Renan Santos, do Missão, não apoiará Flávio Bolsonaro nem Lula no 2º turno
3 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
4 fontes políticas
Como decidimos →Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
3 veículos de centro · 1 veículo de direita

4 fontes políticas
Como decidimos →Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, terminou o primeiro turno de 4 de outubro em quarto lugar, com cerca de 2,6 milhões de votos (2,26%). Em transmissão nas redes, disse que não apoiará Flávio Bolsonaro (PL) nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, liberou a militância e previu vitória de Flávio. Chamou os dois finalistas de bandidos e admitiu que o partido não deve superar a cláusula de barreira.
Renan Santos, do Missão, reconheceu o fracasso da tentativa de construir uma direita fora do bolsonarismo e afirmou que a eleição já é de Flávio Bolsonaro. Sem apoiar ninguém no segundo turno, admitiu que não há direita no Brasil sem Bolsonaro, liberou integrantes do Movimento Brasil Livre para aderir ao PL e disse que o partido construirá uma base colossal no país.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, terminou o primeiro turno em quarto lugar, com cerca de 2,6 milhões de votos, e anunciou que não apoiará Flávio Bolsonaro nem Lula no segundo turno de 25 de outubro. Ele previu vitória de Flávio e admitiu que o partido não passará da cláusula de barreira.
Renan Santos, candidato do partido Missão à Presidência da República, anunciou na noite de domingo, 4 de outubro, que não apoiará nenhum dos finalistas no segundo turno. Em transmissão nas redes sociais, depois da apuração do primeiro turno, ele disse que não fará campanha nem para o senador Flávio Bolsonaro, do PL, nem para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Liberou a militância para votar como quiser e afirmou que a eleição já é de Flávio.
Renan terminou em quarto lugar, atrás do escritor Augusto Cury, com cerca de 2,6 milhões de votos, ou 2,26% do total. Flávio e Lula avançaram ao segundo turno, marcado para 25 de outubro. Com quase todas as urnas apuradas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, Flávio tinha cerca de 47% dos votos válidos, e Lula, cerca de 45%.
Todos os relatos convergem no tom da fala. Renan classificou o resultado como muito ruim. Disse que o Missão não deve passar da cláusula de barreira, regra que limita o acesso de partidos pequenos a recursos públicos e tempo de televisão, e que elegerá apenas um deputado federal e um estadual, no mesmo estado. Afirmou ainda que não estava triste, porque a derrota não foi por pouco. Na frase mais repetida, declarou que não vota em bandido e que, para ele, Flávio e Lula são bandidos.
Ligado ao Movimento Brasil Livre, Renan disputou a eleição tentando construir uma direita própria, distante do PT e do bolsonarismo. No discurso, reconheceu que não existe direita no Brasil além de Bolsonaro e liberou integrantes do grupo a aderir ao bolsonarismo sem oposição do movimento.
A cobertura de centro foi a mais extensa e registrou as críticas mais duras. Relatou que Renan chamou Flávio de fraco, burro e corrupto, disse que ele se valeu do sobrenome e atacou a bancada eleita pelo PL para a Câmara como formada por influenciadores. Parte dessa cobertura também registrou a previsão de Renan de que um governo Flávio alinharia o Brasil a Donald Trump, se acomodaria ao Centrão e encerraria as investigações sobre o INSS e o Banco Master. Renan disse ainda que não pretende abandonar a política.
Veículos de direita enfatizaram a previsão de vitória de Flávio, o elogio ao desempenho do senador em comparação ao do pai e a frase de que o PL construirá uma base colossal no país. Nessa cobertura, a citação em que Renan chama os dois finalistas de bandidos aparece sem o trecho que nomeia Flávio e Lula. Até o momento, nenhum veículo de esquerda publicou cobertura própria sobre o pronunciamento.
Ainda não se sabe como os eleitores de Renan vão se distribuir no segundo turno, nem se o PL ou o PT responderão às acusações feitas por ele. Também não está definido o futuro do Missão sem acesso pleno aos recursos da cláusula de barreira.
Candidato do Missão aparece num distante quarto lugar, atrás do Escritor Augusto Cury (Avante) e diz crer que o senador Flávio Bolsonaro deve vencer a eleição

Renan Santos acredita na vitória de Flávio Bolsonaro e libera a militância do Missão para escolher no segundo turno. Leia na Gazeta do Povo.

Candidato do Missão à Presidência fez críticas ao resultado do primeiro turno, mas disse que não vai ficar chateado pois fez "tudo o que pôde"

Derrotado na disputa presidencial, candidato do Missão diz que ficará neutro no 2º turno e critica resultado do partido. Leia no Poder360.
