Alcolumbre avalia pedido para anular voto de Flávio Bolsonaro na PEC da Segurança
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A cobertura de centro relata que o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), vai submeter à análise da assessoria o pedido do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, para anular o voto de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública. Flávio votou nos dois turnos a partir dos Estados Unidos, pelo aplicativo Senado Digital. As duas matérias diferem no detalhe: uma afirma em texto próprio que ele não comunicou a saída do país, cita o entendimento da Mesa Diretora sobre o voto no exterior e lembra a anulação do voto de Eduardo Bolsonaro; a outra trata a falta de comunicação como possível irregularidade apontada por Randolfe, cita os artigos 39 e 40 do Regimento Interno e registra a explicação de Alcolumbre sobre o formato semipresencial.
Com base em CNN Brasil e Poder360
A única matéria de veículo de direita no conjunto escreve que Flávio Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos após a derrota na eleição presidencial e que registrou presença e voto de forma remota em 3 de novembro.
Com base em O Estado de S.Paulo
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
A cobertura de centro e a matéria de um veículo de direita relatam que Flávio Bolsonaro votou dos Estados Unidos na PEC da Segurança Pública, que Randolfe Rodrigues cobrou a regra sobre viagens ao exterior e que Davi Alcolumbre prometeu avaliar o caso com a assessoria. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse em 4 de novembro que vai levar à assessoria o pedido de Randolfe Rodrigues sobre o voto de Flávio Bolsonaro, registrado por aplicativo nos Estados Unidos. Até a tarde de 5 de novembro, as matérias analisadas não registravam decisão.
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse em 4 de novembro de 2026 que vai levar à análise de sua assessoria o questionamento do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, sobre a participação remota do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Flávio, derrotado no segundo turno da eleição presidencial, está nos Estados Unidos e votou por aplicativo na sessão de 3 de novembro, que aprovou a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública.
A cobertura de centro e a matéria de um veículo de direita convergem nesse ponto central. Todas relatam o voto à distância, a cobrança de Randolfe em plenário e a promessa de Alcolumbre de convocar assessores para avaliar o caso à luz do regimento. Randolfe sustenta que Flávio saiu do país sem cumprir a regra que obriga os senadores a informar a Mesa sobre viagens ao exterior. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
A cobertura de centro acrescenta detalhes da regra e do pedido. Uma das matérias informa que Randolfe pediu a anulação do voto e cita os artigos 39 e 40 do Regimento Interno. O artigo 39 determina que o parlamentar comunique à Presidência toda ausência do país, com o prazo do afastamento. Essa mesma matéria relata que Flávio votou a favor da proposta nos dois turnos e contra os requerimentos que separaram as emendas sobre maioridade penal, aprovados por 38 votos a 36. Ela afirma ainda que o senador descumpriu ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para entregar os passaportes. A outra matéria de centro informa que a Mesa Diretora entende que o voto virtual vale para quem está no país ou em missão oficial autorizada, e lembra que Alcolumbre anulou antes um voto remoto do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio.
Os textos diferem no que escolhem registrar. Uma matéria de centro e a matéria do veículo de direita trazem a explicação de Alcolumbre de que o voto foi possível porque a sessão era semipresencial, modelo que permite votar pelo celular. Entre os veículos de direita, a única matéria do conjunto cita o senador Romário (PL-RJ), que registrou presença e voto em junho, quando estava nos Estados Unidos para acompanhar a Copa do Mundo. Esse texto descreve o pedido como análise da situação de Flávio, sem mencionar de forma expressa a anulação, e observa que ele perderá o mandato no próximo ano. Os dois precedentes aparecem em matérias diferentes: nenhuma delas cita Eduardo e Romário juntos.
Há diferença também dentro da cobertura de centro. Uma matéria afirma em texto próprio que Flávio não comunicou a saída do país, enquanto a outra trata isso como possível irregularidade apontada por Randolfe. Uma das matérias de centro e a do veículo de direita escrevem em texto próprio que ele fugiu. A outra matéria de centro diz que ele está nos Estados Unidos.
Até a tarde de 5 de novembro, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, nenhum dos textos analisados registrava decisão de Alcolumbre nem prazo para ela. Também não traziam resposta de Flávio Bolsonaro às questões de ordem, e não informavam se uma eventual decisão alcançaria a presença dele nas sessões.
Senador, que está nos EUA, registrou voto na análise da PEC da Segurança; Congresso tem precedente de caso de Eduardo para anulação

Senador e candidato derrotado das eleições participou de sessão da PEC da Segurança Pública sem comunicar viagem ao exterior.

Presidente do Senado acolhe pedido, que veio do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues; sistema semipresencial da Casa permite que parlamentares possam participar de sessões mesmo estando fora do plenário
