Lula chega a 33% no Sudeste e fica a dois pontos de Flávio Bolsonaro, diz Quaest
2 veículos de esquerda · 3 veículos de centro

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A pesquisa Quaest divulgada em 28 de setembro mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 33% no Sudeste no primeiro turno, ante 30% na semana anterior, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou de 36% para 35%. A vantagem de Flávio na região caiu de seis para dois pontos, com oscilações dentro da margem de três pontos. No país, Lula tem 39% e Flávio 34% no primeiro turno, e os dois empatam com 42% no segundo.
Veículos de esquerda destacaram que Lula cresceu e alcançou empate técnico com Flávio Bolsonaro no Sudeste, maior colégio eleitoral do país, e que o presidente mantém cinco pontos de vantagem no primeiro turno nacional, com 39% contra 34%. A leitura reforça o avanço do petista entre mulheres, eleitores mais pobres e católicos, e a liderança folgada no Nordeste.
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5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Todas as coberturas registram que Lula subiu de 30% para 33% no Sudeste e que Flávio Bolsonaro oscilou de 36% para 35%, empate técnico dentro da margem de três pontos, e que Lula segue com ampla liderança no Nordeste.
A pesquisa Quaest divulgada em 28 de setembro mostra Lula com 33% no Sudeste no primeiro turno, contra 35% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de dois pontos dentro da margem de erro. No país, o presidente lidera com 39% a 34%, e os dois empatam com 42% no segundo turno.
A pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira, 28 de setembro, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, reduziu a distância para o senador Flávio Bolsonaro, do PL, no Sudeste, região que concentra o maior número de eleitores do país. Na simulação de primeiro turno, Lula passou de 30% para 33% em uma semana, enquanto Flávio oscilou de 36% para 35%. As variações ficaram dentro da margem de erro de três pontos, mas a vantagem do senador na região caiu de seis para dois pontos, o que configura empate técnico.
No cenário nacional, Lula tem 39% das intenções de voto no primeiro turno, cinco pontos à frente de Flávio. Na semana anterior, o placar era de 37% a 33%. No segundo turno, os dois aparecem empatados com 42%. O instituto ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre 24 e 27 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos, com nível de confiança de 95%, e o registro na Justiça Eleitoral é BR-06520/2026.
Os recortes regionais apontam movimentos em direções opostas. No Sul, Flávio foi de 39% para 41% e Lula caiu de 30% para 27%, com margem de seis pontos. Em Norte e Centro-Oeste, o senador ampliou a frente. No Nordeste, Lula subiu de 54% para 56% e mantém 32 pontos de vantagem sobre Flávio, que tem 24%. No segundo turno, Flávio segue à frente no Sudeste por 43% a 37%, e Lula lidera no Nordeste por 58% a 29%.
A cobertura de centro relatou os números região a região, com as margens de erro de cada recorte, e acompanhou a evolução ao longo de setembro. Nesse período, a vantagem de Lula entre as mulheres caiu de dez para três pontos no meio do mês e voltou a nove. Entre os eleitores que ganham até dois salários mínimos, ela passou de 22 para 26 pontos. Flávio, por sua vez, ampliou a vantagem entre quem tem ensino superior, chegando a 49% contra 34%, e entre os eleitores de maior renda. A mesma cobertura lembrou o contexto da campanha: Lula anunciou reajuste do Bolsa Família e uma medida provisória contra as apostas online, enquanto Flávio fez agendas no Nordeste e enfrentou uma polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida. O caso do Banco Master passou a ser explorado pelos dois lados.
Veículos de esquerda destacaram que Lula cresceu e empatou com Flávio no Sudeste e deram peso à liderança do presidente no primeiro turno nacional. Não houve cobertura de veículos de direita sobre esta pesquisa até o momento. Por isso, o ângulo mais favorável ao senador, como o empate no segundo turno e o avanço no Sul, aparece apenas na leitura dos veículos de centro.
Ainda não se sabe se o avanço de Lula no Sudeste é uma tendência ou uma oscilação pontual, já que a variação ficou dentro da margem de erro. Também não está claro como os eleitores de candidatos menos votados vão se distribuir em um eventual segundo turno, nem qual será o efeito do caso Master na reta final da campanha.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.