodologia ou sobre os percentuais. A cobertura de centro concentrou-se na comparação com a rodada anterior do mesmo instituto, de abril, quando Moro tinha 35% e Requião Filho já marcava 18%, e trouxe também a corrida ao Senado, em que o ex-governador Alvaro Dias (MDB) aparece com 20%, à frente de Deltan Dallagnol (Novo), Gleisi Hoffmann (PT) e Alexandre Curi (Republicanos), todos com 10%. Parte dessa cobertura abriu pelo dado que menos favorece o líder, os índices de rejeição, em que Requião Filho é o mais rejeitado, com 47%, seguido de Moro, com 34%, e Greca, com 32%. Outra parte detalhou a percepção sobre a gestão estadual, com 81% de aprovação, 68% de avaliação positiva e 63% dizendo que o governador merece eleger o sucessor, além dos problemas mais citados pelos paranaenses: saúde, com 28%, violência, com 14%, e educação, com 8%.
Veículos de direita deram ênfase à liderança do senador em todos os cenários e ao seu histórico na Lava Jato, sem apresentar os índices de rejeição nem a avaliação do governo estadual medidos no mesmo levantamento. Nessa cobertura também ficou de fora a aliança firmada com o pré-candidato do PL à Presidência, registrada pelas matérias de centro, que relatam a saída do senador do União Brasil em março e o lançamento da pré-candidatura em maio, em evento ao lado do aliado. Veículos de esquerda não aparecem entre as fontes que cobriram o levantamento neste conjunto de matérias, e o ponto cego recai justamente sobre o campo do segundo colocado, que reúne a maior taxa de rejeição do estado e disputa num terreno em que o governo federal registra 60% de desaprovação e o presidente, 68% de rejeição.
O que ainda não se sabe é se o quadro se sustenta até a votação. A própria pesquisa mostra que 64% dos entrevistados admitem mudar de voto para governador, contra 35% que consideram a decisão definitiva. As matérias não trazem reação dos pré-candidatos aos números, não informam se as pré-candidaturas serão confirmadas nas convenções partidárias e não detalham como devem se formar as alianças estaduais, elemento que costuma redesenhar cenários com quatro nomes competitivos e um bloco de indecisos de dois dígitos.
Toda a cobertura reproduz os mesmos números e a mesma metodologia, sem contestação: Moro com 39% no primeiro turno e vitória em todas as simulações de segundo turno, margem de erro de 3 pontos percentuais, 1.104 entrevistas presenciais entre 21 e 25 de julho e registro na Justiça Eleitoral. Também há convergência sobre a boa avaliação da gestão estadual, com 68% de avaliação positiva, e sobre a liderança de Alvaro Dias na corrida ao Senado.
5 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Relato factual, sem adjetivação: apresenta os percentuais de todos os cenários, a metodologia e a série histórica com a pesquisa de abril. O contexto sobre a saída do senador de um partido, a aliança firmada com o pré-candidato do PL à Presidência e a indicação do candidato do governo estadual é descrito sem juízo de valor, com paridade entre os nomes. Há um bloco final desconexo com chamada para outra matéria, mas ele não altera o enquadramento.
Perspectivas omitidas
Cobertura de pesquisa no padrão factual: título traduz literalmente o dado principal do segundo turno, corpo detalha os cenários, a disputa pelo Senado e a avaliação do governo estadual, incluindo o dado positivo de 68% para uma gestão adversária do líder da corrida. O contexto sobre alianças partidárias é narrado sem qualificação valorativa, o que sustenta o enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
É a cobertura mais completa em dados brutos do conjunto: lista os três cenários de primeiro turno, os seis de segundo turno, a rejeição de todos os pré-candidatos, a aprovação e a avaliação da gestão estadual, a pergunta sobre transferência de voto ao sucessor e os problemas mais citados pelo eleitorado. Não há adjetivação, hierarquia valorativa nem escolha de dado que favoreça um campo, o que caracteriza enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
O título abre pela rejeição do pré-candidato do PDT e o texto dedica uma seção à rejeição do presidente e à desaprovação do governo federal no estado, o que concentra a carga negativa no campo de esquerda. Por outro lado, o próprio corpo registra que o líder da corrida tem a segunda maior rejeição e usa a construção 'apesar da segunda maior rejeição estadual', o que reequilibra a leitura. Sem vocabulário valorativo, o resultado fica em centro com inclinação de seleção.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O texto em si é factual e reproduz corretamente os percentuais, inclusive o cenário sem o senador, em que outro pré-candidato lidera. A inclinação aparece na seleção: título e desenvolvimento organizam a matéria em torno de 'lidera todos os cenários' e deixam de fora exatamente os dois blocos menos favoráveis ao líder que os demais veículos publicaram, a rejeição de 34% e o desempenho do adversário indicado pelo governo estadual em outras medições. Vocabulário sem carga valorativa, daí a confiança moderada.

Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta segunda-feira (27) indica que o senador Sergio Moro (PL) aparece na frente em todos os cenários testados para a sucessão ao governo do Paraná nas eleições deste


Ex-juiz também lidera em cenário de 1º turno, com 39%, contra 18% do filho do ex-governador

Levantamento foi realizado entre 21 e 25 e mostra também cenários de 2º turno e como está a avaliação do atual governo do estado.

Levantamento aponta que petista Lula é o mais rejeitado para a presidência com 68% no estado, enquanto Ratinho Júnior consolida alta aprovação
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Perspectivas omitidas



