Paraná Pesquisas: Benedita da Silva tem 32% ao Senado no Rio de Janeiro
4 veículos de esquerda · 9 veículos de centro · 5 veículos de direita

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Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 23 de setembro de 2026 mostra a deputada federal Benedita da Silva (PT) com 32% das intenções de voto para as duas vagas do Rio de Janeiro no Senado. Marcelo Crivella (Republicanos) aparece com 19,5%, Pedro Paulo (PSD) com 17,3%, Carlos Jordy (PL) com 16,8% e Carlos Portinho (PL) com 16,2%, os quatro empatados dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Foram 1.600 entrevistas em 56 municípios entre 20 e 22 de setembro, com 95% de confiança e registro RJ-04036/2026 no Tribunal Superior Eleitoral. No dia seguinte, o Datafolha apontou a mesma liderança em patamar mais baixo, com 19% para Benedita da Silva, e empate técnico entre cinco nomes pela segunda vaga.
Os números confirmam a força eleitoral de Benedita da Silva no Rio de Janeiro: aos 84 anos, a primeira mulher negra eleita senadora no Brasil, em 1994, lidera a corrida por uma das duas vagas fluminenses com 32% e cresceu em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, quando tinha 30,7%.
A liderança de Benedita da Silva no Rio de Janeiro convive com um eleitorado majoritariamente indefinido, e é esse o dado que a leitura de direita coloca no centro: no cenário espontâneo do mesmo levantamento, 68,6% dos eleitores não souberam ou não quiseram indicar candidato ao Senado, e 48,1% seguem indecisos para governador.
18 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Todos os lados registram Benedita da Silva (PT) na liderança isolada da disputa pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado e tratam a segunda vaga como indefinida, com Marcelo Crivella, Pedro Paulo, Carlos Jordy e Carlos Portinho separados por menos que a margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Há convergência também sobre a metodologia: 1.600 entrevistas em 56 municípios entre 20 e 22 de setembro, registro RJ-04036/2026 e dois votos por eleitor.
Dois levantamentos divulgados na mesma semana apontam Benedita da Silva (PT) na frente da corrida pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado, com 32% em um instituto e 19% em outro. A diferença de patamar vem da metodologia, não da ordem: em ambos, a segunda vaga segue em disputa apertada entre candidatos de centro-direita, e a maioria do eleitorado ainda não indicou voto.
A deputada federal Benedita da Silva (PT) lidera a disputa pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 23 de setembro de 2026. Ela aparece com 32% das intenções de voto, mais de 12 pontos à frente do segundo colocado, Marcelo Crivella (Republicanos), que registra 19,5%. A segunda vaga segue indefinida: Crivella, Pedro Paulo (PSD), com 17,3%, Carlos Jordy (PL), com 16,8%, e Carlos Portinho (PL), com 16,2%, estão empatados dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em 56 municípios fluminenses, entre 20 e 22 de setembro, com nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RJ-04036/2026. Como o estado elege dois senadores em 2026, cada entrevistado pôde citar até dois nomes, razão pela qual a soma dos percentuais passa de 100%. Um dia depois, em 24 de setembro, o Datafolha divulgou outro levantamento sobre a mesma disputa, com 1.204 entrevistas e margem de 3 pontos: ali Benedita da Silva tem 19%, Carlos Portinho e Carlos Jordy somam 12% cada, Pedro Paulo tem 9%, Marcelo Crivella 7% e Monica Benicio (PSOL), 6%. Os dois institutos convergem no essencial, a petista na frente e um pelotão embolado atrás, e divergem no patamar, por diferenças na forma de captar os dois votos de cada eleitor.
Veículos de esquerda destacaram o tamanho da vantagem e o crescimento da candidata, que passou de 30,7% no levantamento de 8 de setembro para 32%, e trataram o resultado como sinal de força do campo progressista no estado, lembrando que Benedita da Silva foi a primeira mulher negra eleita senadora no Brasil, em 1994, e disputa o cargo agora aos 84 anos. A cobertura de centro deu tratamento predominantemente metodológico: reproduziu a tabela completa, explicou a regra dos dois votos, delimitou a margem de erro, informou contratante e protocolo eleitoral e evitou tratar levantamentos de institutos distintos como uma única série de evolução. Veículos de direita enfatizaram a indefinição do eleitorado e o ceticismo sobre pesquisas: 68,6% dos fluminenses não souberam ou não quiseram indicar candidato ao Senado no cenário espontâneo, 48,1% seguiam indecisos para governador, e o texto acrescentou que pesquisas publicadas em 2022 divergiram do resultado das urnas, além de abrir espaço para os índices de rejeição medidos pelo instituto.
O mesmo levantamento mediu a corrida pelo governo do Rio de Janeiro. Eduardo Paes (PSD) aparece com 43,1% das intenções de voto, contra 26,7% de Douglas Ruas (PL), presidente da Assembleia Legislativa, e 8,4% de Anthony Garotinho (Republicanos), cuja candidatura foi indeferida pelo tribunal eleitoral. Em duas semanas, Paes oscilou de 43,5% para 43,1% e Ruas avançou de 20,3% para 26,7%. No cenário simulado sem Garotinho, Paes chega a 46,3% e Ruas, a 28,8%. Garotinho é também quem concentra a maior rejeição, com 39,2% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
O que ainda não se sabe é como o enorme contingente de eleitores sem candidato definido ao Senado vai se distribuir a poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Nenhuma fonte mediu o efeito da presença de dois candidatos do mesmo partido, Carlos Portinho e Carlos Jordy, sobre a divisão dos votos pela segunda vaga, nem estimou para onde iriam os votos do eleitorado de Garotinho caso o indeferimento da candidatura seja mantido. Também não há explicação detalhada, em nenhuma das coberturas, para a diferença de patamar entre os institutos na mesma semana, e nenhuma das campanhas citadas se manifestou sobre os resultados nos textos publicados.
Rayssa Furlan (Podemos) lidera a disputa pelo Senado no Amapá, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (28) pelo Instituto Paraná Pesquisas.

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.000 eleitores presencialmente entre 25 e 27 de setembro; margem de erro é de 3,2 pontos percentuais

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (28/9) ouviu mil eleitores do dia 25 ao 27 de setembro

Levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas mostra como está o cenário eleitoral no Amapá para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

O Paraná Pesquisas divulgou neste domingo (27) um levantamento de intenção de voto para governador e senador do Ceará. Leia na Gazeta do Povo

Instituto entrevistou 1.352 eleitores do Ceará, entre os dias 23 e 25 de setembro; margem de erro do levantamento é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento ouviu 1.400 pessoas entre os dias 18 e 20 de setembro; margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamentos mostram seis candidatos nas primeiras posições

Os petistas estão em vantagem na disputa com nomes à direita

A briga pela segunda vaga está aberta

Candidata do PT prega investigação de ministros do STF e diz que, se Corte não resolver problemas, senadores poderão fazê-lo

Pedro Paulo (PSD) subiu de 7% para 9%, enquanto Marcelo Crivella (Republicanos) se manteve com 7%

Demais candidatos aparecem em empate técnico pela segunda vaga na eleição deste ano

A briga pela segunda vaga está aberta, com quatro nomes empatados

Pesquisa ouviu 1,6 mil eleitores em 56 municípios do Rio de Janeiro entre os dias 20 e 22 de setembro de 2026

Levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas mostra a disputa ao governo e ao Senado no Rio de Janeiro para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Levantamento da Paraná Pesquisas ouviu 1.600 eleitores de 20 a 22 de setembro; margem de erro é de 2,5 p.p. Leia no Poder360.

A disputa mais acirrada no estado é pela segunda vaga do Senado, onde Benedita lidera e Paes quase eleito no 1o turno. Paes.

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