Xi Jinping pede que Golfo não vire arena de potências em visita do sultão de Omã
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O presidente da China, Xi Jinping, disse ao sultão de Omã, Haitham bin Tariq al-Said, em Pequim, nesta segunda-feira, 2 de novembro, que o Oriente Médio e o Golfo não devem virar palco de rivalidade entre grandes potências. Os dois países assinaram uma declaração conjunta de 20 pontos pedindo a retomada da navegação no Estreito de Ormuz e o retorno de Estados Unidos e Irã ao acordo de junho. As duas matérias do conjunto creditam a mesma agência internacional e trazem texto praticamente idêntico.
Com base em Valor Econômico
A cobertura de direita publicou o despacho de agência internacional, creditado no próprio texto, sem comentário próprio: destacou que a China quer contribuir com soluções para a segurança da região, a declaração conjunta de 20 pontos sobre o Estreito de Ormuz e a viagem do enviado especial Zhai Jun a Irã, Omã e Arábia Saudita.
Com base em InfoMoney
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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A cobertura de centro e a de direita relatam os mesmos fatos: Xi Jinping disse ao sultão de Omã que o Golfo não deve virar palco de rivalidade entre potências, e os dois países pediram a retomada da navegação no Estreito de Ormuz. As duas matérias reproduzem o mesmo despacho de agência internacional.
O presidente chinês, Xi Jinping, recebeu o sultão de Omã, Haitham bin Tariq al-Said, em Pequim em 2 de novembro e afirmou que o Oriente Médio não deve ser palco de rivalidade entre grandes potências. Os dois países firmaram uma declaração de 20 pontos pela retomada da navegação no Estreito de Ormuz e pelo retorno de Estados Unidos e Irã ao acordo de junho.
O presidente da China, Xi Jinping, disse ao sultão de Omã, Haitham bin Tariq al-Said, nesta segunda-feira, 2 de novembro, em Pequim, que o Oriente Médio e a região do Golfo não devem se tornar campo de batalha para a rivalidade entre grandes potências. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da China, Xi afirmou que a paz e a estabilidade na região exigem que todas as partes trabalhem juntas e que a China quer contribuir com soluções para os dilemas de segurança regionais.
O encontro ocorre em meio à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que paralisou o Estreito de Ormuz e elevou os custos globais de energia e de transporte marítimo. As matérias registram que a China, tradicionalmente discreta na diplomacia da região, intensificou os esforços para tentar encerrar as tensões.
A cobertura de centro e a cobertura de direita relataram os mesmos pontos. Os dois países assinaram uma declaração conjunta de 20 pontos, em que concordam que a navegação normal e segura deve ser retomada no Estreito de Ormuz e pedem que Estados Unidos e Irã busquem opções pacíficas, retornem ao acordo firmado em junho e reiniciem o diálogo. A chancelaria chinesa informou ainda que o enviado especial para o Oriente Médio, Zhai Jun, visitará Irã, Omã e Arábia Saudita ainda em novembro. O sultão, que chegou a Pequim no domingo, faz a primeira visita de um chefe de Estado omanense desde que os dois países estabeleceram relações, em 1978. Segundo a mídia estatal de Omã, ele disse ter profundo apreço pelas posições chinesas sobre a região e defendeu um acordo bilateral preferencial de comércio e investimento. A China é o maior parceiro comercial de Omã, e a declaração prevê aprofundar a cooperação em petróleo, gás natural e energias renováveis.
As duas matérias do conjunto creditam a mesma agência internacional de notícias e trazem texto praticamente idêntico. Por isso, a convergência entre elas não equivale a duas apurações independentes. Não há divergência de substância entre a cobertura de centro e a de direita, e nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a tarde de 2 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, os textos não traziam reação dos Estados Unidos, de Israel ou do Irã à declaração conjunta. Também não informavam as datas da viagem do enviado Zhai Jun nem o detalhe do acordo de junho que China e Omã pedem para ser retomado.
A China tem se empenhado consistentemente em pôr fim à guerra e espera contribuir com “sabedoria e soluções para resolver os dilemas de segurança da região”, disse o presidente chinês

Presidente também afirmou que China está disposta a trabalhar com nações árabes para alcançar paz duradoura para a região, que sofre com consequências da guerra entre EUA e Irã
