As conversas para substituir Jaques Wagner na liderança do PT no Senado

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Toda a cobertura sobre Simone Tebet no Fuja da Bolha: esquerda, centro e direita lado a lado. 12 histórias agregadas até agora.
Cobertura completa: incluímos histórias com um lado só, sinalizadas.
Cobertura concentrada em G1 Centro.
Simone Tebet é uma política brasileira filiada ao PSB e ex-ministra do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2026 ela disputa uma das duas vagas de São Paulo no Senado Federal, em um pleito que renova 54 das 81 cadeiras da Casa. Sua candidatura foi anunciada em 25 de junho de 2026, ao lado da de Marina Silva (Rede), dentro da chapa que tem Fernando Haddad (PT) como candidato ao governo paulista e Márcio França (PSB) como vice, e foi oficializada na convenção estadual do PSB em 31 de julho. O registro no Tribunal Superior Eleitoral ocorreu em 13 de agosto de 2026, com declaração de R$ 10,6 milhões em bens.
A candidatura concentra a atenção da cobertura por três motivos. O primeiro é numérico: levantamentos divulgados entre julho e agosto de 2026 colocam Tebet e Marina Silva à frente da corrida paulista, com a primeira posição alternando entre as duas conforme o instituto e o período, e um bloco conservador de três candidaturas logo atrás. O segundo é a contestação sobre domicílio eleitoral: nascida em Mato Grosso do Sul, Tebet concorre por São Paulo, o que virou linha de ataque do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP). O terceiro é a posição ambígua que ela ocupa na aliança governista, definindo-se como centro-direita na economia e centro-esquerda nos costumes, integrando uma chapa montada com participação do presidente Lula e, ao mesmo tempo, cobrando publicamente a saída do líder do governo no Senado durante uma investigação da Polícia Federal.
A leitura da cobertura diverge de forma consistente. Veículos de esquerda apresentam a chapa paulista como frente ampla e leem a liderança nas pesquisas como espaço para agendas social e ambiental no eleitorado do estado. Veículos de direita descrevem o mesmo arranjo como palanque federal montado em Brasília e enfatizam a rejeição das candidatas e a soma de votos do campo conservador. Este dossiê reúne o que cada lado afirmou, com as fontes.


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