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Três levantamentos divulgados entre o fim de julho e o dia 11 de agosto de 2026 mapearam disputas estaduais do próximo pleito. Em São Paulo, o instituto Ideia, contratado pela Associação Comercial de São Paulo, ouviu 1.800 eleitores entre 5 e 8 de agosto e mediu Simone Tebet (PSB) com cerca de 27%, Marina Silva (Rede) com cerca de 23%, Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) com cerca de 19% cada e Ricardo Salles (Novo) com 16,4%, num cenário em que cada entrevistado escolhe até dois nomes para as duas vagas. Na Bahia, a Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores entre 6 e 10 de agosto e apontou o ex-governador Rui Costa (PT) com 25%, seguido de Jaques Wagner (PT) com 20% e de Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) com 15%. No Rio de Janeiro, levantamentos de julho colocam Eduardo Paes (PSD) na frente, com 48% em um cenário estimulado e 37% em outro.
Pesquisas registradas na Justiça Eleitoral mediram três disputas estaduais para 2026. Em São Paulo, quatro nomes brigam por duas vagas ao Senado dentro da margem de erro. Na Bahia, o ex-governador Rui Costa lidera. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes aparece à frente em todos os cenários. Em todos os estados, a parcela de eleitores sem candidato definido ainda é alta.
Três levantamentos de intenção de voto divulgados entre o fim de julho e o dia 11 de agosto de 2026 desenharam o quadro inicial de duas disputas ao Senado e de uma corrida ao governo estadual. Em São Paulo, o instituto Ideia, contratado pela Associação Comercial de São Paulo, ouviu 1.800 eleitores entre 5 e 8 de agosto e mediu Simone Tebet, do PSB, com cerca de 27% e Marina Silva, da Rede, com cerca de 23%, num cenário estimulado em que cada entrevistado escolhe até dois nomes para as duas vagas em jogo. Logo atrás aparecem Guilherme Derrite, do PP, e André do Prado, do PL, ambos com cerca de 19%, e Ricardo Salles, do Novo, com 16,4%. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, o nível de confiança é de 95% e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-04956/2026.
Na Bahia, a Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores entre 6 e 10 de agosto e apontou o ex-governador Rui Costa, do PT, na frente, citado por 25% dos entrevistados como opção para uma das duas vagas. Em segundo vem o senador e ex-governador Jaques Wagner, também do PT, com 20%, seguido pelo senador Angelo Coronel, do Republicanos, e pelo ex-ministro João Roma, do PL, ambos com 15%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o registro na Justiça Eleitoral é o BA-00277/2026. No Rio de Janeiro, pesquisas divulgadas na última semana de julho colocam o ex-prefeito Eduardo Paes, do PSD, à frente em todos os cenários, com 48% em um levantamento presencial com 1.600 entrevistados e 37% em outro, feito por telefone com 2.000 eleitores, seguido pelo presidente da Assembleia Legislativa fluminense, Douglas Ruas, do PL, e por Anthony Garotinho, do Republicanos.
Há convergência entre as coberturas em dois pontos. O primeiro é metodológico: todas as pesquisas citadas têm registro na Justiça Eleitoral, período de campo declarado, tamanho de amostra conhecido e nível de confiança de 95%. O segundo é o grau de indefinição do eleitor a essa altura do calendário. Em São Paulo, 42% dizem não saber em quem votar para o Senado. No Rio de Janeiro, apenas 30% dos entrevistados citaram espontaneamente um nome para o governo e somente 16% lembraram de um candidato ao Senado.
As ênfases mudam conforme o lado. Veículos de direita concentraram a leitura no peso do campo conservador em São Paulo, destacando que a gestão estadual é aprovada por 63% dos paulistas, que 64% acham que o atual governador merece continuar no cargo e que o apoio dele eleva a chance de voto para 63% dos entrevistados, enquanto o apoio do presidente da República impulsiona 36% e afasta 35%. Nessa chave, o desempenho de Derrite, André do Prado e Ricardo Salles é apresentado como transferência de capital administrativo para a disputa legislativa. A cobertura de centro tratou os levantamentos como registro estatístico, listando percentuais, margem de erro, contratante e custo do estudo sem interpretar o resultado, e lembrando que os números somam menções de primeiro e segundo voto porque cada estado elege dois senadores. Veículos de esquerda deslocaram o foco para o Rio de Janeiro, sublinhando a folga do favorito ao Palácio Guanabara, sustentado por ampla coligação partidária e pelo apoio do presidente, e ressaltando que o eleitorado fluminense ainda está pouco engajado na disputa.
O que ainda não se sabe é o mais relevante. Nenhum dos levantamentos mede candidaturas confirmadas: as convenções partidárias ainda não ocorreram e vários nomes testados podem não disputar a vaga ou migrar para outro cargo. Não há dados públicos de rejeição na Bahia nem no Rio de Janeiro, o que impede avaliar o teto de cada nome fora de São Paulo. Um dos institutos citados na compilação fluminense aparece apenas com ficha metodológica, sem percentuais divulgados. Também não há série histórica que permita dizer se os números representam crescimento ou queda em relação a levantamentos anteriores nos mesmos estados.
Cada estado elege dois senadores em 2026, e é essa composição que definirá maioria em pautas fiscais, de segurança e ambientais na próxima legislatura. Em São Paulo, quatro nomes disputam duas vagas dentro de uma margem de 2,3 pontos, ou seja, o resultado ainda pode virar. Com 42% de indecisos no estado, quase metade do eleitorado paulista ainda não tem escolha feita.
Veículos de direita leem os dados paulistas pela chave da aprovação da gestão estadual, que segundo eles sustenta a competitividade de Derrite, André do Prado e Salles, e destacam o desgaste do apoio presidencial. Veículos de esquerda deslocam o foco para o Rio, onde a coligação ampla em torno do favorito é apresentada como articulação política eficaz. A cobertura de centro se recusa a interpretar e fica na descrição metodológica.
Todos os lados aceitam os números como retrato de momento e reconhecem o mesmo dado central: a disputa está aberta, com Tebet e Marina Silva na frente em São Paulo, Rui Costa na frente na Bahia e Eduardo Paes com folga no Rio de Janeiro, e com parcela expressiva do eleitorado ainda sem candidato definido.
As candidaturas não estão confirmadas, já que as convenções partidárias ainda não ocorreram. Não há dados públicos de rejeição na Bahia nem no Rio de Janeiro. Um dos institutos citados no cenário fluminense aparece só com ficha metodológica, sem percentuais divulgados, e não há série histórica que permita medir crescimento ou queda dos nomes testados.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
A matéria agrega pesquisas para o governo do Rio e relata a liderança de Eduardo Paes (PSD) com 48% em um levantamento e 37% em outro, seguido por Douglas Ruas (PL) e Anthony Garotinho (Republicanos), sempre com campo e margem de erro declarados. O único traço de enquadramento é a menção ao apoio do presidente e à ampla coligação que sustenta o favorito, apresentada como fato, não como virtude. O tom é descritivo e o texto não adjetiva adversários, o que sustenta classificação de centro apesar do perfil à esquerda do publisher.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto curto e estritamente descritivo: Rui Costa (PT) com 25%, Jaques Wagner (PT) com 20%, Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) com 15%, mais ficha completa de 1.600 entrevistados entre 6 e 10 de agosto, margem de 2 pontos, registro BA-00277/2026 e custo de R$ 24.000. Nenhum adjetivo valorativo, nenhuma hierarquia ideológica, paridade no tratamento de candidatos de campos opostos. Centro claro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo é essencialmente tabular: lista percentuais de Simone Tebet (26,8%), Marina Silva (23,3%), Guilherme Derrite (19,4%), André do Prado (19,0%) e Ricardo Salles (16,4%), seguidos de ficha metodológica completa (1.800 entrevistados, 5 a 8 de agosto, margem de 2,3 pontos, registro SP-04956/2026) e de uma nota editorial sobre por que o veículo publica pesquisas. Não há adjetivação valorativa nem enquadramento ideológico no texto da matéria; as manchetes de opinião que aparecem no rodapé são navegação do site, não conteúdo da reportagem. Julgado pelo corpo, é cobertura factual de centro, ainda que o publisher tenha perfil à direita.

Os últimos levantamentos de intenção de voto para o governo do Rio de Janeiro foram divulgados por diferentes institutos de pesquisa entre os dias 27 e 31 de julho. Eduardo Paes (PSD) desponta em…

Nova pesquisa Ideia mostra como está a disputa para as duas vagas de senador por São Paulo nas eleições de 2026. Leia na Gazeta do Povo

Derrite e André do Prado aparecem empatados na terceira posição com 19% da intenções de voto cada

Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores da Bahia de 6 a 10 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia no Poder360.
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Perspectivas omitidas
O texto vai além da tabela e organiza a leitura em torno do desempenho do campo conservador: agrupa Derrite, André do Prado e Ricardo Salles sob a expressão campo conservador, afirma que a força dos nomes de direita está diretamente atrelada à aprovação de 63% do governador paulista e destaca que o apoio dele eleva a chance de voto para 63% dos entrevistados, enquanto o apoio do presidente impulsiona 36% e afasta 35%. O vocabulário e a hierarquia de informação privilegiam a chave de eficiência do governo estadual e de accountability do governo federal, marca de enquadramento à direita, ainda que sem ataque explícito.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas


