Quaest e Datafolha mapeiam disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro por estado
4 veículos de esquerda · 34 veículos de centro · 2 veículos de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2F3%2FV%2FBowOGhT5WYWwSoH1wdug%2F1200-x-800-2026-09-25t165352.389.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
4 veículos de esquerda · 34 veículos de centro · 2 veículos de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2F3%2FV%2FBowOGhT5WYWwSoH1wdug%2F1200-x-800-2026-09-25t165352.389.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
A uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, pesquisas estaduais divulgadas entre 24 e 28 de setembro pelos institutos Quaest, Datafolha e Real Time Big Data mostram um mapa eleitoral dividido entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL. O candidato do PL lidera em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Centro-Oeste, no Paraná, no Espírito Santo e em Roraima; o presidente aparece à frente em Pernambuco, no Maranhão e em Alagoas. No cenário nacional citado na cobertura, o Datafolha apontou Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno, e empate técnico de 47% a 45% no segundo. A semana também foi marcada pela troca de acusações em torno das apostas on-line e do caso do Banco Master, pelo anúncio do governo sobre a proibição das bets e pela decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, que suspendeu um jingle da campanha petista contra o adversário.
Para a leitura de esquerda, a reta final opõe um projeto de proteção social ao retorno de um grupo político cercado de escândalos financeiros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou aos últimos dias de campanha com vantagem confortável no Nordeste, onde tem 60% em Pernambuco, 59% no Maranhão e 44% em Alagoas, apoiado em pautas de renda e de direitos: isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, fim da escala de trabalho 6x1, retirada de impostos da cesta básica e banimento das apostas on-line, que endividam famílias pobres.
No enquadramento de direita, o mapa das pesquisas mostra um país que quer alternância: o senador Flávio Bolsonaro lidera nos dois maiores colégios eleitorais, com 38% em São Paulo e 44% no Rio de Janeiro, e abre vantagens largas onde a economia produtiva pesa, como 50% em Mato Grosso, 42% em Mato Grosso do Sul, 40% no Paraná e 59% em Roraima.
40 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Esquerda, centro e direita trabalham com os mesmos números e reconhecem dois fatos: Flávio Bolsonaro lidera em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Centro-Oeste e no Sul, enquanto Lula tem ampla vantagem no Nordeste. Os três campos também registram que a disputa nacional está apertada, com empate técnico na simulação de segundo turno, e que as apostas on-line entraram na campanha como tema central.
Entre 24 e 28 de setembro, Quaest, Datafolha e Real Time Big Data divulgaram pesquisas estaduais que dividem o país entre Flávio Bolsonaro, à frente em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Centro-Oeste e no Sul, e Lula, que lidera no Nordeste. Os percentuais são os mesmos para todos os lados. Abaixo estão os números por estado e o que a cobertura de esquerda, de centro e de direita diz que explica esse mapa.
A uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, a disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, chegou à reta final com o mapa eleitoral partido. Levantamentos estaduais divulgados entre 24 e 28 de setembro pelos institutos Quaest, Datafolha e Real Time Big Data colocam o candidato do PL à frente no Sudeste, no Centro-Oeste, no Sul e em Roraima, e mostram o presidente com folga no Nordeste.
Nos números do Datafolha, Flávio Bolsonaro tem 38% em São Paulo contra 33% de Lula, e 44% no Rio de Janeiro contra 38%. Em Pernambuco a relação se inverte: o presidente aparece com 60% e o senador com 24%. A Quaest registra o candidato do PL com 59% em Roraima, 50% em Mato Grosso, 42% em Mato Grosso do Sul, 40% no Paraná e 37% no Espírito Santo, enquanto o presidente lidera no Maranhão, com 59%, e em Alagoas, com 44%. No Tocantins, o Real Time Big Data aponta empate em 40% no primeiro turno, com vantagem do senador na simulação de segundo. No cenário nacional citado na cobertura, o Datafolha traz Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 36%, e segundo turno de 47% a 45%, dentro da margem de erro.
A cobertura de centro concentrou-se nesse conjunto de dados e na troca de acusações que dominou a semana. Os boletins de pesquisa trouxeram amostra, período de campo, margem de erro e número de registro na Justiça Eleitoral, e um levantamento nacional divulgado em 28 de setembro mostrou 49% de desaprovação e 46% de aprovação do governo federal, com rejeição de 54% ao presidente e de 56% ao senador. Foi também a cobertura de centro que relatou os dois movimentos jurídicos da semana: a notícia-crime apresentada pela defesa de Flávio Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal, com base em mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro e a um advogado, e a liminar do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, que suspendeu um jingle de rádio da campanha petista.
Os veículos de esquerda destacaram a agenda social e o cerco de escândalos ao adversário. Nessa cobertura, o presidente aparece em comício no Recife associando o voto no adversário ao caso do Banco Master e ao desvio de recursos na Previdência, defendendo o fim das apostas on-line pelo endividamento das famílias e a redução dos juros do cartão de crédito. O mesmo campo registrou a mobilização de rua do último domingo antes da votação, com mais de 500 atividades organizadas por partidos, movimentos populares e comitês nas 27 capitais, e a pauta de isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, fim da escala 6x1 e desoneração da cesta básica.
Os veículos de direita enfatizaram a liderança do senador nos maiores colégios eleitorais, a desaprovação do governo federal e o mérito da decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Nesse enquadramento, a suspensão do jingle é limite institucional a uma propaganda que apresentava acusações sem informar origem, estágio de apuração ou arquivamento, e a agenda do candidato do PL é de corte de impostos, autonomia econômica e endurecimento penal, com promessa de redução da maioridade penal para 16 anos e de enfrentamento ao narcoterrorismo. Boletins do mesmo campo deram relevo à rejeição do presidente e à vantagem do senador nas simulações de segundo turno estaduais.
A divergência de fundo não está nos percentuais, que são os mesmos nas três leituras, e sim no que explica o mapa. Para a esquerda, a vantagem no Nordeste é resultado de política de renda e de direitos; para a direita, a liderança no Sudeste, no Centro-Oeste e no Sul mede o desgaste de um governo desaprovado por quase metade do eleitorado. A cobertura de centro registrou também uma contradição que atravessa o debate sobre apostas: o próprio governo vendeu 85 outorgas a casas de aposta antes de anunciar a proibição dos cassinos on-line.
O que ainda não se sabe é o desenho final da medida sobre as apostas, já que o formato, o alcance e o tratamento das apostas esportivas não estavam definidos publicamente. Também segue aberto se a Procuradoria-Geral da República vai abrir inquérito a partir da notícia-crime contra o presidente, quando o plenário do Tribunal Superior Eleitoral referendará ou derrubará a liminar sobre o jingle, e se as vantagens estaduais se sustentarão até a urna: entre 11% e 23% dos eleitores ouvidos ainda diziam poder mudar o voto.
Nova pesquisa Quaest governo Lula indica que a desaprovação oscilou para 49% e a aprovação subiu para 46% em levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Presidente conta com apoio de cerca de 150 nomes, enquanto candidato do PL tem endosso tímido e alianças pontuais. Leia no Poder360.

Na rodada anterior, petista e senador apareciam tecnicamente empatados, com 55% e 56%, respectivamente

Candidato disse que, se for eleito, vai investir em educação e no uso de tecnologia para ajudar os jovens a encontrarem emprego.

Chefe do Executivo também declarou que o ex-presidente Jair Bolsonaro “nunca trabalhou na vida”. Leia no Poder360.

Defesa do candidato do PL acionou o STF e pediu investigação sobre Lula alegando que mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro e advogado indicam articulação do banqueiro com o governo federal.

Presidenciável defende fim dos cassinos online em live com aliados; Planalto prepara medida para endurecer regras das apostas

Frase foi divulgada no mesmo dia em que presidente discutiu medidas para restringir apostas em encontro no Alvorada. Leia no Poder360.

No Recife, presidente também afirmou que não deixará “esses bandidos voltarem a governar o País”. Na capital pernambucana e em Maceió (AL), reforçou que acabará com as bets

Marco Aurélio de Carvalho disse que iria "quebrar o protocolo" antes de chamar o candidato do PL de "bandido pior que o pai". Leia no Poder360.

Flávio Bolsonaro tenta se apresentar como moderado enquanto se enrola no escândalo do Banco Master, dos R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse” à investigação da PF sobre o destino desse dinheiro. É preciso um exercício de memória antes da urna: relembre os escândalos, as falas polêmicas e os casos de corrupção que marcaram os ministros do governo de Jair Bolsonaro. A pergunta que precisa ser feita antes de 4 de outubro: como alguém vota em Flávio Bolsonaro
TSE suspendeu jingle da campanha de Lula que citava Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e Adriano da Nóbrega em inserções de rádio.

Às vésperas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro percorre um calvário que seu pai impôs a Lula na eleição de 2022. Molha a camisa para negar que, se eleito, pretenda retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

Candidato à Presidência pelo PL fez referência ao fim das bets anunciado na noite de sexta-feira pelo governo

Presidente fez ato de campanha em São Miguel Paulista, região populosa na zona leste de São Paulo

Nunes Marques suspende jingle de Lula com verso 'Foi o Flávio Bolsonaro' UOL Notícias
Neste domingo (27), último antes do primeiro turno das eleições, as campanhas presidenciais intensificam as mobilizações de rua pelo país. A candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)…

Nunes Marques suspende jingle de Lula: 'Foi o Flávio Bolsonaro' UOL Notícias
Nunes Marques suspendeu o jingle “Foi o Flávio Bolsonaro”, usado por Lula, por considerar que a peça pode induzir eleitores a erro.

Pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta sexta, 25, mostra que senador venceria o atual presidente no segundo turno

A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha entrevistou 1.204 pessoas entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, pa

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Margem de erro é de dois pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta (25) foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e ouviu 1.204 pessoas, com margem de erro de três pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela Rede Amazônica. Margem de erro é três pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Mirante. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Morena. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela Rede Matogrossense de Comunicação (RMC). Margem de erro é de três pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) e foi encomendada pela TV Asa Branca Alagoas. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta (25) foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e ouviu 1.204 pessoas, com margem de erro de três pontos percentuais.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha entrevistou 1.204 pessoas entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, pa

O estado tem o quarto menor colégio eleitoral do País

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Margem de erro é de dois pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Gazeta. Margem de erro é de três pontos percentuais.
Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Mirante. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) e foi encomendada pela TV Asa Branca Alagoas. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Morena. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela Rede Amazônica. Margem de erro é três pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela Rede Matogrossense de Comunicação (RMC). Margem de erro é de três pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (24) foi encomendada pela RPC, afiliada da TV Globo. Margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) foi encomendada pela TV Gazeta. Margem de erro é de três pontos percentuais.
Nesta matéria: perspectiva omitida.