Assembleias Legislativas: eleitores escolhem deputados estaduais em 4 de outubro
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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16 fontes políticas
Os eleitores escolhem em 4 de outubro os deputados estaduais que vão ocupar as Assembleias Legislativas dos 26 estados e a Câmara Legislativa do Distrito Federal, em votação que corre das 8h às 17h, no horário de Brasília. O mandato é de quatro anos, sem limite de reeleição, e cabe ao parlamentar elaborar leis estaduais, fiscalizar o Executivo do estado, aprovar o orçamento e julgar as contas do governador. As listas de candidatos registrados no Tribunal Superior Eleitoral já estão publicadas por estado e ainda podem mudar por renúncia, falecimento ou impugnação. No Rio de Janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral cassou por unanimidade o registro de um deputado estadual que tentava a reeleição.
A disputa pelas Assembleias Legislativas decide quem vai aprovar o orçamento estadual de saúde, educação e segurança, os serviços que sustentam a parcela mais dependente do poder público. A cassação do registro de um deputado estadual do Rio de Janeiro por suspeita de ligação com organização criminosa expõe a infiltração do crime no processo eleitoral e cobra responsabilidade dos partidos que lançam esses nomes.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
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Toda a cobertura apresenta os mesmos fatos: a votação para deputado estadual ocorre em 4 de outubro, das 8h às 17h no horário de Brasília; o eleitor escolhe apenas um nome; as listas de candidatos vêm do registro no Tribunal Superior Eleitoral e ainda podem mudar até o dia do pleito.
Em 4 de outubro, o eleitor escolhe um nome para deputado estadual, e esse voto ajuda a definir quantas cadeiras cada partido conquista na Assembleia Legislativa do seu estado. As listas registradas no Tribunal Superior Eleitoral já estão publicadas, ainda sujeitas a mudança, e uma candidatura no Rio de Janeiro acabou de ser cassada pela Justiça Eleitoral.
Os eleitores brasileiros escolhem em 4 de outubro os deputados estaduais que vão ocupar as Assembleias Legislativas dos 26 estados e a Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde os eleitos são chamados de deputados distritais. A votação do primeiro turno acontece das 8h às 17h, no horário de Brasília, e cada eleitor escolhe apenas um nome para o cargo. No mesmo dia também são votados deputados federais, senadores, governadores e o presidente da República.
A cobertura de centro se concentrou em duas frentes: explicar o que faz o parlamentar estadual e publicar, estado por estado, as listas de candidatos registrados no Tribunal Superior Eleitoral. São Paulo tem 94 cadeiras em disputa, 1.430 candidatos registrados e 34.104.226 eleitores aptos. O Rio de Janeiro disputa 70 vagas, com 1.186 candidatos e 12.857.000 eleitores. A Bahia tem 63 vagas e 643 candidatos; o Rio Grande do Sul, 55 vagas e 541 candidatos; o Paraná, 54 vagas e 616 candidatos; Goiás, 41 vagas e 591 candidatos; Alagoas, 27 vagas e 141 candidatos; Amazonas e Amapá, 24 vagas cada, com 289 e 193 candidatos. Boa parte desses registros ainda aparece como aguardando julgamento, e as listas podem mudar até o dia da votação por renúncia, falecimento ou impugnação.
O deputado estadual tem mandato de quatro anos, sem limite de reeleição. Cabe a ele elaborar e votar leis estaduais, fiscalizar o Executivo do estado, analisar e aprovar o orçamento anual e julgar as contas do governador, depois do parecer do Tribunal de Contas. Pode convocar secretários, abrir Comissões Parlamentares de Inquérito e propor mudanças na Constituição Estadual, mas não pode legislar sobre temas exclusivos da União, como direito penal, direito eleitoral e relações exteriores.
A escolha desses parlamentares segue o sistema proporcional, e não o voto majoritário usado para governador, senador e presidente. Os votos dados aos candidatos e à legenda são somados por partido ou federação; o total de votos válidos dividido pelo número de vagas define o quociente eleitoral, que indica quantas cadeiras cada legenda conquista. Só então os eleitos são definidos pelo ranking interno de votos, e o candidato precisa de pelo menos 10% do quociente eleitoral para ocupar uma dessas vagas. É por isso que se diz que um nome muito votado puxa outros da mesma legenda.
Veículos de esquerda deram destaque a um episódio específico dessa disputa: o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou, por unanimidade, o registro da candidatura à reeleição do deputado estadual Roosevelt Barreto Barcelos, conhecido como Val Ceasa, do Partido Renovação Democrática. A decisão, tomada em ação da Procuradoria Regional Eleitoral, apontou indícios de vínculo do parlamentar com integrantes de organização criminosa ligada ao Terceiro Comando Puro, e a corte enviou informações para apurar eventual responsabilidade do partido na escolha do candidato. O tribunal registrou que a análise se limitou aos requisitos para participar do processo eleitoral e não representa condenação criminal. O parlamentar afirmou ser pessoa íntegra e informou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral. Já veículos de direita não produziram cobertura própria sobre o tema no material reunido, o que deixa um ponto cego: o enquadramento de responsabilidade das legendas e de custo das Assembleias Legislativas não aparece por esse lado.
O que ainda não se sabe é quantas das candidaturas registradas serão de fato deferidas, já que a maior parte das listas segue com situação pendente de julgamento. Também não há informação sobre o desfecho do recurso anunciado pela defesa do parlamentar carioca nem sobre a apuração da responsabilidade do partido. As listas divulgadas não trazem dados de financiamento de campanha, patrimônio ou trajetória dos concorrentes, e a cobertura não alcança todos os estados: nove unidades da federação aparecem com números detalhados, e o restante segue sem levantamento equivalente.
Decisão foi tomada diante de indícios de vínculo do parlamentar com integrantes de organização criminosa ligada ao Terceiro Comando Puro.
Em Alagoas há 2.441.794 eleitores aptos a votar e 27 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

No Rio de Janeiro há 12.857.000 eleitores aptos a votar e 70 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

No Rio Grande do Sul há 8.526.233 eleitores aptos a votar e 55 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

São Paulo tem 34.104.226 eleitores aptos a votar e 94 vagas para deputado na Assembleia Legislativa

Na Bahia há 11.321.005 eleitores aptos a votar e 63 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

No Amazonas há 2.801.182 eleitores aptos a votar e 24 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

Em Goiás há 5.080.755 eleitores aptos a votar e 41 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

No Amapá há 577.534 eleitores aptos a votar e 24 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

No Paraná há 8.609.026 eleitores aptos a votar e 54 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa

Votos ajudam a definir não apenas quais candidatos serão eleitos, mas também quantas cadeiras cada partido ou federação conquistará. Série de vídeos do g1 explica as eleições de 2026 e tira dúvidas.

Ao todo, serão eleitos 513 deputados federais, distribuídos proporcionalmente à quantidade de habitantes em cada um dos seus estados. Os mandatos são de quatro anos, sem limites para reeleição.

Busque o candidato a deputado estadual de São Paulo por nome e confirme número e partido; é possível também checar a situação da candidatura

Procure o candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro por nome e partido, e verifique a situação da candidatura

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Entenda quais são as funções dos parlamentares, que representam o Poder Legislativo nos estados. O g1 detalha as atribuições de cada um dos cinco cargos em disputa no pleito de 2026.
