Quaest aponta empate técnico entre Marcos Rogério e Adailton Fúria em Rondônia
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A rodada de pesquisas expõe a força do bolsonarismo em disputas estaduais e o tamanho do desafio do campo progressista fora dos seus redutos. Em Rondônia, o senador Marcos Rogério, do PL, principal nome do bolsonarismo no estado, lidera numericamente e venceria todos os cenários simulados de segundo turno, enquanto Expedito Netto, do PT, aparece com 10%. Em São Paulo, Fernando Haddad começa 13 pontos atrás de Tarcísio de Freitas no maior colégio eleitoral do país. Para essa leitura, o dado que salva a disputa é o volume de eleitores ainda não decididos: 22% de indecisos em Rondônia e 65% sem resposta na pesquisa espontânea mostram que a preferência não está consolidada e que a agenda social ainda pode ser disputada estado a estado.
O instituto Quaest divulgou em 24 e 25 de agosto de 2026 uma rodada de pesquisas de intenção de voto para governos estaduais. Em Rondônia, o senador Marcos Rogério, do PL, tem 24% e o ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria, do PSD, tem 21%, dentro da margem de erro de três pontos, com Hildon Chaves, do União Brasil, e Expedito Netto, do PT, empatados em 10%.
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4 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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As coberturas reproduzem os mesmos percentuais e a mesma metodologia: 804 entrevistados em Rondônia entre 21 e 24 de agosto, margem de três pontos e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Todas reconhecem que Marcos Rogério e Adailton Fúria estão separados por três pontos, dentro da margem, e que Tarcísio de Freitas lidera com folga em São Paulo.
O instituto Quaest divulgou uma rodada de pesquisas para governos estaduais em 24 e 25 de agosto de 2026. Em Rondônia, Marcos Rogério e Adailton Fúria aparecem em empate técnico; em Alagoas, Renan Filho e JHC estão separados por dois pontos; em São Paulo, Tarcísio de Freitas lidera sobre Fernando Haddad, com 56% de aprovação da gestão estadual.
O instituto Quaest divulgou, em 24 e 25 de agosto de 2026, uma rodada de pesquisas de intenção de voto para governos estaduais que inclui Rondônia, Alagoas e São Paulo. Em Rondônia, o senador Marcos Rogério, do PL, aparece com 24% no primeiro turno, à frente do ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria, do PSD, que tem 21%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, o que coloca os dois em empate técnico. Hildon Chaves, do União Brasil, ex-prefeito de Porto Velho, e Expedito Netto, do PT, marcam 10% cada. Samuel Costa e Pedro Abib somam 2% e 1%. Brancos, nulos e eleitores que dizem não pretender votar chegam a 10%, e os indecisos, a 22%. O levantamento ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 21 e 24 de agosto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números RO-05711/2026 e BR-00490/2026.
Em Alagoas, a mesma metodologia foi aplicada a 804 eleitores entre 20 e 23 de agosto, também com margem de três pontos. O ex-ministro dos Transportes Renan Filho, do MDB, tem 42%, e o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, o JHC, do PSDB, tem 40%. Na simulação de segundo turno, os dois empatam em 42%. Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, candidato à reeleição, registra 40% contra 27% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, do PT, numa pesquisa com 1.800 eleitores ouvidos presencialmente entre 19 e 25 de agosto e margem de dois pontos. No mesmo levantamento paulista, 56% aprovam a gestão estadual e 31% desaprovam.
A cobertura de centro tratou os três recortes como material metodológico. Reproduziu integralmente os seis cenários de segundo turno em Rondônia, informou quem encomendou cada pesquisa, registrou o nível de confiança de 95% e destacou que, na apuração espontânea, sem estímulo de nomes, 65% dos eleitores rondonienses não souberam responder em quem votariam. Nessa leitura, o dado central é a baixa consolidação eleitoral: os nomes existem, mas ainda não estão fixados no eleitorado. A vantagem de Tarcísio de Freitas em São Paulo aparece acompanhada do índice de aprovação que a própria pesquisa mediu, e não de projeção sobre o resultado de outubro.
Veículos de esquerda deram ênfase ao pertencimento político dos primeiros colocados. Descreveram Marcos Rogério como o senador bolsonarista que lidera em Rondônia e ligaram a rodada estadual ao embate nacional entre campos, com o argumento de que forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Nesse enquadramento, os 10% de Expedito Netto em Rondônia e a distância de 13 pontos de Fernando Haddad em São Paulo aparecem como sinal de que a agenda social precisa ser disputada estado a estado, e o volume de indecisos é lido como espaço aberto para reversão.
Veículos de direita não haviam publicado análise própria desta rodada até o fechamento desta reportagem. A leitura que costuma partir desse campo apoiaria os mesmos números em outro ângulo: a liderança de um senador do PL em todos os três cenários simulados de segundo turno em Rondônia, incluindo 49% a 23% sobre o candidato petista, e os 56% de aprovação da gestão paulista seriam apresentados como aval do eleitorado a administrações de perfil liberal e como limite eleitoral de candidaturas ligadas ao PT.
O que ainda não se sabe pesa sobre a interpretação. A pesquisa paulista informa que Tarcísio de Freitas segue à frente numa simulação de segundo turno contra Fernando Haddad, mas os percentuais desse cenário não foram divulgados. Há divergência entre as coberturas sobre a legenda de Samuel Costa em Rondônia, atribuído ora ao PSB, ora à Rede. Também não existe série histórica no estado, já que este é o primeiro levantamento do instituto em Rondônia, o que impede medir tendência. E nenhuma das matérias traz reação dos candidatos ou de seus partidos aos resultados.
O instituto entrevistou 804 eleitores alagoanos pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto

O levantamento testou ainda seis cenários de segundo turno

A pesquisa Quaest para o governo de São Paulo revela Tarcísio de Freitas com 40% das intenções de voto, superando Fernando Haddad. Veja os dados.

Primeiro levantamento do instituto realizado no estado aponta empate técnico
