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O PSB oficializou, na quarta-feira, a coligação com o PT e a candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência na chapa de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva para 2026. A formação repete a dobradinha eleita em 2022 e integra a federação de partidos de esquerda e centro-esquerda. A oficialização do nome de Lula está prevista para a convenção do PT, no domingo seguinte.
O Partido Socialista Brasileiro oficializou, na noite de quarta-feira, em Brasília, a coligação com o Partido dos Trabalhadores e a candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência da República na chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O arranjo repete a dobradinha eleita em 2022 e integra o PSB à federação formada com PT, PCdoB e PV. A formalização do nome de Lula, no entanto, só deve ocorrer na convenção nacional do PT, marcada para 2 de agosto.
A cobertura de centro relatou os detalhes do ato, que contou com a presença do próprio Lula e de vários ministros do governo. Nesse enquadramento, a escolha de Alckmin é lida como sinalização de continuidade das políticas do governo e de previsibilidade para o mercado financeiro e o setor empresarial, que enxergam no ex-governador de São Paulo uma figura de bom trânsito. A mesma cobertura registrou o histórico da aliança: até 2018, Lula e Alckmin eram adversários e chegaram a disputar a Presidência um contra o outro em 2006, antes de a rivalidade entre PT e o antigo PSDB dar lugar a uma frente ampla contra o bolsonarismo.
Veículos de esquerda destacaram o tom de defesa das instituições. Ao ser confirmado, Alckmin fez um discurso endereçado à família Bolsonaro e afirmou que quem não acredita na democracia não deveria disputar eleição nem pedir o voto do povo. Nesse enquadramento, a chapa reafirma a frente democrática que venceu em 2022 e reúne o campo progressista em torno da continuidade de políticas sociais e de desenvolvimento industrial, com o vice apresentado como fiador da lealdade e da estabilidade.
Veículos de direita não deram destaque ao anúncio; a leitura provável desse campo enfatizaria o cálculo eleitoral por trás da aliança, a dependência do PT de uma figura vinda do antigo PSDB para projetar moderação, e a decisão do chamado Centrão de optar pela neutralidade na disputa, sinal dos limites da base de apoio à reeleição. Esse campo tende a apontar que a previsibilidade prometida ao mercado convive com a agenda de gasto público do governo.
Na mesma semana, o quadro de convenções se ampliou: o PRTB lançou em Goiás a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência, com propostas como a criação de um imposto único de 3,5% e a redução da tributação sobre motoristas de aplicativos. Outras siglas têm convenções marcadas nos próximos dias.
O que ainda não se sabe é o desenho final da coligação — quais partidos além da federação embarcarão na chapa da reeleição —, a extensão real da neutralidade do Centrão e o cronograma completo das convenções que definirão o tabuleiro presidencial de 2026.
As coberturas convergem no fato central: o PSB confirmou Alckmin como vice na chapa de reeleição de Lula, repetindo a aliança de 2022, e a formalização do nome de Lula ocorrerá na convenção do PT, em 2 de agosto.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Texto puramente informativo: relata a oficialização do apoio a Lula e da candidatura de Alckmin, traça a biografia do vice e lista o calendário de convenções partidárias, sem vocabulário valorativo. Apesar do publisher ser de esquerda, o conteúdo é neutro e factual.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Reportagem factual com múltiplas fontes citadas nominalmente, contexto da rivalidade histórica PT-PSDB e leitura econômica da escolha de Alckmin. Reproduz falas de ataque à família Bolsonaro, mas como citação direta atribuída, não como enquadramento do veículo. Tom predominantemente neutro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Oficialização do nome de Lula só deve ocorrer no próximo domingo (2), na convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em ato com presença de Lula, partido dá aval para repetir chapa eleita em 2022

Leonardo Alves de Araújo preside o PRTB desde fevereiro de 2024 e teve a candidatura lançada durante convenção em Goiânia.
Reporte para que a equipe revise. Sua contribuição ajuda a melhorar a cobertura.
Nota factual sobre o lançamento da candidatura de Leonardo Avalanche pelo PRTB em Goiás, reproduzindo propostas de imposto único e redução tributária sem endosso editorial. Registro neutro de um evento de convenção partidária.
Perspectivas omitidas



