Partido Liberal elege 19 dos 54 senadores e terá maior bancada do Senado
2 veículos de esquerda · 7 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
10 fontes políticas
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Como decidimos →O Partido Liberal (PL) elegeu 19 dos 54 senadores escolhidos no domingo, 4 de outubro, e passará a ter 28 cadeiras a partir de 2027, a maior bancada do Senado Federal. A eleição renovou dois terços da Casa, com duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Os resultados estaduais mostram vitórias do PL em São Paulo, Minas Gerais, Rondônia e Tocantins, e de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Paraíba e em Minas Gerais.
A vitória ampla do Partido Liberal no Senado acende um alerta para a base do governo Lula, que terá menos de dez senadores do PT na próxima legislatura. A leitura de esquerda destaca que o campo governista resistiu em pontos como Minas Gerais, com Marília Campos, e a Paraíba, e chama atenção para candidatos eleitos que fizeram campanha com ataques ao Supremo Tribunal Federal.
O eleitor deu ao Partido Liberal a maior bancada do Senado e a liderança nas duas Casas do Congresso a partir de 2027, um recado de mudança, nas palavras de eleitos como Domingos Sávio. A leitura de direita destaca a força do campo conservador em São Paulo, Minas Gerais, Rondônia e Tocantins e a promessa de maior controle do Legislativo sobre o Supremo Tribunal Federal.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Toda a cobertura registra que o Partido Liberal (PL) elegeu 19 dos 54 senadores e terá a maior bancada do Senado Federal a partir de 2027, com 28 cadeiras.
A eleição de 4 de outubro renovou dois terços do Senado Federal, e o Partido Liberal saiu com 19 dos 54 eleitos, chegando a 28 cadeiras a partir de 2027. Os resultados estaduais incluem vitórias do PL em São Paulo, Minas Gerais e Rondônia e de aliados de Lula na Paraíba.
O Partido Liberal, o PL, saiu da eleição de domingo, 4 de outubro, como a maior força do Senado Federal. Com 100% das urnas apuradas, a sigla elegeu 19 dos 54 senadores escolhidos e passará a ter 28 das 81 cadeiras a partir de 2027. Somando Câmara dos Deputados e Senado, o partido chega a 149 parlamentares, 35 a mais do que em 2022, e liderará as duas Casas do Congresso Nacional.
A eleição renovou dois terços do Senado, com duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Não há segundo turno para o cargo: vencem os mais votados. Os eleitos cumprem mandato de oito anos e tomam posse em 1º de fevereiro de 2027.
Os resultados estaduais desenham o quadro. Em São Paulo, Guilherme Derrite, do PP, e André do Prado, do PL, apoiados pelo governador Tarcísio de Freitas e pelo senador Flávio Bolsonaro, superaram as ex-ministras Simone Tebet, do PSB, e Marina Silva, da Rede. Em Minas Gerais, o deputado federal Domingos Sávio, do PL, e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos, do PT, ficaram com as vagas. Carlos Viana, do PSD, perdeu a reeleição, e Aécio Neves, do PSDB, terminou em sétimo. Rondônia elegeu dois nomes do PL, Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid, e o Tocantins elegeu Eduardo Gomes, do PL, e Alexandre Guimarães, do MDB. Na Paraíba, João Azevêdo, do PSB, e Veneziano Vital do Rêgo, do MDB, apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, derrotaram Nabor Wanderley, pai do presidente da Câmara, Hugo Motta. No Maranhão, André Fufuca, do PP, e Lahesio Bonfim, do Novo, venceram na chapa do governador eleito Eduardo Braide.
A cobertura de centro concentrou a maior parte do material, com reportagens estado por estado, números do Tribunal Superior Eleitoral e perfis dos eleitos. Esses textos registraram a disputa acirrada em São Paulo, as pesquisas que alternaram a liderança e o racha na direita paulista, encerrado quando Ricardo Salles, do Novo, desistiu e apoiou Derrite e Prado.
Veículos de esquerda destacaram o tamanho da vitória do PL, com mais que o triplo das cadeiras do PT e do MDB, e republicaram o resultado mineiro, em que Marília Campos garantiu uma vaga para a base de Lula num estado sem senador governista. Uma dessas versões, porém, manteve um erro de atribuição já corrigido na reportagem original: foi Domingos Sávio, e não Carlos Viana, quem defendeu uma faxina geral diante de ministros do Supremo Tribunal Federal. Veículos de direita publicaram resultados de forma automatizada, a partir dos dados oficiais do tribunal eleitoral, sem análise da nova correlação de forças.
O discurso dos eleitos aponta para o Judiciário. Domingos Sávio afirmou que o Brasil deu um recado ao eleger uma ampla maioria de senadores comprometidos com mudança e criticou ministros que se acham intocáveis.
Ainda não se sabe como a nova bancada vai se organizar na disputa pela presidência do Senado, nem se as promessas de campanha contra ministros do Supremo vão se transformar em pedidos formais de afastamento a partir de fevereiro.
(Folhapress) - O deputado federal Domingos Sávio (PL) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) foram matematicamente eleitos neste domingo (4) senadores por Minas Gerais. Com 99,68% das urnas apuradas, Sávio teve 24,24% dos votos válidos, enquanto Campos somou 19,43%.

Com 100% das urnas apuradas, 54 senadores foram eleitos. Destes, 19 são do PL (Partido Liberal)

Azevêdo teve 32,57% dos votos válidos, enquanto Veneziano teve 22,66%

Resultado foi confirmado pelo TRE às 19h30, quando Derrite tinha 30,72% dos votos e André do Prado, 29,38%.

Fufuca foi eleito com 21,43% dos votos, enquanto Lahesio Bonfim teve 20,64%.

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