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Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 5 de agosto de 2026 mostra o presidente Lula (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% do senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença caiu de 12 para 9 pontos em relação a julho. No cenário mais provável de segundo turno, Lula tem 44% e Flávio, 39%, ante 45% a 37% na rodada anterior. Todas as variações ficam dentro ou no limite da margem de erro, de dois pontos. O instituto ouviu 2.004 eleitores entre 31 de julho e 3 de agosto, presencialmente, com 95% de confiança e registro no TSE sob o protocolo BR-06591/2026. No mesmo dia, outro instituto apontou Lula com 48,5% contra 43% no segundo turno.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial de 2026 em todos os cenários testados pela pesquisa Genial/Quaest divulgada em 5 de agosto, mas a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu em relação à rodada de julho. No primeiro turno estimulado, o petista aparece com 39% das intenções de voto e o senador com 30%. A diferença, que era de 12 pontos, caiu para 9. Na simulação de segundo turno considerada a mais provável, Lula marca 44% contra 39% de Flávio, ante 45% a 37% no levantamento anterior. Todas as oscilações ficam dentro ou no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O instituto entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, presencialmente e em domicílio, entre 31 de julho e 3 de agosto, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06591/2026 e é a primeira sondagem do instituto depois das convenções que oficializaram as candidaturas. No mesmo dia, outra pesquisa, do instituto Meio Ideia, mostrou o presidente com 48,5% contra 43% do senador no segundo turno e 43% a 35% no primeiro, com margem de erro de 2,5 pontos.
A cobertura de centro concentrou-se na aritmética do levantamento e na comparação com as rodadas anteriores. Lula vence também os cenários contra Ronaldo Caiado (PSD), por 45% a 37%, contra Romeu Zema (Novo), por 46% a 34%, e contra Renan Santos (Missão), por 45% a 35%. Esses veículos registraram ainda que a distância entre as rejeições dos dois primeiros colocados encolheu de sete para dois pontos: a rejeição ao senador caiu de 57% para 54% e a do presidente subiu de 50% para 52%. A aprovação do governo permaneceu em 48%, contra 47% de desaprovação, e a avaliação do trabalho ficou empatada, com 36% de positiva e 36% de negativa.
Veículos de direita deram relevo à trajetória de queda da vantagem do presidente e ao desempenho do senador nos recortes de renda, região e religião. Flávio lidera no Sul, com 43%, entre evangélicos, com 35%, e entre quem ganha mais de cinco salários mínimos. Lula mantém 59% no Nordeste e 51% entre os que recebem até dois salários mínimos. Essa cobertura destacou também indicadores de desgaste apurados na mesma sondagem, como o percentual de 55% que diz que o presidente não merece mais quatro anos de mandato e a mesma proporção que considera que o país segue na direção errada.
Veículos de esquerda enfatizaram que o petista vence todos os cenários de segundo turno e que a vantagem de cinco pontos supera a margem de erro. Nessa leitura, ganham peso a aprovação do governo novamente acima da desaprovação, o dado de que 46% esperam melhora da economia nos próximos doze meses e o de que 44% consideram pior o retorno da família Bolsonaro ao poder do que a reeleição do atual presidente, apontada por 41%. O desempenho entre beneficiários de programas sociais e o eleitorado mais decidido sustentariam a liderança.
A divergência mais nítida está na interpretação das causas. O responsável pelo instituto atribui a recuperação do senador a uma reorganização do campo conservador, impulsionada pela reconciliação pública com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, avaliada como positiva por 59% dos entrevistados, e pela reação à decisão do Supremo Tribunal Federal que o proibiu de visitar o pai, considerada errada por 52%. Já interlocutores da campanha governista minimizam a variação, afirmam que ela cabe na margem de erro e dizem monitorar o efeito das investigações que atingem pessoas do entorno do presidente, incluindo desdobramentos do escândalo do INSS.
Ainda não se sabe se a aproximação observada é tendência ou ruído estatístico, já que as oscilações não superam a margem de erro na maior parte dos indicadores. Também não está claro qual será o efeito eleitoral das novas investigações, como os partidos de centro se posicionarão no primeiro turno e se o presidente participará do primeiro debate televisivo, marcado para 23 de agosto, ao qual 62,7% dos entrevistados em um dos levantamentos dizem que todos os convidados deveriam comparecer.
Todos os lados registram que o presidente lidera o primeiro turno por 39% a 30% e vence as quatro simulações de segundo turno testadas, e que a coleta ouviu 2.004 eleitores entre 31 de julho e 3 de agosto, com margem de erro de dois pontos e registro no TSE. Há acordo também de que a aprovação do governo está em 48%, contra 47% de desaprovação.
12 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Os números citados estão corretos, mas a seleção é assimétrica: destaca liderança em todos os cenários, vantagem acima da margem de erro, aprovação superior à desaprovação, otimismo econômico e o dado de que 44% temem mais o retorno da família adversária. Deixa de fora rejeição, queda da vantagem e o indicador majoritário contra um novo mandato, um enquadramento alinhado ao campo da esquerda.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Corpo estritamente numérico, sem adjetivação, cobrindo potencial de voto, rejeição, voto definitivo e avaliação de governo, incluindo o indicador de que 55% dizem que o país segue na direção errada. O título escolhe o ângulo mais dramático da série, mas é sustentado pelos números apresentados.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto descritivo dos números, com ressalva explícita de que a oscilação de Flávio está dentro da margem de erro e detalhamento de metodologia e registro no TSE. O título escolhe o ângulo da queda da vantagem do presidente, mas o corpo trata rejeição, aprovação e recortes de renda, religião e região sem vocabulário valorativo.

Presidente aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o senador do PL chega a 30% e reduz a distância em relação à rodada anterior

Presidente marca 44%, contra 39% do senador. Diferença era de oito pontos em julho. Veja a íntegra da pesquisa.


Pesquisa mostrou que petista segue liderando todos os cenários testados no segundo turno das eleições

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as intenções de

Pesquisa aponta crescimento de dois pontos do candidato do PL, enquanto petista oscilou um ponto para baixo no levantamento estimulado

Candidato à reeleição possui 44% das intenções de voto em disputa contra o senador, que marca 39%; na sondagem anterior, petista aparecia com 45%, contra 37% do filho do ex-presidente

A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), traz o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno e vencendo todos os cenários…

Senador oscila positivamente e encurta a distância para o petista em todas as simulações em relação à pesquisa anterior, de julho

A pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou para cima nas intenções de voto, dentro da margem de erro, nos cenários de primeiro e segundo turno, enquanto o presidente Lula oscilou para baixo, mas mantém vantagem na liderança.

Presidente tem 48,5% contra 43% do senador; no primeiro turno, placar é de 43% a 35%

Diferença na rejeição entre os dois adversários encolhe
Reporte para que a equipe revise. Sua contribuição ajuda a melhorar a cobertura.
Padrão de agência: enfatiza a estabilidade dos dois principais nomes nas três últimas rodadas e apresenta os cenários estimulado e espontâneo com paridade. Registra a condição do ex-presidente como preso e inelegível de forma descritiva, sem carga valorativa.
Perspectivas omitidas
Reportagem de bastidor que descreve a leitura interna da campanha governista sobre a pesquisa e sobre o desgaste das investigações, com citações nominais e verbos de atribuição. Não adere ao enquadramento das fontes, mas o desequilíbrio de sourcing deixa o leitor sem o lado adversário.
Perspectivas omitidas
Descrição técnica dos números com atenção a empates técnicos e ao limite da margem estatística. Os cruzamentos regionais e religiosos são apresentados de forma simétrica para os dois principais nomes, sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Texto analítico que apresenta simultaneamente indicadores favoráveis e desfavoráveis a cada lado: liderança do presidente em todos os cenários e entre eleitores de menor renda, e vantagem do senador no Sul, entre evangélicos e entre eleitores de renda mais alta. As inferências causais são atribuídas nominalmente ao responsável pelo instituto.
Perspectivas omitidas
Relato factual dos percentuais nos dois turnos com atribuição clara da interpretação ao responsável pelo instituto. O texto sinaliza que a oscilação está na margem de erro e equilibra o dado de crescimento do senador com o de manutenção da liderança do presidente.
Perspectivas omitidas
Parágrafo único puramente descritivo: registra a oscilação positiva do senador e a negativa do presidente, sempre com a ressalva da margem de erro, e mantém a informação de que a liderança permanece. Não há vocabulário ideológico, mas o volume de texto é curto demais para um julgamento editorial robusto, daí a confiança baixa.
Perspectivas omitidas
Cobertura factual de outro instituto, com cenários estimulado e espontâneo, avaliação de governo, rejeição, confiança na urna e prioridades do eleitorado. Fontes apresentadas com paridade e sem termos valorativos; a menção a divergências internas na campanha governista é atribuída a reportagem anterior.
Perspectivas omitidas
Estrutura de agência: número, comparação com a rodada anterior e ressalva de estabilidade dentro da margem de erro. Cobre tanto indicadores favoráveis ao governo (aprovação em 48%) quanto desfavoráveis (avaliação da resposta ao tarifaço, queda na percepção sobre o Desenrola) sem enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar da linha editorial do veículo, o texto é uma recapitulação neutra: título registra a liderança do presidente nos dois turnos e o corpo traz a série histórica de maio a agosto, rejeição, avaliação e aprovação sem adjetivação nem seleção enviesada de indicadores.
Perspectivas omitidas



