Paraná Pesquisas: João Campos tem 49,1% e Raquel Lyra 48,6% em Pernambuco
Relato de fonte única, atribuído a Gazeta do Povo. Esta cobertura não compara posições do espectro político.

Resumo da cobertura
O instituto Paraná Pesquisas divulgou em 30 de setembro um levantamento para o governo de Pernambuco que mostra João Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), e Raquel Lyra, do Partido Social Democrático (PSD), empatados dentro da margem de erro. No cenário estimulado de votos válidos, Campos tem 49,1% e Lyra, 48,6%. No segundo turno simulado, o placar é 50,5% a 49,5%, também empate técnico.
Briefing
O que importa para você
- Empate técnico no primeiro turno: João Campos (PSB) 49,1% e Raquel Lyra (PSD) 48,6% dos votos válidos.
- Segundo turno simulado também empatado: 50,5% a 49,5%.
- Margem de erro de 2,7 pontos, 1.352 entrevistas, registro no Tribunal Superior Eleitoral PE-01835/2026.
O que ainda está incerto
- Não há comparação com pesquisas anteriores para indicar tendência.
- Faltam recortes por região, renda e escolaridade.
- Não se sabe para onde irão os 20,6% de indecisos da pesquisa espontânea.
O Paraná Pesquisas ouviu 1.352 eleitores de Pernambuco entre 27 e 29 de setembro. João Campos, do PSB, e Raquel Lyra, do PSD, estão em empate técnico no primeiro turno, com 49,1% e 48,6% dos votos válidos, e no segundo turno simulado, com 50,5% a 49,5%. A margem de erro é de 2,7 pontos.
O instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta quarta-feira, 30 de setembro, um levantamento sobre a disputa pelo governo de Pernambuco que aponta empate técnico entre os dois principais candidatos. João Campos, do Partido Socialista Brasileiro, o PSB, tem 49,1% dos votos válidos no cenário estimulado de primeiro turno. Raquel Lyra, do Partido Social Democrático, o PSD, aparece com 48,6%. A diferença, de meio ponto, está dentro da margem de erro.
Até o momento, apenas um veículo cobriu a pesquisa, relatando os números de forma descritiva. Segundo essa cobertura, o cenário estimulado considera apenas os votos válidos, ou seja, exclui brancos, nulos e indecisos. Depois dos dois líderes vêm Ivan Moraes, do PSOL, com 1,1%, Professora Camila, da Unidade Popular, e Renan Hallais, do partido Missão, com 0,4% cada, Victor Assis, do PCO, com 0,2%, e Guilherme Fonseca, do PSTU, com 0,1%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados ao entrevistado, o quadro é igualmente apertado. Campos tem 36,7% e Lyra, 36,5%. Os que não sabem ou não quiseram opinar somam 20,6%, e os que citam ninguém, branco ou nulo chegam a 5,2%. Os demais candidatos não passam de 0,7%.
O instituto também simulou um segundo turno entre os dois. João Campos aparece com 50,5% e Raquel Lyra com 49,5%, diferença de um ponto percentual, novamente dentro da margem de erro. A leitura correta dos números, portanto, é de disputa indefinida, com liderança apenas numérica de Campos em todos os cenários.
O levantamento ouviu 1.352 eleitores em Pernambuco entre 27 e 29 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Inove Publicidade e Propaganda e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-01835/2026.
Como a pesquisa foi noticiada por uma única fonte, não há ainda contraste de enquadramento entre veículos de diferentes linhas editoriais. A cobertura disponível se limitou a apresentar os percentuais e a metodologia, sem ouvir as campanhas e sem avaliar o desempenho dos candidatos.
O que ainda não se sabe é como os números se comparam a levantamentos anteriores do mesmo instituto ou de outras empresas, já que a matéria não traz série histórica. Também não foram divulgados recortes por região do estado, faixa de renda ou escolaridade, que ajudariam a entender onde cada candidato concentra votos. Com um em cada cinco eleitores ainda sem escolha na pesquisa espontânea, a movimentação desse grupo tende a decidir a disputa.
Fontes

O instituto Paraná Pesquisas mediu a intenção de voto para o governo de Pernambuco nas eleições 2026. Leia na Gazeta do Povo.