Romeu Zema leva celular à cabine em Araxá e TRE-MG vai apurar o caso
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No primeiro turno das eleições de 2026, em 4 de outubro, o candidato à Presidência Romeu Zema entrou com o celular na cabine de votação em Araxá, Minas Gerais. O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), Carlos Henrique Perpétuo Braga, disse que o caso será apurado. A regra da Justiça Eleitoral permite usar o celular para identificação, inclusive pelo e-Título, mas exige que o aparelho fique com o mesário antes da cabine. A consulta aos números só é permitida em colinha de papel.
Pela ótica da responsabilidade individual e do devido processo, as regras são claras e cabe a cada eleitor cumpri-las: celular entregue ao mesário, números anotados em colinha de papel e documento com foto em mãos.
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As duas coberturas concordam que o celular não pode entrar na cabine, deve ficar com o mesário e que a colinha em papel é o meio permitido para consultar os números dos candidatos.
Romeu Zema, candidato à Presidência, entrou com o celular na cabine de votação em Araxá no primeiro turno de 2026, e o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais anunciou apuração. As regras permitem usar o celular só na identificação, com o aparelho entregue ao mesário, e liberam a colinha em papel.
O candidato à Presidência Romeu Zema entrou com o celular na cabine de votação em Araxá, Minas Gerais, no primeiro turno das eleições de 2026, realizado em 4 de outubro. O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que o caso será apurado pela Justiça Eleitoral e reforçou que o uso do aparelho no momento do voto é proibido.
Segundo o presidente do tribunal, a conduta é irregular e pode configurar crime eleitoral, porque coloca em risco o sigilo da votação. A eventual responsabilização, porém, depende da apuração e de uma denúncia formal do Ministério Público. Zema afirmou que entrou com o celular por hábito e que não fotografou nem registrou o voto.
O episódio jogou luz sobre regras que as duas coberturas descrevem da mesma forma. O celular pode ser usado na identificação do eleitor, inclusive pelo aplicativo e-Título, desde que ele tenha foto. Antes de entrar na cabine, o aparelho deve ser desligado e entregue ao mesário. Máquinas fotográficas, filmadoras e equipamentos de rádio também ficam de fora. Para consultar os números dos candidatos, a Justiça Eleitoral permite e recomenda a colinha em papel.
Na urna, a ordem é deputado federal, deputado estadual ou distrital, duas vagas de senador, governador e presidente da República. Como havia duas cadeiras do Senado em disputa, o eleitor precisava escolher dois nomes diferentes. Para votar, era obrigatório apresentar documento oficial com foto. Certidões de nascimento e de casamento não eram aceitas. A votação ocorreu das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
A cobertura de centro abriu pelo caso de Zema e detalhou o que é permitido e proibido no dia da eleição. Entre as proibições, listou a boca de urna, com pena de seis meses a um ano de detenção, e o porte de armas a menos de 100 metros das seções. Para o uso do celular na cabine, a pena citada é de até dois anos de detenção.
Um veículo de direita publicou, na véspera, um guia de serviço sem enquadramento ideológico. Ele explicou como montar a colinha na ordem dos cargos, indicou o Simulador de Votação do Tribunal Superior Eleitoral e lembrou os recursos de acessibilidade da urna, como instruções em Libras e em áudio. Até o momento, nenhum veículo de esquerda havia publicado sobre o caso nesta cobertura.
Ainda não se sabe se o Ministério Público vai oferecer denúncia contra Zema, nem quanto tempo a apuração do TRE-MG deve levar. Também não foi divulgado se houve algum registro do voto ou testemunho de mesários sobre o episódio.
O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro, e o eleitor terá seis escolhas para fazer

Candidato à Presidência entrou com o celular na cabine de votação em Araxá; TRE-MG informou que vai apurar o caso e reforçou que o uso do aparelho é proibido
