%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2F8%2F4%2FqTJVcPQNq49loxtKfRqw%2Fmontagem-horizontal-1280x720px-7-.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
Quaest: veja como está a corrida presidencial em SP, RJ, MG, PE e DF
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2F8%2F4%2FqTJVcPQNq49loxtKfRqw%2Fmontagem-horizontal-1280x720px-7-.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Fazer o testeGrátis. Cerca de 3 minutos. Seu resultado fica salvo.
O instituto Quaest divulgou em 8 de setembro de 2026 pesquisas de intenção de voto para presidente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e no Distrito Federal. Os levantamentos mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em quatro das cinco unidades e vantagem ampla de Lula em Pernambuco. As entrevistas foram feitas entre 4 e 7 de setembro, logo após as revelações do chamado Caso Master, com nível de confiança de 95% e margem de erro de dois a três pontos percentuais.
Esquerda
Para o enquadramento de esquerda, os números mostram uma disputa que segue competitiva e reforçam que o Nordeste continua sendo a base social mais sólida de Lula, com 51% em Pernambuco. O ponto central, porém, é o ambiente em que a pesquisa foi feita: uma crise no Supremo Tribunal Federal que chegou à cúpula da Polícia Federal e passou a ser convertida em plataforma de campanha pela direita, deslocando o debate programático sobre desigualdade e serviços públicos para o terreno da disputa institucional.
Centro
O instituto Quaest divulgou em 8 de setembro de 2026 pesquisas de intenção de voto para presidente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e no Distrito Federal. Os levantamentos mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em quatro das cinco unidades e vantagem ampla de Lula em Pernambuco.
Direita
Para o enquadramento de direita, os levantamentos confirmam que a reeleição deixou de ser cenário garantido: Flávio Bolsonaro aparece à frente numericamente no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo, os três maiores colégios eleitorais entre as unidades pesquisadas.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O texto exige explicações dos dois ministros envolvidos, o que evita o partidarismo puro, mas o eixo do argumento é a denúncia da instrumentalização eleitoral da crise pelo bolsonarismo, a crítica à assimetria da cobertura da imprensa e a defesa de controle institucional colegiado. Vocabulário de accountability horizontal, legitimidade e devido processo, típico do enquadramento de esquerda acadêmica.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Apresentação seca de intenção de voto por unidade da federação, com série comparativa em relação a 25 de agosto, amostra, margem de erro, nível de confiança e número de registro eleitoral. Não há adjetivação, hierarquia valorativa entre candidatos nem interpretação do resultado. Cobertura factual de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O texto adota o vocabulário e a hierarquia de valores do mercado: risco fiscal, prêmio de risco, custo de capital, alternância de poder como cenário desejável. Frases como a de que Lula e seus aliados não teriam bom diagnóstico econômico são reproduzidas sem contraditório, e a oposição aparece associada a marcos regulatórios, concessões e licenciamento ambiental mais flexíveis. Enquadramento de direita econômica, embora a apuração seja checável.
Perspectivas omitidas
Uma série de pesquisas divulgada em 8 de setembro de 2026 mediu a corrida presidencial em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e no Distrito Federal. Os números mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em quatro das cinco unidades e vantagem folgada de Lula em Pernambuco, com o levantamento feito em meio à crise aberta no Supremo Tribunal Federal.
O instituto Quaest divulgou em 8 de setembro de 2026 uma série de pesquisas de intenção de voto para presidente em quatro estados e no Distrito Federal, e o retrato que sai delas é o de uma disputa apertada. No Distrito Federal, Flávio Bolsonaro tem 31% contra 28% de Lula. Em São Paulo, são 31% para o senador e 30% para o presidente. No Rio de Janeiro, 34% a 32%, também com vantagem numérica de Flávio Bolsonaro. Em Minas Gerais o quadro se inverte, com Lula em 31% e Flávio Bolsonaro em 27%. Em todos esses casos a diferença cabe dentro da margem de erro, que varia de dois a três pontos percentuais. A exceção é Pernambuco, onde Lula marca 51%, contra 21% do adversário.
A cobertura de centro concentrou-se nos números e na metodologia. As entrevistas foram feitas entre 4 e 7 de setembro, com eleitores de 16 anos ou mais e nível de confiança de 95%, em amostras que vão de 1.104 pessoas no Distrito Federal a 1.800 em São Paulo, todas com registro no Tribunal Superior Eleitoral. Essa cobertura também registrou o avanço do escritor Augusto Cury, que saiu de patamares próximos de 1% para 8% em São Paulo, no Distrito Federal e em Minas Gerais, e a queda de Flávio Bolsonaro em Minas Gerais, de 31% para 27% desde 25 de agosto. Anotou ainda que o instituto testou um cenário com Pablo Marçal, hoje inelegível e à espera de decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre a candidatura.
Veículos de direita enfatizaram o efeito das pesquisas sobre o mercado financeiro. Nessa leitura, a percepção de disputa em aberto derrubou o prêmio de risco cobrado pelos ativos brasileiros: o Ibovespa subiu 3,05% em 2 de setembro, aos 185.205 pontos, o dólar recuou para perto de R$ 5,10 e os juros futuros cederam, no que analistas chamam de trade eleitoral. Gestores e estrategistas ouvidos por essa cobertura sustentam que o mercado passou a atribuir probabilidade maior à alternância de poder e a apostar em correção fiscal e em um ambiente regulatório mais favorável a concessões e licenciamentos. A mesma cobertura pondera que cerca de 90% do orçamento federal é composto de despesas obrigatórias, o que limita qualquer ajuste, e que juros altos nas economias desenvolvidas e o preço das commodities podem se sobrepor ao componente eleitoral.
Veículos de esquerda deslocaram o foco para a crise no Supremo Tribunal Federal, que corre em paralelo à disputa. Nessa leitura, as diligências determinadas pelo ministro André Mendonça, que alcançaram o ministro Alexandre de Moraes e resultaram no afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em 8 de setembro, configuram uma crise de controle recíproco entre instituições às vésperas da eleição. Essa cobertura cobra explicações dos dois ministros, mas aponta que a direita tenta converter o episódio em plataforma de campanha, e cita a fala de Flávio Bolsonaro nos atos de 7 de setembro, segundo a qual quem vota em Lula estaria votando em Alexandre de Moraes.
A divergência entre as coberturas está menos nos números e mais no que eles significam. Para os veículos de direita, o equilíbrio nas pesquisas é sintoma de desgaste do governo e prenúncio de mudança na política econômica. Para os de esquerda, o mesmo equilíbrio é efeito de uma crise institucional instrumentalizada, e o entusiasmo do mercado revela interesse financeiro no resultado do pleito. A cobertura de centro não adere a nenhuma das duas leituras e se limita a apresentar séries comparáveis de intenção de voto por unidade da federação.
O que ainda não se sabe é se a crise no Supremo Tribunal Federal e o afastamento na Polícia Federal, cujo julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, terão efeito mensurável na intenção de voto. Também segue pendente a decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre Pablo Marçal, e nenhuma das coberturas apresenta números que permitam separar o efeito da crise institucional do efeito da campanha nos estados pesquisados.
As três coberturas partem do mesmo diagnóstico: a corrida presidencial de 2026 está mais equilibrada do que se supunha há poucas semanas, com Lula e Flávio Bolsonaro dentro da margem de erro em quatro das cinco unidades pesquisadas, e a crise aberta no Supremo Tribunal Federal já entrou no cálculo eleitoral dos dois campos.

Mercado aposta em alternância do poder como solução para problema fiscal e impulsiona Bolsa

Levantamentos divulgados nesta terça-feira (8) colocam Lula à frente em PE e empate técnico com Flávio Bolsonaro no DF, MG, RJ e SP.

Na Paulista, Flávio Bolsonaro tentou capitalizar ofensiva de Mendonça: “Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes”

Levantamentos divulgados nesta terça-feira (8) colocam Lula à frente em PE e empate técnico com Flávio Bolsonaro no DF, MG, RJ e SP.
Conteúdo idêntico ao da versão principal, com listagem de percentuais por unidade da federação e ficha técnica de cada levantamento. Sem adjetivação e sem interpretação política dos números; classificação de centro pela ausência de enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Leia em seguida



