
Augusto Cury sobe de 2% para 11% e vira terceira via na pesquisa Nexus
6 veículos de centro · 6 veículos de direita
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A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 31 de agosto de 2026 mostrou o escritor Augusto Cury, candidato do Avante, saltando de 2% para 11% das intenções de voto para a Presidência da República e assumindo isoladamente a terceira colocação. No mesmo cenário estimulado de primeiro turno, Luiz Inácio Lula da Silva recuou de 41% para 39% e Flávio Bolsonaro caiu de 37% para 33%. O instituto Nexus estima que quatro dos nove pontos ganhos por Cury vieram de eleitores do senador e dois do presidente. O levantamento ouviu 2.005 eleitores por telefone entre 28 e 30 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08900/2026.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 31 de agosto de 2026 mostrou o escritor Augusto Cury, candidato do Avante, saltando de 2% para 11% das intenções de voto para a Presidência da República e assumindo isoladamente a terceira colocação.
Direita
Na leitura da cobertura de direita, o resultado é a primeira rachadura real no duopólio que dominava a corrida presidencial: desde o início do ano, nenhum nome além de Lula e Flávio Bolsonaro havia passado de 10% das intenções de voto, e Augusto Cury conseguiu em uma semana o que ex-governadores como Ronaldo Caiado e Romeu Zema não conseguiram em meses.
12 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Relata a variação de 2% para 11% e a queda de Lula, de 41% para 39%, e de Flávio Bolsonaro, de 37% para 33%, listando todos os candidatos e os dois cenários testados. Fecha com amostra de 2.005 eleitores, margem de dois pontos e registro BR-08900/2026. Vocabulário descritivo, sem carga valorativa.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O candidato do Avante à Presidência da República subiu nove pontos em uma semana e passou a ocupar sozinho a terceira colocação na pesquisa BTG/Nexus divulgada em 31 de agosto de 2026. A cobertura se divide entre quem credita o salto ao debate na televisão e ao desgaste da polarização e quem aponta uma operação de marketing digital por trás do fenômeno.
O escritor Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência da República, saltou de 2% para 11% das intenções de voto na pesquisa BTG/Nexus divulgada em 31 de agosto de 2026 e assumiu isoladamente a terceira colocação no principal cenário estimulado de primeiro turno. No mesmo levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva marca 39% e o senador Flávio Bolsonaro, 33%.
A alta de nove pontos em uma semana veio acompanhada da queda dos dois líderes. Lula recuou de 41% para 39% e Flávio Bolsonaro caiu de 37% para 33%. O instituto Nexus estima, no relatório, que quatro dos nove pontos ganhos por Cury vieram de eleitores que estavam com o senador e dois de eleitores do presidente, além de uma parcela do eleitorado que procurava alternativa à polarização. Ronaldo Caiado manteve 5%, Renan Santos ficou com 3% e Romeu Zema oscilou de 3% para 1%. A rodada ouviu 2.005 eleitores por telefone entre 28 e 30 de agosto, tem margem de erro de dois pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08900/2026.
A cobertura de centro relatou o movimento pelos números e pela metodologia, informando que o estudo foi contratado pelo banco BTG Pactual ao custo de R$ 164.888,89 e que a fragmentação se concentra no eleitorado que votou em Jair Bolsonaro em 2022: nesse grupo, 68% estão com Flávio Bolsonaro e 13% já se dizem com Cury, enquanto entre quem votou em Lula, 77% seguem com o presidente e 7% migraram para o candidato do Avante.
Os três blocos de cobertura convergem em alguns pontos. O crescimento não aparece em um instituto só: a AtlasIntel registrou 7,8% para Cury, o Real Time Big Data apontou 11% em levantamento feito entre 27 e 31 de agosto, e a Quaest, divulgada em 2 de setembro, mostrou 10%. Todos os levantamentos foram a campo depois do primeiro debate presidencial na televisão, das entrevistas dos candidatos em programas jornalísticos e do início do horário eleitoral gratuito. E, apesar do salto, o eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro ficou igual ao da semana anterior: 46% a 45%.
Veículos de direita enfatizaram o ineditismo do movimento. Desde o início do ano, nenhum candidato além dos dois líderes havia passado de 10% das intenções de voto, e o ponto de virada apontado foi o debate presidencial do qual Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema não participaram. Essa cobertura destacou o perfil do novo eleitorado, com 22% entre os de 16 a 24 anos, 17% entre quem tem ensino superior e 13% entre quem ganha mais de cinco salários mínimos, e leu o resultado como demanda por uma alternativa fora da polarização, capaz de superar ex-governadores com longa trajetória.
Veículos de esquerda enfatizaram a engenharia por trás do fenômeno digital. Uma coluna mostrou que perfis de fofoca e entretenimento com milhões de seguidores passaram a publicar mensagens favoráveis ao candidato, formato usado por empresas de marketing digital para fazer publicidade parecer espontânea. A campanha do Avante nega ter comprado seguidores ou contratado influenciadores, e Cury afirmou tratar-se de um movimento incontrolável. Essa cobertura também lembrou que o candidato propõe empregar influenciadores em embaixadas, tarefa que hoje cabe a diplomatas de carreira.
O que ainda não se sabe é se o crescimento se sustenta até outubro. O eleitorado de Cury é o menos consolidado entre os primeiros colocados: 59% dizem que a decisão está tomada e 39% admitem trocar de candidato, contra 85% de voto definido entre eleitores de Lula e de Flávio Bolsonaro. Não há resposta pública sobre quem financia as publicações favoráveis nos perfis de humor, e nenhum dos levantamentos mede o efeito de uma eventual queda no ritmo de exposição digital. Os institutos também divergem sobre o perfil desse eleitor: enquanto um aponta força entre os mais jovens e os de ensino superior, outro registra melhor desempenho entre mulheres, católicos e eleitores com 60 anos ou mais.
Todos os lados aceitam que o crescimento é real e foi captado por mais de um instituto: BTG/Nexus registra 11%, Real Time Big Data 11%, Quaest 10% e AtlasIntel 7,8%. Há acordo também em dois pontos: Flávio Bolsonaro perdeu mais votos que Lula na migração para Augusto Cury, e o eventual segundo turno entre os dois líderes seguiu estável, em 46% a 45%.

Candidato diz que seu crescimento tem sido orgânico:

Candidato à Presidência da República pelo Avante, o escritor alcança 9,9% das intenções de voto em levantamento da Futura/100% Cidades

Avanço do escritor, que assumiu posto de outsider das eleições já pressiona candidatos

Candidato do Avante ganhou quase 2,5 milhões de seguidores no Instagram em uma semana e viu popularidade digital crescer

Lula lidera o cenário 1 com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%; Cury chega a 11% mostra a nova pesquisa BTG/Nexus

Páginas de humor e entretenimento passaram a veicular mensagens favoráveis a candidato, que fala em

Levantamento do Real Time Big Data foi divulgado nesta terça-feira, 1º, e confirma tendência detectada por outros institutos

Em um intervalo de apenas uma semana, Escritor Augusto Cury avançou nas pesquisas para presidente. Leia na Gazeta do Povo.
Segundo a pesquisa, o candidato do Avante tirou eleitores tanto do presidente Lula quanto do senador Flávio Bolsonaro e se isolou dos demais na terceira posição. Após acordo entre Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, Congresso bota em pauta temas de interesse eleitoral para o governo. O Brasil tem 214,2 milhões de habitantes em 2026, estima IBGE. Dados da Ancine mostram que os cinemas brasileiros tiveram 112,8 milhões de espectadores no ano passado, sendo 11,1 milhões apenas para filmes nacionais

Levantamento mostrou avanço de nove pontos do candidato do Avante na corrida presidencial

Candidato do Avante foi de 2% no levantamento da semana passada para 11%; alta, porém, não é suficiente para mudar 2º turno. Leia no Poder360

Candidato do Avante avança nove pontos em uma semana, assume o terceiro lugar isolado e vira a principal novidade do primeiro turno, segundo a BTG/Nexus
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apresenta a distribuição do voto declarado por gênero, religião, renda e região, com 15% entre mulheres e 7% entre homens, e situa o resultado como confirmação da tendência captada por outros institutos. Linguagem descritiva, sem valoração dos candidatos.
Perspectivas omitidas



