Lula e Flávio Bolsonaro chegam à reta final em empate técnico, mostra AtlasIntel
5 veículos de esquerda · 19 veículos de centro · 1 veículo de direita

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A poucos dias do primeiro turno de 4 de outubro, as pesquisas nacionais divulgadas entre 29 de setembro e 1º de outubro mostram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em empate técnico na maior parte dos cenários. A AtlasIntel registra 47,7% a 47,6% para Flávio no segundo turno; a Real Time Big Data, última antes da votação, dá 43% a 39% para Lula no primeiro turno e 46% a 45% para Flávio no segundo. Gerp e Futura apontam Flávio à frente, enquanto o Vox Brasil mostra Lula numericamente na frente no primeiro turno. As campanhas ajustam a reta final: Lula tenta conter a abstenção e Flávio busca o voto útil da direita.
Veículos de esquerda acompanharam a corrida pelos colégios eleitorais estaduais, destacando que a disputa está apertada justamente em Minas Gerais, estado que sempre acompanhou o vencedor desde a redemocratização.
Pela ótica da direita, a reta final mostra Flávio Bolsonaro competitivo e à frente em vários levantamentos, como Gerp, Futura e AtlasIntel, além de liderar com folga no Paraná, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
25 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: viés de centro.
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Todos os lados reconhecem que Lula e Flávio Bolsonaro chegam ao primeiro turno em disputa apertada, com empate técnico na maioria dos levantamentos nacionais, e que abstenção e voto útil devem decidir a eleição.
As pesquisas divulgadas entre 29 de setembro e 1º de outubro mostram Lula e Flávio Bolsonaro em empate técnico na maior parte dos cenários. A AtlasIntel registra 47,7% a 47,6% no segundo turno, enquanto Gerp e Futura apontam vantagem do senador. A análise compara como cada lado leu os números e o que as campanhas fazem na reta final.
A quatro dias do primeiro turno, marcado para domingo, 4 de outubro, as principais pesquisas nacionais mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, em empate técnico na maior parte dos cenários. A AtlasIntel, com 5.005 entrevistas e margem de erro de um ponto, registrou Flávio com 47,7% e Lula com 47,6% num eventual segundo turno. A Real Time Big Data, divulgada em 1º de outubro como a última rodada antes da votação, mostrou Lula com 43% e Flávio com 39% no primeiro turno, e Flávio com 46% contra 45% de Lula no segundo.
Os demais institutos reforçam o quadro de disputa apertada, ainda que com sinais diferentes. O Vox Brasil apontou Lula com 41,1% e Flávio com 37,8% no primeiro turno, e Flávio com 45,2% contra 44,7% no segundo. A Gerp registrou Flávio com 42% e Lula com 40% no primeiro turno, e uma vantagem de 50% a 43% para o senador no segundo, fora da margem de erro. A pesquisa Futura/100% Cidades também colocou Flávio à frente, com 49% a 43,5% no segundo turno. Uma semana antes, o Datafolha havia indicado Lula com 47% e Flávio com 45%.
Nos estados, levantamentos da Real Time Big Data mostram Flávio na frente no Paraná, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, os dois aparecem empatados com 46% no segundo turno.
As campanhas ajustaram a estratégia a esse cenário. Do lado de Lula, a prioridade é conter a abstenção, mobilizando idosos acima de 70 anos, para quem o voto é facultativo, eleitores de baixa renda e moradores de periferias. Do lado de Flávio, o foco é o voto útil: atrair eleitores de Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Augusto Cury e Renan Santos, com apoio de aliados como Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira.
A cobertura de centro concentrou-se nos números e na metodologia de cada levantamento, além de detalhar as estratégias das duas campanhas com dados de comparecimento de 2022 e avaliações de cientistas políticos. Veículos de esquerda destacaram o recorte estadual, sublinhando que Minas Gerais funciona como termômetro da eleição desde a redemocratização, e trataram Flávio como candidato de extrema-direita. Na cobertura de direita, um artigo de opinião defendeu o voto em Flávio com base em responsabilidade fiscal, redução de ministérios, substituição do arcabouço fiscal e combate firme ao crime organizado.
O que ainda não se sabe é quanto a abstenção vai pesar no resultado, qual parcela do eleitorado de candidatos menores vai migrar para o voto útil e se a eleição será decidida já no domingo ou seguirá para o segundo turno. As diferenças entre institutos, alguns com empate e outros com vantagem clara de Flávio, também só serão testadas nas urnas.
O último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições foi cancelado pela Globo poucas horas antes de seu início. Decisões do TSE e do STF mudaram as regras que tinham sido acertadas com as campanhas. A Globo recebeu duas notificações. A primeira, da ministra Estela Aranha, do TSE, que proibiu a emissora de manter o púlpito vazio de quem não fosse ao debate. A segunda, do ministro Gilmar Mendes do STF, determinando que Renan Santos, do Missão, fosse incluído no programa. Ele estava de
O petista aparece numericamente à frente na simulação de primeiro turno

Paula Belmonte (PSB), Ricardo Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo) aparecem, respectivamente, com 10%, 4% e 1% das intenções de voto

A margem de erro dos levantamentos varia de dois e três pontos percentuais

Peça de publicidade também tem momentos de apelo emocional, com petista contando a própria história

Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 26 e 30 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Cenário analisado pelo instituto Quaest aponta Lula na frente de forma isolada em 7 estados e Flávio em outros 11

Responsabilidade econômica, segurança pública e respeito aos limites constitucionais orientam minha escolha. Leia o artigo no Poder360.

Petista mira eleitores mais suscetíveis à abstenção e reforça atos de rua, enquanto candidato do PL aposta em aliados de peso e na concentração do voto da direita no primeiro turno

Pesquisa testa ainda confrontos para um eventual segundo turno e aponta Flávio Bolsonaro com 46%, ante 45% de Lula

Pesquisa divulgada três dias antes da eleição também mostra Lula à frente no cenário de primeiro turno, com 43% contra 39% de Flávio

Candidato do PL vai a debate da Globo e deve mirar eleitores de Cury, Zema, Caiado e Renan

O estado é o berço do bolsonarismo como movimento político

Principais candidatos têm rejeição próxima a 50% e empatam em cenário de segundo turno

Foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todo o Brasil entre os dias 25 e 29 de setembro; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

O estado tem o segundo maior colégio eleitoral do Brasil

Candidatos do PL e do PT aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Presidência; margem de erro é de 2,15% pontos percentuais

O estado tem o sexto maior colégio eleitoral do País

Pesquisa ouviu 2.400 pessoas por telefone, em todo o território nacional, entre 24 e 28 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais

Candidatos do PL e do PT estão tecnicamente empatados pesquisa ouviu 5.005 pessoas entre 23 e 28 de setembro, com margem de erro de 1 ponto percentual

Pesquisa ouviu 1.600 eleitores do Paraná entre 24 e 28 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 2.400 pessoas por telefone, em todo o território nacional, entre 24 e 28 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais

Candidatos do PL e do PT aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Presidência; margem de erro é de 2,15% pontos percentuais

Quando considerados apenas votos válidos, Flávio tem maioria do eleitorado do DF, com 43% das intenções de voto, contra 38% de Lula

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