Quaest: Flávio oscila pra cima; vantagem numérica de Lula cai nos 2 turnos
1 veículo de esquerda · 10 veículos de centro · 2 veículos de direita

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 5 de agosto de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 30%. Em um eventual segundo turno, o petista vence por 44% a 39%. O presidente lidera todos os cenários testados, mas a distância entre os dois principais nomes caiu de 12 para 9 pontos no primeiro turno e de 8 para 5 pontos no segundo, com variações individuais dentro da margem de erro de dois pontos. O levantamento ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 31 de julho e 3 de agosto, com 95% de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral. No mesmo dia, outro instituto mediu 48,5% a 43% no confronto direto.
Mesmo depois de meses de crise diplomática, de investigações que miram o entorno do presidente e da ofensiva da oposição, o petista continua vencendo todos os cenários testados de segundo turno e mantém nove pontos de dianteira no primeiro.
A leitura à direita é de virada de tendência: o senador cresceu em todos os indicadores e encurtou a distância nos dois turnos, enquanto o presidente perdeu terreno justamente onde a eleição se decide, entre os eleitores independentes.
13 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de direita.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Todos os lados aceitam os mesmos números e a mesma metodologia: o presidente lidera o primeiro turno por 39% a 30% e vence os quatro cenários de segundo turno testados, enquanto o senador oscilou para cima e encurtou a distância nos dois turnos. Também há convergência de que as variações individuais ficaram dentro da margem de erro de dois pontos e de que a aprovação do governo, em 48% contra 47%, configura empate técnico.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial de 2026 com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada em 5 de agosto. Em um eventual segundo turno, o petista aparece com 44% contra 39% do senador. O presidente vence todos os cenários testados, mas a distância entre os dois principais nomes encolheu em relação a julho: de 12 para 9 pontos no primeiro turno e de 8 para 5 pontos no segundo. As oscilações individuais de cada candidato ficaram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, em entrevistas presenciais e domiciliares realizadas entre 31 de julho e 3 de agosto, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06591/2026. Foi a primeira rodada aplicada depois das convenções partidárias que oficializaram as candidaturas. Nos demais cenários de segundo turno, o presidente marca 45% contra 37% de Ronaldo Caiado (PSD), 46% a 34% diante de Romeu Zema (Novo) e 45% a 35% contra Renan Santos (Missão). No mesmo dia, outro instituto divulgou números diferentes na escala, porém no mesmo sentido: 48,5% a 43% no confronto direto e 43% a 35% no primeiro turno.
Há um conjunto de dados sobre o qual toda a cobertura converge. A aprovação do governo ficou em 48%, contra 47% de desaprovação, e a avaliação da gestão empatou em 36% positiva e 36% negativa, com 26% de regular. A rejeição ao senador caiu de 57% para 54% e a do presidente subiu de 50% para 52%, reduzindo de 7 para 2 pontos a distância entre os dois. Os eleitorados são geograficamente e socialmente opostos: o presidente domina o Nordeste, o eleitorado católico e as faixas de menor renda, enquanto o senador vai melhor no Sul, entre evangélicos e entre quem ganha mais de cinco salários mínimos.
A cobertura de centro relatou também a explicação oferecida pelo instituto para o movimento. Segundo o cientista político responsável pelo levantamento, a recuperação do senador decorre de uma reorganização do campo à direita, impulsionada pela reconciliação pública com a ex-primeira-dama, avaliada como positiva por 59% dos entrevistados, e pela reação à decisão do Supremo Tribunal Federal que o impediu de visitar o pai, considerada errada por 52%. No mesmo diagnóstico, os fatores que sustentavam o governo perderam força marginal: a percepção positiva sobre o programa de renegociação de dívidas caiu de 55% para 47%.
Veículos de esquerda destacaram que, apesar do encurtamento, o presidente segue vencendo todos os cenários testados e que sua vantagem no confronto mais provável supera a margem de erro. Nessa leitura, ganham relevo os indicadores de que 44% dos entrevistados temem mais o retorno da família adversária ao poder do que a reeleição do atual presidente, apontada como pior por 41%, e de que 46% acreditam que a economia vai melhorar nos próximos doze meses, a segunda melhor marca do ano. O mesmo recorte enfatiza que 46% consideram o presidente quem melhor defende os interesses do Brasil, contra 38% que apontam o senador.
Veículos de direita enfatizaram a direção do movimento e não o placar. Nessa leitura, o senador melhorou em praticamente todos os indicadores, com potencial de voto subindo de 38% para 41% e voto definitivo entre seus eleitores passando de 62% para 68%, enquanto o presidente recuou entre os eleitores independentes. O peso maior recai sobre duas medições: 55% dizem que o país segue na direção errada e 55% afirmam que o atual presidente não merece mais quatro anos de mandato, índice que era de 51% em julho.
Em meio à divulgação, interlocutores do governo afirmaram monitorar o desgaste provocado por investigações em curso, entre elas as que envolvem o escândalo do INSS e apurações que miram o filho do presidente, ainda que minimizem impacto imediato sobre as intenções de voto e defendam campanha mais centrada em propostas concretas.
O que ainda não se sabe é se a aproximação medida é tendência consolidada ou ruído estatístico, já que todas as variações individuais couberam dentro da margem de erro.
Distância entre os dois candidatos caiu de 12 para 9 pontos no 1º turno e de 8 para 5 no 2º

Presidente aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o senador do PL chega a 30% e reduz a distância em relação à rodada anterior

Presidente marca 44%, contra 39% do senador. Diferença era de oito pontos em julho. Veja a íntegra da pesquisa.


Pesquisa mostrou que petista segue liderando todos os cenários testados no segundo turno das eleições

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as intenções de

Pesquisa aponta crescimento de dois pontos do candidato do PL, enquanto petista oscilou um ponto para baixo no levantamento estimulado

Candidato à reeleição possui 44% das intenções de voto em disputa contra o senador, que marca 39%; na sondagem anterior, petista aparecia com 45%, contra 37% do filho do ex-presidente

A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), traz o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno e vencendo todos os cenários…

Senador oscila positivamente e encurta a distância para o petista em todas as simulações em relação à pesquisa anterior, de julho

A pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou para cima nas intenções de voto, dentro da margem de erro, nos cenários de primeiro e segundo turno, enquanto o presidente Lula oscilou para baixo, mas mantém vantagem na liderança.

Presidente tem 48,5% contra 43% do senador; no primeiro turno, placar é de 43% a 35%

Diferença na rejeição entre os dois adversários encolhe
