Eduardo Riedel lidera em Mato Grosso do Sul enquanto Lula tem 58% no Maranhão
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Dois levantamentos do instituto Quaest divulgados em 24 e 25 de agosto de 2026 mediram disputas distintas. Em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel, do Progressistas, tem 40% das intenções de voto na corrida pela reeleição, contra 13% de Fábio Trad, do Partido dos Trabalhadores, e 8% de Delcídio Amaral, do PRD; em três cenários de segundo turno, Riedel varia de 54% a 61%. No Maranhão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, lidera o primeiro turno da corrida presidencial com 58%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, com 20%. As duas pesquisas têm registro na Justiça Eleitoral e margem de erro de três pontos percentuais.
Os números do instituto Quaest mostram um eleitorado que separa a avaliação do governo federal da disputa estadual. No Maranhão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega a 58% no primeiro turno e a aprovação da gestão federal alcança 66%, resultado que, na leitura de veículos de esquerda, reflete o peso de programas sociais e de transferência de renda num dos estados de menor renda per capita do país.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Não há confronto ideológico sobre os dados, e sim diferença de recorte e de transparência. A cobertura de esquerda concentra-se na reeleição estadual de Eduardo Riedel e não informa quem contratou nem quanto custou o levantamento. A cobertura de centro trata do cenário presidencial no Maranhão e declara o contratante, o custo de R$ 106.290 e o fato de a íntegra do estudo não ser publicada.
As coberturas reproduzem os mesmos números e não questionam a metodologia: Eduardo Riedel lidera com folga em Mato Grosso do Sul e Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga no Maranhão, em levantamentos registrados na Justiça Eleitoral, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Dois levantamentos do instituto Quaest divulgados em agosto de 2026 mostram o governador Eduardo Riedel à frente na disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando o primeiro turno da corrida presidencial no Maranhão. As duas pesquisas têm registro na Justiça Eleitoral e margem de erro de três pontos percentuais.
Duas pesquisas do instituto Quaest divulgadas em 24 e 25 de agosto de 2026 desenharam cenários eleitorais bastante distintos em dois estados. Em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel, do Progressistas, aparece com 40% das intenções de voto na disputa pela reeleição, contra 13% de Fábio Trad, do Partido dos Trabalhadores, 8% de Delcídio Amaral, do PRD, 3% de João Henrique Catan, do Novo, e 2% de Lucien Rezende, do PSOL. Indecisos somam 20% e brancos, nulos ou abstenção, 11%. No Maranhão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, lidera o primeiro turno da corrida presidencial com 58%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, com 20%.
Os dois levantamentos compartilham a mesma arquitetura metodológica. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Em Mato Grosso do Sul foram ouvidos 804 eleitores entre 21 e 24 de agosto, com registro MS-00793/2026 na Justiça Eleitoral. No Maranhão foram 900 entrevistados, entre 20 e 23 de agosto, sob o registro BR-01389/2026. Nos dois casos, a liderança é ampla o bastante para não ser explicada por oscilação estatística.
Há convergência entre as coberturas quanto aos números e ao favoritismo dos líderes. Em Mato Grosso do Sul, os três cenários de segundo turno testados dão vitória ao governador: 54% contra 23% de Delcídio Amaral, 59% contra 22% de Fábio Trad e 61% contra 13% de João Henrique Catan. No Maranhão, a dianteira do presidente se mantém nos dois cenários testados, com e sem a presença de Pablo Marçal, do PRTB, que marca 1%. O mesmo estudo mediu ainda a aprovação do governo federal no estado, com 66% de aprovação e 27% de desaprovação, além da disputa por duas vagas ao Senado, liderada por Roseana Sarney, do MDB, com 16%, seguida de Weverton Rocha, do PDT, com 11%, e Lahesio Bonfim, do Novo, com 10%.
As coberturas divergem no recorte e no grau de detalhamento metodológico. Veículos de esquerda destacaram a disputa estadual sul-mato-grossense, com foco na vantagem de 27 pontos do governador sobre o candidato petista e na possibilidade de decisão já no primeiro turno, sem informar quem contratou ou financiou o levantamento. A cobertura de centro relatou o cenário presidencial no Maranhão e foi além na transparência: informou que a pesquisa foi encomendada pelo Grupo Globo, custou R$ 106.290, foi paga pela Televisão Mirante e que nem o instituto nem o grupo contratante disponibilizam a íntegra do documento. Entre veículos de direita, o levantamento não recebeu cobertura direta no conjunto analisado; a leitura provável desse campo enfatizaria o desempenho do governador em Mato Grosso do Sul como aval à gestão fiscal e ao alinhamento com o agronegócio, e trataria os 58% do presidente no Maranhão como reflexo de um reduto historicamente favorável ao Partido dos Trabalhadores, e não como indicador nacional.
Alguns pontos seguem em aberto. Nenhuma das divulgações apresenta índices de rejeição dos candidatos, dado que costuma qualificar o tamanho real de uma liderança. Também não há comparação com levantamentos anteriores nos mesmos estados, o que impede medir tendência de alta ou queda. No caso de Mato Grosso do Sul, não se sabe quem encomendou a pesquisa nem quanto ela custou. No caso do Maranhão, a íntegra do estudo não é pública. Nenhuma das campanhas citadas foi ouvida sobre os resultados, e não há indicação de novos levantamentos agendados nos dois estados antes do pleito de outubro.
Pesquisa entrevistou 804 eleitores, entre 21 e 24 de agosto; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

O governador, do PP, tem 27 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Fábio Trad, do PT

Levantamento da Quaest ouviu 900 eleitores no Estado, de 20 a 23 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais. Leia no Poder360.
