PSB oficializa candidatura de Alckmin à Vice-Presidência da República
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro
O PSB oficializou, na quarta-feira, a coligação com o PT e a candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência na chapa de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva para 2026. A formação repete a dobradinha eleita em 2022 e integra a federação de partidos de esquerda e centro-esquerda. A oficialização do nome de Lula está prevista para a convenção do PT, no domingo seguinte.
A reedição da chapa Lula-Alckmin consolida a frente ampla democrática construída em 2022 para conter o avanço da extrema-direita. A aliança entre PT e PSB reúne forças progressistas em torno da defesa das instituições e da continuidade de políticas sociais e de desenvolvimento, com o vice reforçando o compromisso com a democracia diante das ameaças representadas pelo bolsonarismo.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
As coberturas convergem no fato central: o PSB confirmou Alckmin como vice na chapa de reeleição de Lula, repetindo a aliança de 2022, e a formalização do nome de Lula ocorrerá na convenção do PT, em 2 de agosto.
O Partido Socialista Brasileiro oficializou, na noite de quarta-feira, em Brasília, a coligação com o Partido dos Trabalhadores e a candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência da República na chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O arranjo repete a dobradinha eleita em 2022 e integra o PSB à federação formada com PT, PCdoB e PV. A formalização do nome de Lula, no entanto, só deve ocorrer na convenção nacional do PT, marcada para 2 de agosto.
A cobertura de centro relatou os detalhes do ato, que contou com a presença do próprio Lula e de vários ministros do governo. Nesse enquadramento, a escolha de Alckmin é lida como sinalização de continuidade das políticas do governo e de previsibilidade para o mercado financeiro e o setor empresarial, que enxergam no ex-governador de São Paulo uma figura de bom trânsito. A mesma cobertura registrou o histórico da aliança: até 2018, Lula e Alckmin eram adversários e chegaram a disputar a Presidência um contra o outro em 2006, antes de a rivalidade entre PT e o antigo PSDB dar lugar a uma frente ampla contra o bolsonarismo.
Veículos de esquerda destacaram o tom de defesa das instituições. Ao ser confirmado, Alckmin fez um discurso endereçado à família Bolsonaro e afirmou que quem não acredita na democracia não deveria disputar eleição nem pedir o voto do povo. Nesse enquadramento, a chapa reafirma a frente democrática que venceu em 2022 e reúne o campo progressista em torno da continuidade de políticas sociais e de desenvolvimento industrial, com o vice apresentado como fiador da lealdade e da estabilidade.
Veículos de direita não deram destaque ao anúncio; a leitura provável desse campo enfatizaria o cálculo eleitoral por trás da aliança, a dependência do PT de uma figura vinda do antigo PSDB para projetar moderação, e a decisão do chamado Centrão de optar pela neutralidade na disputa, sinal dos limites da base de apoio à reeleição. Esse campo tende a apontar que a previsibilidade prometida ao mercado convive com a agenda de gasto público do governo.
Na mesma semana, o quadro de convenções se ampliou: o PRTB lançou em Goiás a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência, com propostas como a criação de um imposto único de 3,5% e a redução da tributação sobre motoristas de aplicativos. Outras siglas têm convenções marcadas nos próximos dias.
O que ainda não se sabe é o desenho final da coligação — quais partidos além da federação embarcarão na chapa da reeleição —, a extensão real da neutralidade do Centrão e o cronograma completo das convenções que definirão o tabuleiro presidencial de 2026.
Oficialização do nome de Lula só deve ocorrer no próximo domingo (2), na convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT).
Em ato com presença de Lula, partido dá aval para repetir chapa eleita em 2022

Leonardo Alves de Araújo preside o PRTB desde fevereiro de 2024 e teve a candidatura lançada durante convenção em Goiânia.
