
Datafolha: Simone Tebet e Marina Silva lideram disputa para o Senado em SP
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Como cada lado cobriu
15 fontes políticas
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Como decidimos →Pesquisa Datafolha divulgada em 6 de julho mostra Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16% das intenções de voto, seguidas por Ricardo Salles (Novo), André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP). O levantamento, registrado no TSE, ouviu 1.608 eleitores entre 1º e 3 de julho e aponta alto índice de indecisão no eleitorado.
Veículos com viés à esquerda
Enquadra os primeiros colocados como 'duas ex-ministras do governo Lula' e o bloco seguinte como 'nomes alinhados ao bolsonarismo', associando a disputa a uma leitura de polarização favorável às candidatas ligadas ao governo Lula.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Conteúdo de agência (Folhapress) republicado; traz análise equilibrada de cientista político sobre a moderação das candidatas e o desempenho da direita, sem favorecer um lado explicitamente.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar de o veículo ter linha editorial de esquerda, este texto se limita a reproduzir os números e a metodologia do Datafolha sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Organiza a disputa em torno da divisão 'lado da direita' vs. candidatas ligadas a Lula, descrevendo a estratégia de Ricardo Salles como disputa pela 'cota ideológica da direita bolsonarista' e citando acusações de 'escândalos do Centrão'; o enquadramento amplia a leitura de polarização em favor do bloco governista.
Veículos com viés ao centro
Classificada como esquerda, embora o veículo tenha viés editorial centro.
A matéria dá grande espaço à fala de Marina Silva, que usa termos carregados como 'entreguismo' e 'subserviência política' para criticar aliados de Bolsonaro e do governo Trump, sem uma contraposição equivalente do outro lado no mesmo texto.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Relato factual dos números, incluindo cenário espontâneo, encerrando com dado sobre aprovação de Tarcísio de Freitas sem enquadramento negativo ou positivo explícito.
Uma pesquisa Datafolha divulgada na noite de segunda-feira, 6 de julho, mostrou a deputada federal Marina Silva (Rede) e a ministra Simone Tebet (PSB) na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16% das intenções de voto, respectivamente. A diferença entre as duas fica dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico. Tebet, por sua vez, também aparece tecnicamente empatada com o terceiro colocado, o deputado federal Ricardo Salles (Novo), que registrou 13%.
Na sequência da pesquisa aparecem o presidente da Alesp, André do Prado (PL), com 11%, o ex-secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP), com 10%, e o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), com 8%. O levantamento ouviu 1.608 eleitores paulistas entre 1º e 3 de julho, em 71 municípios, com nível de confiança de 95%, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos SP-01703/2026 e BR-06481/2026. Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, 81% afirmaram não saber em quem votar, sinal de que a disputa segue em aberto a poucos meses da eleição de outubro.
A cobertura de centro, presente em veículos como G1, Folha, CNN Brasil, Metrópoles e InfoMoney, se concentrou nos números da pesquisa e na metodologia, destacando o empate técnico entre as três primeiras colocações e o alto índice de indecisão do eleitorado. Já veículos de esquerda, como CartaCapital, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo, enquadraram a disputa como um confronto entre duas ex-ministras do governo Lula e um bloco de nomes ligados ao bolsonarismo e ao governador Tarcísio de Freitas, destacando que a polarização em torno da avaliação do presidente já aparece estruturada nos dados: Marina e Tebet têm desempenho melhor entre quem aprova o governo Lula, enquanto André do Prado e Salles se saem melhor entre quem reprova.
A tensão entre os campos também apareceu fora da pesquisa. A cobertura mais próxima da direita registrou críticas do governador Tarcísio de Freitas a Marina e Tebet, feitas em vídeo publicado por aliados: segundo ele, as duas não têm raízes eleitorais em São Paulo, tendo sido eleitas anteriormente por outros estados, o Acre e o Mato Grosso do Sul. A reportagem que registrou a fala também observou que o próprio governador não nasceu em São Paulo, tendo transferido seu domicílio eleitoral para o estado em 2022. Dias depois, Marina Silva respondeu publicamente, comparando o momento político atual ao das eleições de 2022 e defendendo o que chamou de necessidade de uma frente ampla para preservar a soberania nacional, em crítica indireta à aproximação de aliados de Tarcísio com o governo dos Estados Unidos.
O que ainda não está claro é como a disputa vai se comportar após a oficialização das candidaturas, prevista para agosto, e se o apoio declarado de Tarcísio a Derrite e André do Prado será suficiente para consolidar o eleitorado bolsonarista em torno de um só nome, hoje dividido entre três pré-candidatos. Também não há, até o momento, detalhamento sobre o financiamento das campanhas ou eventuais alianças partidárias adicionais para outubro.
Todos os veículos convergem que Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) lideram numericamente a disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16% das intenções de voto, respectivamente, e que a diferença entre elas está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, caracterizando empate técnico. Há também consenso sobre a metodologia: 1.608 entrevistas presenciais entre 1º e 3 de julho, em 71 municípios paulistas, com registro no TSE.

Ex-ministra comparou a situação atual às eleições de 2022 e afirma que o foco é defender a soberania nacional
Tarcísio de Freitas sobre Simone Tebet e Marina Silva: 'Levaram cartão vermelho de MS e AC' Folha PE

O instituto entrevistou 1.608 eleitores de 16 anos ou mais em 71 municípios, entre quarta-feira (1º) e sexta-feira (3).

Nesta eleição, São Paulo vai eleger dois representantes ao Senado

Pesquisa mostra que as pré-candidatas da Rede e do PSB têm 18% e 16% das intenções de voto, respectivamente. Leia no Poder360.

Nesta eleição, São Paulo vai eleger dois representantes ao Senado

O instituto entrevistou 1.608 eleitores de 16 anos ou mais em 71 municípios, entre quarta-feira (1º) e sexta-feira (3).

Marina lidera, seguida por Simone Tebet; entretanto, a disputa pelas duas vagas está acirrada

Levantamento divulgado mostra as ministras com 18% e 16% das intenções

Pesquisa mostra que as pré-candidatas da Rede e do PSB têm 18% e 16% das intenções de voto, respectivamente. Leia no Poder360.

Na pesquisa espontânea, 81% dos eleitores afirmam não saber em quem vão votar para o Senado

Datafolha mostra Marina Silva com 18% e Simone Tebet com 16% na disputa por duas vagas ao Senado por São Paulo em 2026.

Pré-candidatas da Rede e do PSB têm 18% e 16%, respectivamente, e Ricardo Salles (Novo), 13%

A pesquisa ouviu 1.608 eleitores no estado de São Paulo entre os dias 1º e 3 de julho; a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem na frente da disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16% das intenções de voto,

Pesquisa Datafolha divulgada nessa segunda (6/7) aponta as 2 ex-ministras do governo Lula à frente na disputa pelas vagas ao Senado por SP
Perspectivas omitidas
Reprodução do mesmo texto factual do G1, sem enquadramento ideológico, com ruído de marcação técnica AMP no corpo extraído.
Perspectivas omitidas
Reprodução do mesmo texto factual do Poder360, sem enquadramento ideológico perceptível.
Texto factual e enxuto, limitado a citar os números do Datafolha e o contexto legal da eleição, sem juízo de valor sobre os candidatos.
Perspectivas omitidas
Relato estritamente factual dos números e da metodologia, sem enquadramento ideológico perceptível.
Perspectivas omitidas
Traz dados completos, inclusive custo e fonte de pagamento da pesquisa, sem viés de enquadramento perceptível.
Mesmo texto de agência distribuído a outros veículos; traz leitura equilibrada sobre a moderação das candidatas e sobre a base bolsonarista dividida.
Relato estritamente factual e conciso dos números e da metodologia da pesquisa, sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Relato factual e conciso, sem enquadramento ideológico, focado em listar os percentuais e a metodologia.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Reprodução do texto factual anterior do InfoMoney, sem enquadramento ideológico perceptível.



