
Quaest: 42% apoiam Michelle Bolsonaro em disputa com Flávio; 18% ficam com o senador
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3 fontes políticas
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Como decidimos →Pesquisa Quaest divulgada em 15 de julho de 2026 mostra que 42% dos brasileiros concordam mais com Michelle Bolsonaro do que com Flávio Bolsonaro no desentendimento público entre os dois, iniciado após Michelle publicar um vídeo acusando o senador de desrespeito durante articulações políticas no Ceará.
Veículos com viés à esquerda
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O artigo reproduz os números da pesquisa Quaest de forma direta, sem linguagem valorativa. Embora o publisher tenha viés de esquerda, o texto em si é majoritariamente factual, com dados sobre outros temas (caso Jaques Wagner, Desenrola 2.0) apresentados sem interpretação adicional.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Reprodução fiel da pergunta exata feita pelo instituto de pesquisa e do histórico do caso desde a publicação do vídeo por Michelle, sem adjetivação ou juízo de valor. É a cobertura de estilo mais neutro do cluster.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto reproduz quase integralmente a fala de Flávio Bolsonaro em entrevista ao podcast Flow, sem contraponto ou dado externo. A linha de abertura sobre o 'puro sanguismo' introduz uma leitura analítica pontual, mas o corpo do artigo é majoritariamente descritivo das declarações do senador.
Perspectivas omitidas
Uma pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 15 de julho de 2026, revelou como o público avalia o desentendimento entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Segundo o levantamento, encomendado pelo Banco Genial e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026, 42% dos entrevistados tendem a concordar mais com Michelle no episódio, enquanto 18% ficam do lado do senador. Outros 22% não concordam com nenhum dos dois, 3% concordam parcialmente com ambos e 15% não souberam responder.
O conflito começou em 24 de junho, quando Michelle publicou um vídeo afirmando ter sido desrespeitada e humilhada por Flávio durante as articulações políticas do Partido Liberal no Ceará, estado que integra o calendário de disputas estaduais de outubro. No dia seguinte, ela minimizou publicamente o rompimento, dizendo que trabalhariam juntos na campanha, mas deixou a presidência do PL Mulher alegando dedicação à família.
A pesquisa mostrou ainda que quase metade dos entrevistados, 49%, já conhecia o caso antes de responder ao questionário, e que 45% consideram que Michelle agiu corretamente ao tornar público o desentendimento, contra 38% que veem a atitude como um erro. Entre eleitores de direita, o apoio à decisão de expor o conflito cai para 35%, e entre bolsonaristas, para 20%.
A cobertura de centro, representada pela reportagem do Metrópoles, relatou os números da pesquisa de forma direta, reproduzindo a pergunta exata feita aos entrevistados e recuperando o histórico do desentendimento desde a publicação do vídeo. Já a cobertura de esquerda, do ICL Notícias, destacou que a crise também parece ter afetado a avaliação da pré-campanha de Flávio: entre eleitores de direita não bolsonaristas, o apoio ao senador caiu de 82% para 74% após o episódio, e a mesma pesquisa mediu a repercussão de outros temas, como a investigação envolvendo o senador Jaques Wagner e o programa Desenrola 2.0. Veículos de direita, por sua vez, deram voz à versão do próprio Flávio Bolsonaro: em entrevista ao podcast Flow, ele afirmou que hoje não mantém relação com a madrasta e que não pretende pressioná-la por apoio à candidatura. Disse não ter assistido ao vídeo publicado por Michelle e negou desrespeito, afirmando manter respeito por ela como esposa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Enquanto a cobertura de esquerda e de centro enfatiza os números da pesquisa como termômetro da opinião pública sobre o episódio, a cobertura de direita concentra-se em reproduzir a defesa de Flávio, que minimiza o desgaste e evita confronto direto com Michelle.
Ainda não está confirmado se Michelle Bolsonaro será candidata ao Senado em outubro, nem se ela participará ativamente da campanha do enteado, hipótese que, segundo a pesquisa, divide a opinião de eleitores de direita sobre o possível impacto eleitoral. Também não há definição sobre o desfecho da relação familiar entre os dois nem sobre o lançamento do filme biográfico de Jair Bolsonaro mencionado por Flávio na mesma entrevista.
As três coberturas convergem nos números da pesquisa Quaest (42% com Michelle, 18% com Flávio), na origem do conflito no episódio de 24 de junho sobre o palanque do PL no Ceará e no fato de que Flávio afirma não ter relação com Michelle atualmente.

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