Carol De Toni, Carlos Bolsonaro e Amin empatam na Quaest em Santa Catarina
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Resumo da cobertura
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Pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro de 2026 aponta empate técnico triplo na disputa pelas duas vagas do Senado Federal por Santa Catarina. No cenário que combina os dois votos de cada eleitor, Carol De Toni (PL) tem 17%, Carlos Bolsonaro (PL) 16% e Esperidião Amin (PP) 15%, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Décio Lima (PT) aparece com 10%, no limite da margem em relação ao terceiro colocado. O levantamento ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SC-04783/2026.
A pesquisa confirma a força do campo conservador em Santa Catarina: Carol De Toni (PL), com 17%, e Carlos Bolsonaro (PL), com 16%, lideram numericamente a corrida pelas duas vagas do Senado, enquanto Esperidião Amin (PP), nome mais tradicional da política estadual, oscilou quatro pontos para baixo e marca 15%.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
A votação é em 4 de outubro de 2026 e cada eleitor catarinense marca dois nomes diferentes para o Senado. São duas das 54 cadeiras renovadas de um total de 81, e quem for eleito cumpre mandato de oito anos. Hoje, 22% dos eleitores estão indecisos, 9% pretendem votar em branco ou nulo e 38% dizem que ainda podem mudar de opção, o que significa que a definição das duas vagas depende de quem ainda não escolheu.
Veículos de direita descrevem a corrida como já inclinada ao campo conservador, sustentando o argumento nos dois candidatos do PL no topo, no avanço de Carol De Toni e nos 62% que dizem ter voto definitivo. A cobertura de centro trata a disputa como aberta, porque Décio Lima (PT), com 10%, empata com o segundo colocado no limite da margem de erro, o que mantém quatro nomes competindo por duas cadeiras.
As duas coberturas tratam os números como um empate técnico entre Carol De Toni (17%), Carlos Bolsonaro (16%) e Esperidião Amin (15%) dentro da margem de três pontos percentuais, descrevem o crescimento de Carol De Toni e o recuo de Esperidião Amin em relação a agosto e informam a mesma metodologia: 804 entrevistados, campo de 20 a 23 de setembro, nível de confiança de 95% e registro SC-04783/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
A pesquisa divulgada não traz índices de rejeição dos candidatos catarinenses nem recortes por região, renda ou escolaridade. Não há, no material analisado, levantamento de outro instituto no estado para comparação, e nenhuma das campanhas comentou os números. Também não se sabe como os 22% de indecisos e os 9% de brancos e nulos vão se distribuir entre as duas vagas.
A disputa pelas duas vagas do Senado em Santa Catarina chega à reta final sem favorito definido. A pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro de 2026 aponta empate técnico entre Carol De Toni, Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin, com Décio Lima no limite da margem de erro. A análise a seguir reúne os números, o que cada campo da cobertura destacou e as lacunas que o levantamento não responde.
A disputa pelas duas vagas do Senado Federal por Santa Catarina entra na semana final de campanha sem favorito isolado. A pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro de 2026 mostra Carol De Toni (PL) com 17% das intenções de voto, Carlos Bolsonaro (PL) com 16% e Esperidião Amin (PP) com 15% no cenário que combina os dois votos de cada eleitor. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, os três estão em empate técnico. O levantamento ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SC-04783/2026.
A eleição de 4 de outubro renova 54 das 81 cadeiras do Senado, e cada estado e o Distrito Federal escolhem dois senadores. Por isso o eleitor catarinense marca dois nomes diferentes na urna, e o instituto apresenta recortes separados para a primeira e a segunda vaga, além do resultado combinado. Considerando apenas a primeira vaga, Carol De Toni tem 19%, Esperidião Amin 18%, Carlos Bolsonaro 17% e Décio Lima (PT) 14%. Na segunda vaga, Carol De Toni marca 15%, Carlos Bolsonaro 14%, Esperidião Amin 12% e Décio Lima 6%. Abaixo dos quatro primeiros aparecem Afrânio Boppré (PSOL), com 4% no cenário combinado, Lunelli (MDB), com 3%, e uma lista de candidatos com 1% ou menos.
A cobertura de centro relatou o resultado como um empate técnico triplo e detalhou o movimento em relação ao levantamento de agosto: Carol De Toni oscilou cinco pontos percentuais para cima, Carlos Bolsonaro manteve o mesmo índice e Esperidião Amin oscilou quatro pontos para baixo. Essa cobertura também registrou que Décio Lima, com 10%, empata tecnicamente com o segundo colocado no limite da margem de erro, o que mantém quatro nomes na faixa de disputa pelas duas cadeiras, e destacou que o desconhecimento dos candidatos ainda é alto.
Veículos de direita enfatizaram a mecânica do voto duplo e a leitura de que o campo conservador chega à reta final na frente, com dois candidatos do mesmo partido no topo e o crescimento de Carol De Toni tanto no voto estimulado quanto no espontâneo, em que ela sai de 4% em agosto para 9%. Essa cobertura deu peso ao recuo de Esperidião Amin, de 19% para 15% no cenário combinado, e ao dado de que 62% dos entrevistados já consideram o voto definitivo, sinal de consolidação das primeiras posições.
Veículos de esquerda não registraram o levantamento catarinense até o fechamento desta análise. O dado que esse campo tende a destacar está na própria pesquisa: a fragmentação da candidatura progressista, com Décio Lima em 10% e Afrânio Boppré em 4%, num sistema em que cada eleitor escolhe dois nomes e em que os dois primeiros colocados pertencem ao mesmo partido, abrindo a possibilidade de o estado enviar duas cadeiras alinhadas ao mesmo campo para a Casa que decide pautas de direitos, meio ambiente e política social pelos próximos anos.
O que ainda não se sabe é para onde vão os votos que seguem sem destino. Os indecisos somam 22% no cenário combinado, os votos brancos e nulos 9%, e 38% dos entrevistados afirmam que podem mudar de opção até a votação. Na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, 71% não indicaram nenhum candidato, contra 84% em agosto. A pesquisa divulgada não traz índices de rejeição dos candidatos catarinenses nem recortes por região, renda ou escolaridade, e não há, no material analisado, levantamento de outro instituto no estado para comparação. Nenhuma das campanhas comentou os números nas matérias examinadas.
A disputa por duas vagas no Senado em Santa Catarina aparece bastante equilibrada na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (24), com um empate triplo. O levantamento foi contratado pela NSC. No

Candidatos do PL lideram numericamente as intenções de voto no estado, que tem duas vagas em disputa
