Carteira de Identidade Nacional pode ter emissão iniciada pelo celular
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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A cobertura de centro relatou que a Carteira de Identidade Nacional, que substitui aos poucos o RG, já pode ter o pedido iniciado pelo celular em plataformas dos governos estaduais, mas que a emissão não é totalmente digital: na maioria dos estados é preciso ir a um posto para fotografia e biometria. O texto informa que a primeira via é gratuita e que o RG vale até 28 de fevereiro de 2032.
Com base em IstoÉ
Veículos de direita publicaram textos de serviço sobre a Carteira de Identidade Nacional, sem enquadramento opinativo. Além do passo a passo e da entrega pelos Correios em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, acrescentaram a base legal, a Lei nº 14.534, de 2023, o início das emissões em 2022 no Rio Grande do Sul e a validade de dez anos para quem tem entre 12 e 59 anos.
Com base em Terra Brasil Notícias
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Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
A Carteira de Identidade Nacional, que usa o CPF como número único, pode ter o pedido iniciado pelo celular nos portais estaduais. Na maioria dos estados ainda é preciso ir a um posto para foto e biometria. A primeira via é gratuita, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo entregam em casa e o RG antigo vale até 28 de fevereiro de 2032.
A Carteira de Identidade Nacional, a CIN, que substitui aos poucos o antigo Registro Geral, o RG, já pode ter o pedido iniciado pelo celular. O cidadão preenche os dados, escolhe uma unidade de atendimento e, nos estados que usam agendamento eletrônico, marca data e horário. As matérias analisadas foram publicadas na segunda-feira, 2 de novembro de 2026, e tratam o tema como serviço ao leitor.
A cobertura de centro relatou que a emissão não é totalmente digital. Na maioria dos estados, a pessoa ainda precisa ir a um posto de identificação para apresentar documentos, tirar a fotografia e fornecer a biometria. Um dos textos de direita descreve a mesma etapa presencial, com coleta de fotografia, digitais e assinatura.
As matérias convergem em vários pontos. A nova carteira usa o Cadastro de Pessoas Físicas, o CPF, como número único em todo o país, o que acaba com a possibilidade de uma pessoa ter números de RG diferentes em cada estado. O documento tem QR Code para conferir a autenticidade. A primeira via é gratuita em todo o Brasil. Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo oferecem entrega em casa pelos Correios. Em Minas, o prazo informado é de até 15 dias úteis, com até três tentativas. No Rio, a entrega não tem custo adicional. Em São Paulo, quem troca a retirada no Poupatempo pelo envio paga uma taxa de entrega. Quem tem 60 anos ou mais recebe a carteira com validade indeterminada, e crianças de até 11 anos, com validade de cinco anos.
O RG antigo segue valendo. A cobertura de centro e um dos textos de direita informam que o modelo atual continua válido até 28 de fevereiro de 2032. Os veículos de direita trouxeram, cada um, contexto que o texto de centro não registrou: a base legal, a Lei 14.534, de 11 de janeiro de 2023; o início das emissões em 2022, no Rio Grande do Sul; e a validade de dez anos para quem tem entre 12 e 59 anos. Um desses textos de direita atribui parte das informações a outro veículo de imprensa e cita o governo federal como fonte sobre os mecanismos de segurança do documento.
Não há divergência política entre os lados que cobriram. As diferenças são de detalhe prático. Um texto de direita afirma que o pedido começa pelo aplicativo ou pelo portal Gov.br e lista o RG e o comprovante de residência entre os documentos exigidos. A cobertura de centro e o outro texto de direita dizem que o pedido começa no portal do órgão de identificação de cada estado, e este último acrescenta que o governo federal mantém uma página com os links de agendamento dos 26 estados e do Distrito Federal. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a noite de 2 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, nenhum dos textos informava o valor da taxa de entrega cobrada em São Paulo nem o preço da segunda via em cada estado, que a cobertura de centro diz depender da legislação estadual. As matérias também não traziam números sobre quantas carteiras já haviam sido emitidas nem sobre o tempo de espera nos postos de atendimento.
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