Pesquisas Quaest mapeiam Lula e Flávio Bolsonaro em 24 estados e no DF
5 veículos de esquerda · 10 veículos de centro · 12 veículos de direita

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Na leitura de direita, o mapa estadual confirma o avanço de Flávio Bolsonaro justamente onde a economia produtiva pesa mais. O senador lidera com folga no Acre e em Mato Grosso, ambos com 50%, em Mato Grosso do Sul com 42%, e ainda no Paraná, no Rio de Janeiro, em Rondônia, em Roraima e em Santa Catarina, além de aparecer à frente no Distrito Federal com 33%. No cenário nacional de segundo turno, o senador marcou 42% contra 41% de Luiz Inácio Lula da Silva. O dado mais citado nesse campo é a avaliação do governo federal: 50% de desaprovação contra 44% de aprovação. Também ganha destaque o bloco do questionário paulista sobre conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal, código de ética para a Corte e as suspeitas ligadas ao caso Banco Master.
Os números estaduais mostram que a base social de Luiz Inácio Lula da Silva segue firme onde as políticas de transferência de renda e de recuperação de serviços públicos tiveram maior alcance. No Nordeste, a vantagem é ampla e consistente: 58% na Bahia, 55% no Ceará, 59% no Maranhão e 44% em Alagoas, contra percentuais de 22% a 32% de Flávio Bolsonaro nesses mesmos estados.
A uma semana do primeiro turno de 2026, o instituto Quaest divulgou entre 22 e 24 de setembro uma série de pesquisas que cobre 24 estados e o Distrito Federal. No primeiro turno da disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente em nove estados, Flávio Bolsonaro em oito, e os dois ficam tecnicamente empatados em oito unidades da Federação, entre elas São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
27 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Todos os lados registram a mesma estrutura de disputa: Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro isolados na corrida presidencial, com os demais candidatos raramente passando de 6%; empate técnico em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul; e levantamentos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, com nível de confiança de 95% e margem de erro de dois a três pontos percentuais.
Entre 22 e 24 de setembro, o instituto Quaest divulgou pesquisas presidenciais em 24 estados e no Distrito Federal. Lula aparece à frente em nove, Flávio Bolsonaro em oito, e os dois empatam tecnicamente em oito, entre elas São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Abaixo, o que cada lado da cobertura escolheu destacar na mesma tabela.
A uma semana do primeiro turno das eleições de 2026, uma nova rodada de pesquisas estaduais redesenhou o mapa da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL. O instituto Quaest divulgou levantamentos entre 22 e 24 de setembro cobrindo 24 estados e o Distrito Federal. No consolidado do primeiro turno, Lula aparece à frente em nove estados, Flávio Bolsonaro em oito, e os dois estão tecnicamente empatados em oito unidades da Federação, entre elas São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Não houve pesquisa no Piauí, e os números do Pará ficaram para divulgação posterior.
A cobertura de centro relatou o quadro com a ficha técnica na mão. A margem de erro é de três pontos percentuais em quase todos os estados, com exceção de São Paulo, onde é de dois pontos, e o nível de confiança é de 95%. No levantamento nacional divulgado em 21 de setembro, Lula tinha 37% e Flávio Bolsonaro 33% no primeiro turno, com 42% a 41% para o senador num eventual segundo turno. A mesma cobertura registrou 50% de desaprovação e 44% de aprovação do governo federal, além de rejeição de 56% a Flávio Bolsonaro e de 55% a Lula. Em Minas Gerais, onde o presidente foi de 31% para 35% e o senador de 27% para 30%, o texto fez a ressalva metodológica de que, dentro da margem de três pontos, não se pode falar em crescimento.
Os três blocos de cobertura convergem em quatro pontos. Primeiro, que a disputa presidencial está polarizada em dois nomes, com os demais candidatos raramente passando de 6%. Segundo, que os três maiores colégios eleitorais seguem indefinidos. Terceiro, que a proporção de indecisos ainda é grande, chegando a 13% em Minas Gerais e a 25% no cenário estimulado da disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. Quarto, que todos os levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral, com amostras entre 804 e 1.610 entrevistas.
A divergência está na seleção do que merece manchete. Veículos de esquerda concentraram a cobertura nos estados em que a vantagem do presidente é folgada, sobretudo no Nordeste, onde ele marcou 58% na Bahia, 55% no Ceará e 59% no Maranhão, e nas corridas estaduais em que candidaturas de centro e de esquerda aparecem competitivas, como a da Paraíba, com Lucas Ribeiro em 49%, e a do Rio Grande do Sul, com Juliana Brizola em 23% contra 29% de Luciano Zucco. Nessa leitura, o empate nos grandes colégios eleitorais indica que o campo conservador não consolidou vantagem.
Veículos de direita enfatizaram o outro lado da mesma tabela: o crescimento do senador no Acre, de 42% para 50%, em Mato Grosso, de 43% para 50%, e em Mato Grosso do Sul, de 33% para 42%, além da liderança no Distrito Federal, com 33% contra 32%. Esse campo também deu espaço maior ao bloco do questionário paulista dedicado à conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que inclui perguntas sobre participação em empresas privadas, pagamento por palestras, criação de um código de ética para a Corte e as suspeitas ligadas ao caso Banco Master. A desaprovação de 50% do governo federal é o número mais repetido nessa cobertura.
Parte da divergência é de calendário, não de conteúdo. As pesquisas foram divulgadas em dias diferentes, e a contagem por estado mudou ao longo da semana: a consolidação mais recente do período aponta o presidente à frente em onze estados e o senador em oito mais o Distrito Federal, com empate técnico nas sete localidades restantes.
O que ainda não se sabe é decisivo. Os resultados do Pará não estavam divulgados, e novas rodadas estão marcadas para depois desta consolidação: Pernambuco e Bahia pelo Real Time Big Data em 28 de setembro, Minas Gerais e Rio de Janeiro pela Quaest em 29 de setembro. Nenhuma das coberturas mede ainda o efeito do caso Banco Master sobre a intenção de voto, nem para onde vão os votos dos candidatos que não pontuam. Também não há dado sobre o comportamento dos indecisos, que em vários estados superam a diferença entre os dois primeiros colocados.
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A uma semana da eleição presidencial, as pesquisas mais recentes indicam que o presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto em 11 estados, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente em oito, além do Distrito Federal. As demais sete localidades registram empate técnico, incluindo dois entre os três maiores colégios eleitorais do país (Minas Gerais e Rio).

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Consultoria divulgou pesquisas em 7 estados e no DF entre esta terça (22) e quarta-feira (23). Outros 18 levantamentos serão publicados até o sábado (26) — veja a agenda.

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