Republicanos oficializa Alexandre Curi como pré-candidato ao Senado pelo Paraná
12 veículos de centro · 2 veículos de direita

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Entre 1º e 4 de agosto de 2026, partidos realizaram convenções em ao menos nove estados e no Distrito Federal para oficializar candidaturas ao Senado e a governos estaduais, a poucos dias do prazo final de 5 de agosto. Foram confirmados nomes no Paraná, Ceará, Roraima, Piauí, Amapá, Alagoas, Pará, Minas Gerais e Distrito Federal, com registro das chapas no Tribunal Superior Eleitoral até 15 de agosto e início da campanha em 16 de agosto. A votação está marcada para 4 de outubro, quando serão escolhidos presidente, governadores, duas vagas de senador por estado e deputados federais e estaduais.
As convenções desta semana consolidaram blocos de direita e centro-direita em disputas decisivas para o Senado, com discurso centrado em carga tributária, pacto federativo e responsabilidade no uso do dinheiro público.
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14 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Nesta matéria: viés de direita.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: falácia identificada.
Todos os lados relatam os mesmos fatos operacionais: as convenções ocorreram entre 1º e 4 de agosto, o prazo legal para defini-las termina em 5 de agosto, o registro das chapas no Tribunal Superior Eleitoral vai até 15 de agosto e a campanha começa em 16 de agosto, com votação em 4 de outubro. Há convergência também sobre quem foi confirmado em cada estado e sobre a composição das coligações no Paraná.
Partidos de todo o país correram para fechar chapas antes do prazo final de 5 de agosto e oficializaram, entre 1º e 4 de agosto de 2026, uma sequência de candidaturas ao Senado e a governos estaduais. As convenções confirmaram nomes no Ceará, em Roraima, no Piauí, no Amapá, em Alagoas, no Pará, no Paraná, em Minas Gerais e no Distrito Federal, definindo boa parte do tabuleiro da disputa marcada para 4 de outubro, quando os brasileiros votam para presidente, governador, duas vagas de senador por estado, deputado federal e deputado estadual.
No Paraná, o Republicanos oficializou o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, como candidato ao Senado, dentro da coligação que apoia Sandro Alex ao governo estadual, ao lado do PSD do governador Ratinho Junior, da federação PSDB-Cidadania e da federação União Brasil-Progressistas. Curi abriu mão da pré-candidatura ao governo em nome da unidade do grupo. No mesmo estado, o PL confirmou o deputado federal Filipe Barros, em bloco com Novo, Podemos e Democracia Cristã, aliança que lançou Deltan Dallagnol à outra vaga. Em Alagoas, a federação PP-União Brasil homologou o ex-presidente da Câmara Arthur Lira, e o PL lançou o deputado Alfredo Gaspar. No Ceará, o PSB confirmou a reeleição do senador Cid Gomes; em Roraima, a mesma sigla lançou o senador Chico Rodrigues; no Piauí, o PL escolheu Tiago Junqueira; no Amapá, o MDB indicou Acácio Favacho; no Pará, o PL oficializou o delegado Éder Mauro. Nas disputas estaduais, o PDT confirmou Alexandre Kalil em Minas Gerais e o PSB lançou Ricardo Cappelli no Distrito Federal.
A cobertura de centro tratou o ciclo como um processo essencialmente procedimental e se concentrou no que é verificável: datas e locais das convenções, composição das coligações, trajetória dos candidatos e o calendário eleitoral, que prevê registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral até 15 de agosto e início oficial da campanha no dia 16. Esse bloco também foi o que mais detalhou o histórico dos postulantes, incluindo condenações anuladas por vício processual, denúncias rejeitadas por falta de provas e um processo ainda em tramitação em conselho de ética.
Veículos de direita deram outro enquadramento ao mesmo material. No Paraná, destacaram o discurso do candidato contra a concentração de recursos na União, com a queixa de que apenas 36 centavos de cada real arrecadado voltam ao estado, e a promessa de eficiência, transparência e responsabilidade no uso do dinheiro público. Em Minas Gerais, sublinharam que o candidato lançado ao governo está no sexto partido da carreira e relembraram sua derrota em 2022, além de apontar a indefinição do campo adversário. Já a cobertura de esquerda, presente no lançamento da candidatura no Distrito Federal, enfatizou a dimensão democrática da disputa: registrou o apoio de ex-governadores e de uma liderança intelectual do campo progressista ao candidato que comandou a segurança pública durante a intervenção federal após os ataques de 8 de janeiro de 2023, e apresentou a candidatura como resposta a um risco institucional recente.
As divergências não param no tom. A cobertura à direita mede os candidatos pela agenda fiscal e pela coerência partidária; a cobertura à esquerda os mede pela defesa das instituições e pela capacidade de unir o campo progressista; a cobertura de centro evita as duas réguas e se prende ao registro dos fatos. O resultado é que o mesmo conjunto de convenções aparece ora como consolidação de blocos ideológicos, ora como rotina do calendário eleitoral.
Vários pontos seguem abertos. O PDT não anunciou o candidato a vice em Minas Gerais e negociava alianças até o fim do prazo, com conversas envolvendo PT e a federação PSOL-Rede. Em Roraima, o PSB não fechou coligação. No Pará, o candidato do PL ainda não indicou os suplentes. Em Minas, permanecia indefinido se o Republicanos lançaria o senador Cleitinho Azevedo ao governo, depois de anunciar que ele não disputaria. Também não há, nas reportagens, medição de intenção de voto para a maioria das disputas ao Senado, o que impede avaliar a força relativa dos nomes confirmados. As respostas devem vir com o encerramento das convenções e com o registro das chapas.
Escolha foi confirmada durante convenção realizada nesta terça-feira (4).

Escolha foi confirmada durante convenção realizada nesta terça, 4.

Filipe Barros é confirmado como candidato ao Senado pelo PL no Paraná, destacando a coligação da direita e jovens corajosos na política.

Escolha foi confirmada durante convenção realizada em Fortaleza. Grupo político também apoiará Elmano de Freitas (PT) na disputa pelo governo do Ceará.

Escolha foi confirmada durante convenção realizada neste sábado (1º).

Escolha foi confirmada durante convenção realizada no Ginásio Poliesportivo do Santa Inês, em Macapá. O partido também oficializou candidaturas a deputados estaduais e federais.

A escolha foi confirmada durante convenção realizada neste sábado (1°), em Boa Vista.

O partido também confirmou apoio à chapa formada por Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB) para a disputa pelo governo do Paraná.

Escolha foi confirmada durante convenção partidária realizada em Curitiba nesta segunda-feira (3).

Escolha foi confirmada durante convenção realizada neste domingo (2), em Maceió.

Escolha foi confirmada durante convenção partidária realizada em Curitiba nesta segunda-feira (3).

Comissão aprovou com unanimidade a candidatura do ex-prefeito de BH ao governo estadual

Ex-prefeito de Belo Horizonte disputará o Palácio Tiradentes pela segunda vez; partido ainda negocia o nome para vice-governador

Durante convenção do PSB, na noite desta segunda-feira (3/8), Cappelli recebeu apoio de Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg, que destacaram a atuação do candidato durante a intervenção federal na segurança pública, após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele também foi apoiado por Leonardo Boff
