Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno com 48,5% a 48% na pesquisa Meio/Ideia
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A pesquisa Meio/Ideia divulgada em 30 de setembro mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em empate técnico em todos os cenários: 39,4% a 38,4% no primeiro turno estimulado, 31,5% a 30,5% na espontânea e 48,5% a 48% no segundo turno. Os dois também empatam na rejeição, e a aprovação e a desaprovação do governo marcam 49% cada.
A leitura à esquerda destaca que Lula se mantém numericamente à frente em todos os cenários da pesquisa Meio/Ideia, inclusive no segundo turno, com 48,5% contra 48% de Flávio Bolsonaro, e que a disputa segue aberta: quase um terço do eleitorado diz que ainda pode mudar o voto.
A leitura à direita enfatiza que Lula é o candidato mais rejeitado do levantamento Meio/Ideia, com 43,7% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro, e que o senador chega à reta final em empate técnico com o presidente que tenta a reeleição.
8 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Todos os lados reconhecem que a pesquisa Meio/Ideia aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno, no segundo turno (48,5% a 48%) e na rejeição, dentro da margem de 2,2 pontos.
Lula e Flávio Bolsonaro estão tecnicamente empatados na pesquisa Meio/Ideia divulgada em 30 de setembro: 48,5% a 48% no segundo turno e 39,4% a 38,4% no primeiro. A rejeição também é parelha, com 43,7% para Lula e 41,4% para Flávio, e a aprovação do governo empata com a desaprovação em 49%.
A pesquisa Meio/Ideia divulgada na quarta-feira, 30 de setembro, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, tecnicamente empatados em todos os cenários da corrida à Presidência. Na simulação de segundo turno, Lula tem 48,5% e Flávio, 48%. Brancos e nulos somam 2,1%, e 1,5% não souberam responder.
O empate se repete no primeiro turno estimulado, quando o entrevistado vê a lista de candidatos: Lula marca 39,4% e Flávio, 38,4%. O escritor Augusto Cury, do Avante, aparece em terceiro, com 6,7%, seguido de Renan Santos, do Missão, com 4,5%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 4,4%, e Romeu Zema, do Novo, com 3,5%. Na pergunta espontânea, sem lista, o placar é de 31,5% a 30,5%. Os indecisos nessa modalidade caíram de 26% na rodada anterior para 17,5%.
A rejeição também está dividida. Quando perguntados sobre o candidato que mais rejeitam, 43,7% citaram Lula e 41,4%, Flávio. Numa pergunta de múltipla resposta, 47,1% disseram que não votariam em Lula de jeito nenhum, contra 46,1% para Flávio. Os dois resultados configuram empate técnico. A avaliação do governo segue o mesmo padrão: aprovação e desaprovação marcam 49% cada. O levantamento ouviu 2 mil eleitores por telefone entre 25 e 28 de setembro, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08706/2026.
A cobertura de centro foi a mais completa. Relatou todos os cenários de intenção de voto, a queda dos indecisos e o empate na avaliação do governo, sempre ponderando os números pela margem de erro. Parte dessa cobertura dedicou-se apenas à rejeição, detalhando candidato por candidato e explicando por que a soma passa de 100% na pergunta de múltipla resposta.
Veículos de esquerda destacaram a disputa acirrada e a liderança numérica de Lula em todos os cenários. Também ressaltaram a volatilidade do eleitorado: 31,5% dizem que ainda podem mudar de voto, e 29,3% desses afirmam que um escândalo de corrupção revelado de última hora poderia motivar a troca.
Veículos de direita enfatizaram outro ângulo do mesmo levantamento. A manchete pôs Lula como o candidato com maior índice de rejeição, embora o texto reconheça o empate técnico com Flávio nesse quesito. Os números de intenção de voto, em que o presidente aparece numericamente à frente, ficaram fora desse recorte.
O que ainda não se sabe é como os eleitores que dizem poder mudar de voto vão se comportar nos últimos dias, já que a diferença entre os dois candidatos está dentro da margem de erro em todos os cenários. A pesquisa também não permite afirmar quem terminará o primeiro turno à frente.
Renan Santos chama disputa de

Diferença é de 2,2 pontos percentuais, dentro da margem de erro do levantamento, de 3 pontos. Leia no Poder360.

Uma nova pesquisa do instituto Gerp, divulgada neste sábado (3), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos em

Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro tem 45% em potencial segundo turno da eleição presidencial, diz Datafolha UOL Notícias
Pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (30), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados nas simulações de primeiro e segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Meio/

Intenções de voto de presidente e senador também se equivalem, considerando a margem de erro, na modalidade espontânea do levantamento

Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 28 de setembro; margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos
