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Quaest divulga pesquisa presidencial em 2 de setembro com 13 candidatos
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O instituto Quaest concentrou entre o fim de agosto e o início de setembro uma rodada ampla de pesquisas de intenção de voto. O levantamento nacional será divulgado na quarta-feira, 2 de setembro, com 2.004 entrevistados de 16 anos ou mais ouvidos entre 30 de agosto e 1º de setembro, margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026. O questionário prevê dois cenários de primeiro turno, um com 12 e outro com 13 candidatos, e cinco simulações de segundo turno. Na mesma semana já haviam saído sondagens estaduais para governo e Senado no Espírito Santo, em Sergipe, em Roraima e no Pará, todas com 804 entrevistados e margem de três pontos, e foi anunciada para 4 de setembro uma pesquisa sobre a disputa no Ceará, com 900 entrevistados.
Esquerda
A rodada de pesquisas do instituto Quaest chega antes de qualquer debate sobre programas de governo e volta a colocar o número na frente do conteúdo. O dado que mais salta das tabelas estaduais é a indecisão popular: 74% no cenário espontâneo para o governo do Espírito Santo, 79% na disputa espontânea pelo Senado em Sergipe, 83% no Pará.
Centro
O instituto Quaest concentrou entre o fim de agosto e o início de setembro uma rodada ampla de pesquisas de intenção de voto. 004 entrevistados de 16 anos ou mais ouvidos entre 30 de agosto e 1º de setembro, margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026.
Direita
Uma nova bateria de pesquisas do instituto Quaest chega ao eleitor com a mesma pergunta de sempre: quanto vale o número. A memória de 2022, quando sondagens divergiram de forma relevante do resultado das urnas, sustenta a desconfiança de parte da cobertura, que passou a publicar os percentuais acompanhados de ressalva metodológica explícita.
15 fontes políticas
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A Quaest concentrou em uma semana pesquisas para a Presidência, governos estaduais e Senado. O levantamento nacional sai em 2 de setembro, com 2.004 entrevistados e margem de erro de dois pontos percentuais, e traz dois cenários de primeiro turno, um com 12 e outro com 13 candidatos. A cobertura de centro tratou o caso como agenda e regras de divulgação; a de direita destacou os resultados já publicados nos estados.
O instituto Quaest concentrou em pouco mais de uma semana uma rodada ampla de pesquisas de intenção de voto, que vai da corrida presidencial a disputas por governo e Senado em quatro estados, e marcou para quarta-feira, 2 de setembro, a divulgação do novo levantamento nacional. Segundo os dados enviados ao Tribunal Superior Eleitoral e registrados sob o número BR-07065/2026, serão ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
O questionário prevê dois cenários de primeiro turno, um com 12 e outro com 13 candidatos. A diferença entre eles é a presença de Pablo Marçal, do PRTB, que registrou candidatura mesmo estando inelegível e depende de decisão da Justiça Eleitoral para concorrer. Aparecem na lista Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury, além de Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara Martins e Wilson Grassi. Cinco simulações de segundo turno colocam Lula diante de Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury. O levantamento ainda vai medir a aprovação do governo Lula, a avaliação do desempenho da economia e a opinião dos eleitores sobre as investigações apelidadas de Dark Horse e Lulinha.
A cobertura de centro tratou o anúncio como agenda e se manteve colada ao documento público: descreveu metodologia, período de campo, número de registro e a lista completa de nomes, sem antecipar qualquer resultado. Um texto de centro dedicou-se às regras de divulgação e lembrou que nenhuma sondagem pode ser publicada sem registro prévio na Justiça Eleitoral, feito com pelo menos cinco dias de antecedência, e que quem compartilha números nas redes precisa informar o número do registro, o período de realização, a margem de erro, o instituto responsável e quem contratou. A omissão desses dados é irregularidade, e a divulgação de pesquisa fraudulenta prevê detenção de seis meses a um ano e multa que pode superar R$ 100 mil, conforme a Lei nº 9.504/1997. Outra reportagem de centro registrou que o mesmo instituto divulga na sexta-feira, 4 de setembro, uma pesquisa sobre o governo do Ceará, o Senado local e o cenário presidencial no estado, com 900 entrevistados ouvidos entre 31 de agosto e 3 de setembro.
Veículos de direita deram peso maior aos resultados estaduais já publicados. No Espírito Santo, Ricardo Ferraço, do MDB, lidera o cenário estimulado com 35%, contra 28% de Lorenzo Pazolini, do Republicanos. Em Sergipe, o governador Fábio Mitidieri, do PSD, aparece com 40% no estimulado e vence a simulação de segundo turno por 47% a 34%. Em Roraima, Arthur Henrique, do PL, marca 60% contra 27% de Soldado Sampaio. No Pará, Dr. Daniel, do Podemos, e Hana Ghassan, do MDB, empatam tecnicamente com 28% e 27% e ficam iguais em 36% na simulação de segundo turno. Todas essas sondagens ouviram 804 eleitores, com margem de três pontos percentuais. A cada texto, a cobertura de direita repetiu uma ressalva editorial fixa: pesquisa é leitura de momento, não previsão, e as sondagens de 2022 apresentaram discrepâncias relevantes diante do resultado das urnas.
Veículos de esquerda não apareceram nesta rodada, e a ausência é o próprio ponto cego da cobertura. Fica sem quem enfatize o dado que atravessa todas as tabelas e que nenhum dos textos destacou: a indecisão. São 74% de indecisos no cenário espontâneo para o governo do Espírito Santo, 79% na disputa espontânea pelo Senado em Sergipe e 83% no Pará. Também não há questionamento sobre o fato de quase todos os levantamentos terem sido encomendados por grupos privados de comunicação que depois publicam os próprios números.
O que ainda não se sabe é o essencial. Nenhum resultado da pesquisa presidencial foi divulgado até agora, apenas o desenho do questionário. Não há definição da Justiça Eleitoral sobre a candidatura de Pablo Marçal, o que mantém em aberto qual dos dois cenários de primeiro turno vale. E nenhuma das reportagens explica o que são as investigações Dark Horse e Lulinha, embora o eleitor vá ser perguntado sobre elas.
Toda a cobertura trata os levantamentos da Quaest como registrados e auditáveis no Tribunal Superior Eleitoral, publica a ficha técnica completa (amostra, período de campo, margem de erro e nível de confiança) e apresenta os cenários de segundo turno como simulações do questionário, não como previsão de resultado.

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A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

É o primeiro levantamento do instituto realizado integralmente após o início dos debates presidenciais

Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro. Margem de erro é de 2 pontos percentuais. Pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo.

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Serão entrevistadas 900 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Levantamento inclui 13 candidatos no cenário de 1º turno e cinco simulações de 2º turno. Questionário inclui perguntas sobre os casos "Dark Horse" e Lulinha.

Levantamento inclui 13 candidatos no cenário de 1º turno e cinco simulações de 2º turno. Questionário inclui perguntas sobre os casos "Dark Horse" e Lulinha.

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