
Senado por SP: Marina Silva tem 31%; Simone Tebet, 30,7%
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Três levantamentos divulgados entre 29 de julho e 2 de agosto de 2026 mostram as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) na liderança da disputa pelas duas vagas do Senado por São Paulo, sempre em empate técnico entre si. Os patamares variam conforme o instituto e o cenário testado, e a alta rejeição das duas e o volume de indecisos mantêm a corrida aberta, enquanto o governador Tarcísio de Freitas articula candidaturas aliadas para fragmentar o eleitorado.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Três levantamentos divulgados entre 29 de julho e 2 de agosto de 2026 mostram as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) na liderança da disputa pelas duas vagas do Senado por São Paulo, sempre em empate técnico entre si.
Direita
As duas primeiras colocadas ao Senado por São Paulo são quadros do governo federal e vêm caindo desde abril, ao mesmo tempo em que lideram a rejeição do eleitorado paulista. No mesmo estado, o governo estadual tem aprovação majoritária e o candidato presidencial da direita aparece à frente do atual presidente, cenário que o campo governista estadual pretende converter em votos ao Senado organizando mais candidaturas.
21 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
O texto descreve o dilema de posicionamento da candidata entre o eleitorado do PT e o eleitorado de centro e direita do interior, usando números públicos de pesquisa como âncora. Não endossa nenhum dos campos e explica com neutralidade a troca de legenda que viabilizou a candidatura.
Perspectivas omitidas
Descreve o cenário testado, lista intenções de voto e rejeição de todos os postulantes e informa amostra, período, margem e registro no TSE. Não atribui vitória a ninguém e sinaliza o empate técnico na liderança.
Perspectivas omitidas
O texto expõe um cálculo interno de partido sobre a dinâmica do segundo voto e o apresenta explicitamente como avaliação de lideranças, o que preserva a atribuição. Ainda assim, aceita sem checagem a premissa de que o eleitorado paulista é mais conservador que a média nacional.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés à direita
A narrativa é construída do ponto de vista da estratégia do governo estadual, tratando o avanço das adversárias como problema a ser resolvido e rotulando as candidatas como ligadas ao campo da esquerda. A perspectiva adotada e a ausência do outro lado colocam o texto à direita, mesmo sem adjetivação agressiva.
Perspectivas omitidas
As duas vagas do Senado por São Paulo em disputa nas eleições de outubro de 2026 têm hoje duas ex-ministras do governo Lula na dianteira. Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), que integram a chapa encabeçada por Fernando Haddad (PT) ao governo do estado, lideraram os três levantamentos divulgados entre 29 de julho e 2 de agosto, sempre em empate técnico entre si.
Na pesquisa do Paraná Pesquisas, feita com 1.680 eleitores em 79 municípios entre 25 e 28 de julho e registrada no Tribunal Superior Eleitoral, Marina aparece com 31% e Tebet com 30,7%, diferença dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O deputado federal Guilherme Derrite (PP) vem em terceiro, com 24,8%, seguido por Ricardo Salles (Novo), com 19,2%, André do Prado (PL), com 13,5%, e Paulinho da Força (Solidariedade), com 12,3%. Na Genial/Quaest, que ouviu 1.650 eleitores entre 23 e 27 de julho com margem de 2 pontos, os patamares são bem menores: Marina tem 14%, Tebet oscila entre 11% e 12%, Pablo Marçal (União Brasil) marca 9% e Derrite fica entre 7% e 8%, com 21% de indecisos. Já o Instituto Vox Brasil, que entrevistou 1.480 eleitores entre 29 e 31 de julho, mostrou Marina com 28,5% e Tebet com 27,1%. Como cada eleitor escolhe dois nomes, a soma dos percentuais ultrapassa 100% nos cenários estimulados.
Os institutos convergem nos pontos centrais: a dianteira das duas ex-ministras, o empate técnico entre elas, a divisão dos nomes apoiados pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a alta rejeição das líderes, que aparecem entre as mais recusadas pelo eleitorado em todos os levantamentos que mediram esse indicador. A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e na comparação com as séries históricas, registrando que ambas caíram desde abril, e detalhou os cenários de rejeição, o volume de indecisos e o dado de que mais da metade dos eleitores afirma que ainda pode mudar de voto. No cenário espontâneo, sem lista de nomes, quase 80% não souberam citar nenhum candidato.
Veículos de direita enfatizaram outro recorte da mesma semana: a condição das duas como quadros do governo federal, a queda nas séries históricas e o contraste com a aprovação do governo estadual, que varia de 55% a 63,8% nas pesquisas do período. Também deram destaque à articulação do governador que, segundo auxiliares ouvidos sob reserva, atuou nos bastidores para estimular candidaturas de partidos aliados ao Senado, como a da ex-vereadora Soninha Francine e a do empresário Geraldo Rufino, com o objetivo de dividir o eleitorado hoje concentrado nas duas líderes. A cobertura de centro registrou ainda que os candidatos do campo da direita devem explorar nas campanhas o fato de Marina e Tebet terem iniciado suas trajetórias políticas em outros estados, argumento que o próprio governador, nascido no Rio de Janeiro, já tentou usar e teve de recuar.
Veículos de esquerda praticamente não cobriram este ciclo de pesquisas, o que deixa fora do noticiário agregado a leitura desse campo sobre a disputa. As posições das candidatas apareceram sobretudo em entrevistas: Marina afirmou que não pretende voltar ao Ministério do Meio Ambiente em um eventual quarto mandato do presidente e que espera permanecer no Senado para proteger resultados na área ambiental, citando queda de 61,4% no desmatamento da Amazônia em maio na comparação anual. Em evento de campanha, cobrou medidas contra o feminicídio, que segundo ela subiu 10% em São Paulo no primeiro semestre, e maior representatividade de mulheres e de pessoas negras no Congresso. Na campanha de Tebet, a avaliação relatada é de que será preciso calibrar o uso da imagem do presidente para não afastar eleitores de centro e de direita do interior paulista.
Ainda não se sabe como as candidaturas estimuladas pelo grupo do governador vão afetar os números, já que nenhum instituto testou até agora um cenário com todos os nomes recém-oficializados. Segue indefinida a situação de Pablo Marçal, declarado inelegível pelo tribunal regional e que recorre à instância superior, e também a composição das suplências da chapa de Haddad, alvo de disputa entre partidos aliados. Nenhuma das coberturas explicou a diferença de patamar entre os institutos, que vai de 14% a 31% para a mesma candidata, nem mediu o efeito da alta rejeição sobre o resultado de outubro.
Todas as coberturas convergem em quatro pontos: Marina Silva e Simone Tebet lideram e estão em empate técnico entre si nos três institutos; o campo apoiado pelo governador chega dividido em três ou mais candidaturas; as duas líderes também aparecem entre as mais rejeitadas; e a disputa segue aberta, com percentual elevado de indecisos e maioria dizendo que ainda pode mudar de voto.

Atual governador teve, segundo auxiliares, participação nas candidaturas do empresário Geraldo Rufino (Podemos) e da ex-vereadora Soninha Francine (PSDB)

Campanha de Simone Tebet tentará atrair eleitor lulista, ao mesmo tempo que vê potencial de ser o 2º voto de eleitores de centro-direita

Sondagem divulgada neste domingo aponta as duas ex-ministras do governo Lula na liderança na disputa pelas duas cadeiras no Senado

Ao Radar, pré-candidata cobra combate ao feminicídio e aponta recuo econômico em SP

Marina Silva afirma que deve permanecer no Senado em um novo governo Lula pela importância estratégica da Casa. Leia na Gazeta do Povo.

Lideranças do PSB acreditam que Simone Tebet será o segundo voto do eleitor da Marina Silva, mas apontam que o inverso pode não acontecer

Candidata à Casa Alta, ex-ministra do Meio Ambiente afirmou que o presidente precisará de pessoas com experiência no Congresso. Leia no Poder360.

Levantamento ouviu 1.650 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho e aponta que 54% dos entrevistados ainda pode mudar o voto para senador e 44% diz que decisão de voto é definitiva.

Pesquisa entrevistou 1.650 eleitores, entre os dias 23 e 27 de julho, presencialmente; margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%
Pesquisa mostra que as ex-ministras de Lula empatam tecnicamente em 2 cenários testados. Leia no Poder360.

Pesquisa entrevistou 1.680 pessoas, entre os dias 25 e 28 de julho; margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

Levantamento mostra Pablo Marçal na terceira colocação com 9% das intenções de voto para as duas vagas ao Senado pelo estado paulista

Paraná Pesquisas mostra candidatas tecnicamente empatadas, seguidas por Guilherme Derrite

Levantamento ouviu 1.650 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho e aponta que 54% dos entrevistados ainda pode mudar o voto para senador e 44% diz que decisão de voto é definitiva.

Pesquisa mostrou que as ex-ministras registram respectivamente 31% e 30,7% das intenções de voto à Casa Alta

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (28/7) mostra ex-ministras à frente de candidatos de direita em São Paulo

Ex-secretária municipal deve ter o nome confirmado pelo PSDB-Cidadania nesta terça; governador foi comunicado e não se opôs à ideia, apesar de apoiar dupla bolsonarista

Ex-ministras empatam tecnicamente com 31% e 30,7%; Derrite aparece na 3ª colocação, com 24,8%. Leia no Poder360.

Guilherme Derrite, Ricardo Salles, André do Prado e Paulinho da Força aparecem na sequência, mostra levantamento do Paraná Pesquisas

Embora Tarcísio de Freitas lidere as pesquisas para govenador, as candidatas da chapa de Fernando Haddad vencem nas sondagens para o Senado

Ex-secretária municipal deve ter o nome confirmado pelo PSDB-Cidadania nesta terça; governador foi comunicado e não se opôs à ideia, apesar de apoiar dupla bolsonarista
Classificada como esquerda, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Diferentemente das demais coberturas do cluster, o texto adota na voz do repórter o enquadramento de justiça social: descreve a sub-representação de pessoas negras como problema a ser combatido, fala em urgência de medidas contra a violência de gênero e apresenta a crítica ao governo estadual sem contraditório. Vocabulário e seleção de pautas seguem a rubrica de esquerda, ainda que o veículo tenha perfil oposto.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto reproduz a entrevista de forma sóbria, sem adjetivar a candidata nem o governo federal, e acrescenta contexto útil sobre a renovação de dois terços do Senado em 2026. A imprecisão sobre a legenda de uma das candidatas é falha factual, não enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas



