Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
STF+79André Mendonça+76TSE+74Flávio Dino+72Eleições 2026+57Quaest+57Conferência Nacional dos Bispos do Brasil+28Kassio Nunes Marques+18Guilherme Derrite+16Ricardo Salles+16Tarcísio de Freitas+16André do Prado+16
ver todos

Medidas de Lula sobre bets e Bolsa Família têm apoio de 62% e 59%, diz Quaest

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•28/09/2026•atualizado em 29/09/2026•Lula
Medidas de Lula sobre bets e Bolsa Família têm apoio de 62% e 59%, diz Quaest
Imagem: Pleno News

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • G1Quaest: 62% apoiam restrição a bets e 59% aprovam reajuste do Bolsa FamíliaPesquisa Quaest mostra apoio à restrição de bets e ao reajuste do Bolsa Família. Mulheres são as que mais aprovam as novas medidas.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • Pleno NewsO populismo do voto: Do Bolsa Família à MP das betsPara se reeleger, Lula utiliza apenas políticas eleitoreiras e populismo, enquanto o Brasil afunda em uma crise(abre em nova aba)

    Nesta matéria: falácia identificada.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • O valor mínimo do Bolsa Família sobe 15%, de R$ 600 para R$ 691.
  • A restrição às apostas on-line alcança cassinos digitais e jogos como o Jogo do Tigrinho, num mercado regulamentado em 2023.
  • Canetas emagrecedoras passam a ser oferecidas gratuitamente no Sistema Único de Saúde para tratamento de obesidade.
  • Na corrida presidencial, Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro 34% no primeiro turno, com empate numérico em 42% no segundo.

Onde os lados divergem

  • A leitura de direita trata as medidas como populismo eleitoral, financiado por um endividamento estimado em R$ 1,5 trilhão, e defende regras mais rígidas de permanência no Bolsa Família.
  • A leitura de proteção social trata as mesmas medidas como política pública com demanda real, e vê na aprovação de 59% a 62% a confirmação de que a agenda responde a um problema, não ao calendário.
  • A cobertura de centro não arbitra: registra percentuais, recortes e ficha técnica.

Onde os lados concordam

As duas coberturas reconhecem que a restrição às apostas on-line e o reajuste do Bolsa Família foram anunciados a poucos dias da eleição e que o momento do anúncio tem relação com a disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro.

O que ainda está incerto

  • Não se conhece o texto da medida provisória sobre as apostas nem o prazo de apreciação pelo Congresso Nacional.
  • Não há informação sobre a fonte de financiamento do reajuste do Bolsa Família nem sobre o custo das canetas emagrecedoras na rede pública.
  • Uma única rodada não permite dizer se o avanço de Lula entre mulheres e beneficiários do programa se sustenta até a votação.

Levantamento do instituto Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro e mediu a reação às medidas recentes do governo Lula: restrição às apostas on-line, reajuste de 15% no Bolsa Família e canetas emagrecedoras gratuitas no SUS. As três têm aprovação majoritária, e a cobertura de opinião discute se o anúncio às vésperas do pleito é política pública ou cálculo eleitoral.

Uma pesquisa do instituto Quaest divulgada em 28 de setembro de 2026 mediu a reação do eleitorado a três medidas recentes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva: a restrição às apostas on-line, o reajuste de 15% no valor mínimo do Bolsa Família, que passa de R$ 600 para R$ 691, e a oferta gratuita das chamadas canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde. A restrição às apostas é apoiada por 62% dos entrevistados, o reajuste do Bolsa Família por 59% e a gratuidade do tratamento contra a obesidade por 58%. O levantamento ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em entrevistas domiciliares presenciais realizadas entre 24 e 27 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06520/2026.

A cobertura de centro relatou os números sem enquadramento valorativo e ligou o resultado ao quadro da disputa presidencial. No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, contra 34% de Flávio Bolsonaro; na semana anterior os dois tinham 37% e 33%. Na simulação de segundo turno, ambos empatam numericamente com 42%. O diretor do instituto, Felipe Nunes, afirmou que o aumento da vantagem do presidente entre mulheres, eleitores de baixa renda e beneficiários do Bolsa Família pode estar associado ao anúncio das medidas. Os recortes apontam na mesma direção: o Nordeste é a região que mais aprova o reajuste do benefício, com 72%; o Sudeste concentra o maior apoio à restrição às apostas, com 66%; e os eleitores de 16 a 34 anos aprovam as três medidas acima da média geral.

Veículos de direita leram o mesmo conjunto de medidas como oportunismo eleitoral. Em artigo de opinião assinado, argumentou-se que o Bolsa Família sofreu desvirtuamento ao se transformar em instrumento de manutenção de poder, que o aumento anunciado a 17 dias da eleição funciona como barganha e que a medida provisória contra as apostas é mais um gesto de véspera de pleito. O texto sustenta que 7 milhões de famílias, ou 34,1% dos 20,6 milhões de beneficiários, recebem o benefício há mais de dez anos, com concentração no Nordeste, com 38,8%, e no Norte, com 33,7%, e defende regras mais rígidas, com revisões periódicas e exigência de busca ativa por emprego. Essa cobertura associa ainda as medidas ao endividamento público do mandato, estimado em cerca de R$ 1,5 trilhão, à pressão sobre a taxa de juros e ao desempenho fraco da economia, e cita o escândalo do Banco Master e as irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social como fatores de desgaste do governo.

Nenhum veículo de esquerda cobriu este recorte. Pelo enquadramento que essa parte do espectro costuma sustentar, as duas principais medidas seriam política pública de proteção social e de redução de danos: o reajuste do Bolsa Família recompõe a renda de famílias em situação de pobreza num momento de custo de vida elevado, e a restrição às apostas on-line responde ao endividamento de famílias de baixa renda expostas a plataformas de jogo. A oferta de medicamento contra a obesidade no Sistema Único de Saúde entraria no mesmo raciocínio, como acesso público a um tratamento hoje restrito a quem pode pagar. Nessa leitura, a aprovação majoritária registrada pela pesquisa indicaria que a agenda tem respaldo popular independentemente do calendário eleitoral.

O ponto de convergência entre as coberturas é factual: as três medidas foram anunciadas a poucos dias da eleição e aparecem associadas ao movimento recente das intenções de voto. A divergência está na natureza do gesto. Para a leitura de direita, trata-se de uso da máquina pública para reeleição, com custo fiscal que a conta pública não comporta. Para a leitura de proteção social, trata-se de política com demanda comprovada, que a pesquisa apenas confirma. A cobertura de centro não arbitra entre as duas versões e se limita a registrar os percentuais e a ficha técnica.

O que ainda não se sabe é o essencial para julgar o efeito das medidas. Nenhuma das coberturas detalha o texto da medida provisória que restringe as apostas on-line, o prazo de apreciação pelo Congresso Nacional ou o que acontece com o setor já regulamentado. Também não há informação sobre a fonte de financiamento do reajuste do Bolsa Família nem sobre o custo da oferta de canetas emagrecedoras na rede pública. E não é possível afirmar, com uma única rodada de pesquisa, se o avanço de Lula entre mulheres, eleitores de baixa renda e beneficiários do programa se sustenta até a votação.

Pesquisas eleitoraisEleição presidencial 2026Lula

Fontes

Espectro: Direita
O populismo do voto: Do Bolsa Família à MP das bets
O populismo do voto: Do Bolsa Família à MP das bets

Para se reeleger, Lula utiliza apenas políticas eleitoreiras e populismo, enquanto o Brasil afunda em uma crise

Pleno NewsPleno News
Espectro: Centro
Quaest: 62% apoiam restrição a bets e 59% aprovam reajuste do Bolsa Família
Quaest: 62% apoiam restrição a bets e 59% aprovam reajuste do Bolsa Família

Pesquisa Quaest mostra apoio à restrição de bets e ao reajuste do Bolsa Família. Mulheres são as que mais aprovam as novas medidas.

G1G1

Centro

1 fonte

Pesquisa do instituto Quaest divulgada em 28 de setembro de 2026 mostra apoio majoritário a três medidas recentes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva: 62% aprovam a restrição às apostas on-line, 59% apoiam o reajuste de 15% no valor mínimo do Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691, e 58% são favoráveis à oferta gratuita de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde. No mesmo levantamento, Lula tem 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 34% de Flávio Bolsonaro, e os dois empatam com 42% na simulação de segundo turno. O anúncio das medidas a poucos dias do pleito é apontado como oportunismo eleitoral por parte da cobertura de opinião.

Direita

1 fonte

O conjunto de anúncios feitos a poucos dias da eleição é leitura de uso da máquina pública em favor da reeleição. O aumento do Bolsa Família chega quando o governo precisa de voto entre beneficiários, e a medida provisória contra as apostas on-line surge no mesmo momento, depois de o próprio governo ter regulamentado o setor.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Mais sobre Lula

  • Renan descarta apoio: “Se fosse pra votar num bandido, votava no Lula”
    50% Centro·50% Direita·2 fontes
    Centro 50%Direita 50%2 fontes
  • Quaest: Lula lidera 1º turno com 39% e empata com Flávio Bolsonaro no 2º
    10% Esquerda·80% Centro·10% Direita·10 fontes
    Esquerda 10%Centro 80%Direita 10%10 fontes
  • Lula guarda duas cartas na manga para o segundo turno da eleição
    33% Esquerda·67% Centro·3 fontes
    Esquerda 33%Centro 67%3 fontes

Linha do Tempo

  1. 28 de set. de 2026, 15:04
    Quaest divulga pesquisa registrada no TSE sob BR-06520/2026 com apoio de 62% à restrição das apostas e 59% ao reajuste do Bolsa Família
    g1.globo.compleno.news
  2. 24 de set. de 2026, 00:00
    Quaest realiza entrevistas domiciliares com 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro
    g1.globo.com
  3. 21 de set. de 2026, 00:00
    Rodada anterior da pesquisa Quaest registra Lula com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno
    g1.globo.com