
Quaest em Goiás: Gracinha Caiado tem 21% na corrida pelas duas vagas ao Senado
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Pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto de 2026 mostra Gracinha Caiado, do União Brasil, na liderança da disputa pelas duas vagas de Goiás no Senado, com 21% das intenções de voto no cenário estimulado. Gustavo Gayer, do PL, tem 12%, e Vanderlan Cardoso, do PSD, e Zacharias Calil, do MDB, aparecem com 9% cada. O levantamento ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 23 e 26 de agosto, tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número GO-06186/2026. Como em 2026 cada eleitor vota em dois nomes, os percentuais combinam as respostas para a primeira e a segunda vaga.
Esquerda
A liderança de Gracinha Caiado, do União Brasil, com 21% das intenções de voto ao Senado por Goiás, expõe o peso do capital político construído por uma mesma família no comando do estado: ela chega à disputa como ex-primeira-dama, enquanto o ex-governador Ronaldo Caiado, do PSD, aparece à frente na simulação presidencial no estado, com 32%.
Centro
Pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto de 2026 mostra Gracinha Caiado, do União Brasil, na liderança da disputa pelas duas vagas de Goiás no Senado, com 21% das intenções de voto no cenário estimulado.
Direita
Os números da Quaest em Goiás desenham um eleitorado alinhado ao campo da centro-direita e da direita, que reúne a quase totalidade das intenções de voto ao Senado: Gracinha Caiado, do União Brasil, tem 21%, Gustavo Gayer, do PL, 12%, Vanderlan Cardoso, do PSD, e Zacharias Calil, do MDB, 9% cada, e Gustavo Mendanha, do PRD, 6%.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O texto reproduz a tabela de intenções de voto, os resultados por primeira e segunda vaga, os números da pesquisa espontânea e os índices de rejeição sem adjetivação valorativa e sem enquadramento ideológico. As passagens de opinião do veículo aparecem apenas no rodapé institucional, fora do corpo da matéria, e por isso não deslocam o artigo do centro factual.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
O artigo prioriza o recorte presidencial do levantamento no estado e trata a disputa ao Senado como bloco secundário de números. O único juízo do texto é de transparência, ao registrar o custo do estudo e a não divulgação da íntegra pelo contratante, o que é crítica metodológica e não enquadramento ideológico. A apresentação dos candidatos é neutra e ordenada por percentual.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
A tabela de números é factual, mas o artigo acopla uma seção editorial que enquadra pesquisas como ferramenta de influência sobre partidos, lideranças e mercado financeiro e evoca as divergências entre pesquisas e urnas em 2022 antes de qualquer contestação concreta ao estudo. Esse ceticismo institucional em relação a institutos de opinião, somado ao bloco de manchetes que criticam o Senado e o Judiciário, marca enquadramento à direita.
Perspectivas omitidas
A disputa pelas duas cadeiras de Goiás no Senado começa com Gracinha Caiado à frente, com 21% das intenções de voto, e um bloco de quatro candidatos separados por poucos pontos logo atrás. O levantamento ouviu 804 eleitores entre 23 e 26 de agosto e mostra um eleitorado ainda indefinido: 91% não citam nenhum nome quando a lista não é apresentada.
A Quaest divulgou em 27 de agosto de 2026 uma pesquisa de intenção de voto para o Senado em Goiás que coloca a ex-primeira-dama do estado, Gracinha Caiado, do União Brasil, na liderança, com 21% das menções. O deputado federal Gustavo Gayer, do PL, aparece em segundo lugar, com 12%, seguido por Vanderlan Cardoso, do PSD, e por Zacharias Calil, do MDB, ambos com 9%. Gustavo Mendanha, do PRD, tem 6%. O levantamento ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 23 e 26 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número GO-06186/2026. A pesquisa foi encomendada por uma emissora de televisão que atua no estado.
Um ponto aparece em todas as coberturas: em 2026 cada eleitor vota em dois nomes diferentes para o Senado, porque 54 das 81 cadeiras serão renovadas. Por isso os percentuais divulgados combinam as respostas para a primeira e para a segunda vaga, reduzidas a um total de 100%. Quando as vagas são separadas, Gracinha Caiado tem 22% na primeira e 20% na segunda, enquanto Gustavo Gayer cai de 17% para 7%. Na pesquisa espontânea, em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado, 91% não souberam citar candidato algum.
Veículos de esquerda destacaram a folga da liderança e os índices de rejeição, registrando que Vanderlan Cardoso é o nome mais rejeitado, com 32% de eleitores que dizem conhecê-lo e afirmam que não votariam nele, e que Gracinha Caiado vem logo atrás, com 25%. A cobertura de centro detalhou a metodologia e o desenho do voto duplo, informou que 56% dos entrevistados consideram a escolha definitiva enquanto 44% ainda podem mudar até a votação, e registrou também o custo do estudo, de R$ 99.093, além de apontar que a íntegra do levantamento não é disponibilizada ao público. Veículos de direita encaixaram os números do Senado dentro da disputa estadual, na qual Daniel Vilela, do MDB, lidera com 37% e venceria os dois cenários simulados de segundo turno, e acrescentaram uma ressalva editorial sobre a confiabilidade das pesquisas, lembrando as discrepâncias entre levantamentos e resultados de urna em 2022.
A leitura sobre o peso do sobrenome também separa as coberturas. Parte do noticiário trata a dianteira como efeito direto da gestão estadual encerrada pelo ex-governador Ronaldo Caiado, do PSD, que aparece à frente na simulação presidencial no estado com 32%, contra 27% de Flávio Bolsonaro, do PL, e 20% de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Outra parte apresenta o mesmo resultado como fotografia de um eleitorado ainda pouco informado sobre a disputa ao Senado, apoiando-se nos 91% de indecisão espontânea e nos 25% de indecisos no cenário estimulado. Nos dois enquadramentos, a segunda vaga permanece o ponto em aberto: quatro nomes se separam por poucos pontos e ficam dentro ou próximos da margem de erro.
O que ainda não se sabe é se essa configuração resiste ao início efetivo da campanha. As candidaturas ainda não foram oficializadas nas convenções e registradas na Justiça Eleitoral, a íntegra da pesquisa não foi disponibilizada, não há série histórica comparável divulgada para a disputa goiana ao Senado e nenhuma das reportagens mede quanto da intenção de voto em Gracinha Caiado depende do desempenho de Ronaldo Caiado na corrida presidencial. Também não há dado sobre como os eleitores combinam os dois votos que precisarão dar, ou seja, quais duplas de candidatos tendem a andar juntas nas urnas.
Todas as coberturas publicam os mesmos números e a mesma metodologia: Gracinha Caiado (União Brasil) lidera com 21%, Gustavo Gayer (PL) tem 12%, Vanderlan Cardoso (PSD) e Zacharias Calil (MDB) aparecem com 9%, e o segundo colocado até o quinto estão separados por margens estreitas. Há convergência também sobre o grau elevado de indefinição do eleitorado e sobre a regra que obriga cada eleitor a votar em dois nomes.

Ronaldo Caiado (PSD) registra 32% das intenções de voto no Estado; Flávio tem 27% e Lula 20%. Leia no Poder360.

Nova pesquisa da Quaest mostra como está a disputa para governador e senadores em Goiás nas eleições de 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Em 2026, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado, que terá 54 das 81 cadeiras renovadas

A pesquisa Quaest para o Senado em Goiás, encomendada pela TV Anhanguera, mostra a intenção de voto para Gracinha Caiado, Gustavo Gayer e outros nomes para 2026.
É a cobertura mais completa do conjunto: apresenta a combinação das duas vagas, os resultados separados por primeira e segunda vaga, a pesquisa espontânea, a tabela de conhecimento e rejeição de todos os onze nomes testados e a metodologia. Não há vocabulário valorativo nem hierarquização ideológica dos candidatos, apenas ordenação por percentual.
Perspectivas omitidas
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