
Motta decreta perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt
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Como cada lado cobriu
9 fontes políticas
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Como decidimos →A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados oficializou, em edição extra do Diário da Câmara na noite de quinta-feira (9), a perda dos mandatos dos deputados federais Paulão (PT-AL) e Dayany Bittencourt (União Brasil-CE). A medida cumpre decisões da Justiça Eleitoral após a retotalização dos votos das eleições de 2022 em Alagoas e no Ceará, motivada pela cassação de outros parlamentares. Assumem as vagas Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL) e Priscila Costa (PL-CE), sem necessidade de votação em plenário, conforme o artigo 55 da Constituição.
Veículos com viés à esquerda
Análise editorial
Publicado pelo ICL Notícias (texto de Folhapress), o artigo dedica a maior parte do espaço às falas de defesa de Paulão e Dayany, incluindo a caracterização da decisão como obra de 'elites políticas e econômicas', sem equilíbrio de espaço para a justificativa da Justiça Eleitoral.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Análise editorial
CartaCapital reproduz a nota do PT na íntegra, incluindo a assinatura de dezenas de deputados, e encerra a matéria com chamada de assinatura que enquadra o caso dentro de uma narrativa ideológica mais ampla sobre risco democrático, evidenciando viés editorial de esquerda.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Perfil biográfico neutro dos novos deputados empossados, com contexto factual sobre a disputa entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro pela vaga ao Senado no Ceará, sem juízo de valor.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Folha de S.Paulo relata o processo com detalhamento técnico e dá voz tanto à nota do PT quanto à fala de Paulão sobre o processo em sigilo, sem adjetivar a decisão da Justiça Eleitoral.
Análise editorial
Poder360 detalha com precisão o histórico da liminar de Dias Toffoli e sua reversão, inclui seção dedicada ao 'outro lado' com a nota integral do PT e explica o funcionamento técnico da retotalização, mantendo neutralidade.
Análise editorial
Texto do G1 explica o mecanismo da retotalização de votos sem adjetivação, citando a determinação da Justiça Eleitoral e informando quem assume as vagas.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Correio Braziliense relata os fatos com base no artigo 55 da Constituição e no procedimento formal da retotalização, sem enquadramento ideológico, notando a ausência de resposta dos parlamentares.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
CNN Brasil expõe tanto a nota do PT quanto a declaração de Dayany Bittencourt sobre violência política de gênero, sem endossar nenhuma das versões, mantendo o relato factual do processo eleitoral.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial de direita do publisher, o texto da Jovem Pan é factual, relata a nota do PT e a fala de indignação de Paulão sem adjetivação própria da redação.
Perspectivas omitidas
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou, em edição extra do Diário da Câmara publicada na noite de quinta-feira (9), a perda dos mandatos dos deputados federais Paulão (PT-AL) e Dayany Bittencourt (União Brasil-CE). A decisão cumpre determinações da Justiça Eleitoral após a retotalização dos votos das eleições de 2022 em Alagoas e no Ceará, processo que não exige votação em plenário e é amparado pelo artigo 55 da Constituição. Em seu lugar, assumem os deputados Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL) e Priscila Costa (PL-CE). A cobertura de centro, presente em G1, CNN Brasil, Correio Braziliense, Folha de S.Paulo e Poder360, explicou o mecanismo técnico por trás da mudança: quando a Justiça Eleitoral anula os votos de um candidato, o quociente eleitoral e o quociente partidário precisam ser recalculados, o que pode alterar a distribuição das cadeiras entre os partidos. No caso de Alagoas, a alteração decorre da cassação do candidato João Catunda (PP), por captação ilícita de recursos; no Ceará, da cassação de Heitor Freire (União Brasil), por arrecadação e gastos ilícitos de campanha, cujos votos foram anulados pelo TSE em maio. Esses veículos também registraram que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, chegou a suspender temporariamente a retotalização em Alagoas, mas concluiu recentemente que a liminar havia perdido eficácia e restabeleceu a decisão anterior. Veículos de esquerda, como ICL Notícias e CartaCapital, deram maior destaque à reação dos parlamentares afetados. A bancada do PT classificou a decisão como fruto de uma decisão judicial engendrada em favor das elites políticas e econômicas do estado e anunciou que apresentará um mandado de segurança ao Supremo Tribunal Federal. Esses veículos também reproduziram a declaração de Dayany Bittencourt, que afirmou sofrer violência política de gênero e associou a perda do mandato a uma tentativa de atingir seu marido, o pré-candidato ao Senado Capitão Wagner. A cobertura de direita, a exemplo da Jovem Pan, relatou os mesmos fatos e deu espaço à fala pessoal de Paulão, que classificou o processo como conduzido em sigilo, sem ampla defesa ou contraditório, chamando a situação de vexatória, mas sem contestar a legalidade do procedimento adotado pela Justiça Eleitoral. Ainda não está claro se o Supremo Tribunal Federal vai reverter a perda do mandato de Paulão quando retomar o julgamento após o recesso do Judiciário, em agosto — o voto do ministro Dias Toffoli, favorável à manutenção do parlamentar, ainda depende da maioria do colegiado do TSE. Também não há definição sobre eventuais recursos da defesa de Dayany Bittencourt nem sobre o desfecho da disputa pela vaga ao Senado no Ceará, que já opõe a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o pré-candidato Flávio Bolsonaro em torno do apoio a Priscila Costa.
Duas cadeiras de deputado federal trocam de mãos: em Alagoas, Paulão (PT) perde o lugar para Nivaldo Albuquerque (Republicanos); no Ceará, Dayany Bittencourt (União Brasil) perde o lugar para Priscila Costa (PL). O STF deve reavaliar o caso de Paulão em agosto, podendo reverter a decisão.
Esquerda (ICL, CartaCapital) enquadra a decisão como injusta, feita em favor de 'elites políticas e econômicas' e cita alegação de violência política de gênero contra Dayany. Centro (G1, CNN, Folha, Poder360) apresenta o processo como consequência técnica e neutra da retotalização eleitoral. Direita (Jovem Pan) reproduz a indignação pessoal de Paulão sem contestar a legalidade da medida.
Todos os lados concordam que a Mesa Diretora apenas cumpriu determinação técnica da Justiça Eleitoral, sem votação em plenário, e que Nivaldo Albuquerque e Priscila Costa assumiram as vagas de Paulão e Dayany Bittencourt.
Não se sabe se o plenário do TSE vai confirmar o voto do ministro Toffoli favorável à manutenção do mandato de Paulão, nem se a defesa de Dayany Bittencourt terá êxito em reverter a decisão no STF ou no TSE.

A Câmara declarou, nesta quinta-feira (09), a perda de mandato de Paulão (PT-AL) e Dayany Bittencourt (União-CE), após retotalização dos votos
Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL) entra no lugar de Paulão (PT-AL). Priscila Costa (PL-CE), que esteve envolvida na crise entre Flávio e Michelle, assume vaga que estava com Dayany (União-CE). Mudanças foram determinadas pelo TSE após retotalização dos votos.

Mudança no cálculo dos votos ocorre após cassação de outros parlamentares

Retotalização de votos determinada pela Justiça Eleitoral levou à saída de deputados do PT e do União Brasil

Mudança foi determinada pela Justiça Eleitoral; Nivaldo Albuquerque e Priscila Costa assumem as vagas.

A Mesa Diretora declarou a vacância dos cargos em cumprimento a decisões do TSE que levaram à retotalização dos votos em Alagoas e no Ceará

Após decisão do TSE sobre retotalização de votos, a Câmara oficializou a perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt nesta quinta-feira.

Decisão cumpre determinação da Justiça Eleitoral que alteraram a composição das bancadas de Alagoas e do Ceará após a retotalização dos votos das eleições de 2022

Parlamentares são afastados após decisão do TSE pela retotalização dos votos em Alagoas e Ceará
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