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Eduardo Bolsonaro perde cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono

1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•1 fonte•21/09/2026•atualizado em 23/09/2026•Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro perde cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono

Resumo da cobertura

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo. O ato foi assinado em 18 de setembro e publicado no Diário Oficial da União em 21 de setembro, após um Processo Administrativo Disciplinar apurar faltas injustificadas por mais de 30 dias consecutivos. A demissão se soma à condenação da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo, que já previa a perda do cargo.

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1 fonte política

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Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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Veículos com viés ao centro

Nenhum veículo de centro cobriu esta história.

Direita1 (100%)

Veículos com viés à direita

  • Terra Brasil NotíciasEduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargoO ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi demitido da Polícia Federal por abandono de cargo. A decisão foi assinada na
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Apesar de o veículo ser de direita, o texto é descritivo: relata data da assinatura, fundamento legal (faltas por mais de 30 dias), PAD e a condenação unânime da Primeira Turma do STF por coação no curso do processo, sem adjetivação. Reproduz a autodenominação de 'exilado político' como atribuição, sem endossá-la.

    Qualidade argumentativa
    59/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não traz manifestação de Eduardo Bolsonaro ou de sua defesa
    • Não menciona a cassação do mandato pela Câmara
    • Não informa se cabe recurso contra o ato

O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, demitiu Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo. O ato, publicado no Diário Oficial da União em 21 de setembro, veio após processo disciplinar e se soma à condenação do ex-deputado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, do Partido Liberal de São Paulo, foi demitido da Polícia Federal por abandono de cargo. A decisão foi assinada na sexta-feira, 18 de setembro, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e publicada na segunda-feira, 21, no Diário Oficial da União. O ato encerra o vínculo administrativo de Eduardo com o cargo de escrivão da corporação, que ele ocupava desde 2010, quando ingressou por concurso público.

Segundo o ato, Eduardo cometeu infração disciplinar ao faltar ao serviço sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos. Ele havia se licenciado da Polícia Federal para exercer o mandato parlamentar, que durou até a cassação pela Câmara dos Deputados em dezembro. Depois de deixar o mandato, deveria ter voltado ao trabalho na corporação. Como não se reapresentou, foi aberto um Processo Administrativo Disciplinar, o PAD, para apurar a ausência. O procedimento terminou com a decisão de demissão.

Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se apresentar como exilado político. A demissão administrativa se soma a uma decisão anterior da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, o STF, que condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. De acordo com o tribunal, a condenação se refere à atuação dele nos Estados Unidos para interferir no julgamento da ação penal contra o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado. A decisão foi unânime. Além da prisão e de multa, o STF determinou a perda do cargo de escrivão e a comunicação ao Tribunal Superior Eleitoral para fins de inelegibilidade.

A cobertura foi curta e concentrada em dois veículos. Um veículo de direita noticiou a demissão em tom estritamente factual, com a data da assinatura, o fundamento do ato e o histórico da condenação no Supremo, sem editorializar a decisão e sem trazer a versão de Eduardo. A cobertura de centro apostou no ângulo de serviço, anunciando na manchete a remuneração do cargo de escrivão, e lembrou que o filho do ex-presidente estava licenciado da corporação até a cassação do mandato. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o caso, e por isso não há enquadramento desse lado a registrar.

Ainda não se sabe como Eduardo Bolsonaro ou a defesa dele reagiram à demissão, já que nenhuma das reportagens trouxe manifestação do ex-deputado. O valor do salário de escrivão, anunciado na manchete da cobertura de centro, não aparece no trecho disponível do texto. Também não foi informado se o ex-deputado pretende contestar o ato na esfera administrativa ou na Justiça.

Briefing

O que importa para você

  • Eduardo Bolsonaro perde o vínculo com a Polícia Federal, onde era escrivão concursado desde 2010.
  • A demissão administrativa se soma à perda do cargo já determinada pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal na condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo.
  • O STF mandou comunicar a condenação ao Tribunal Superior Eleitoral para fins de inelegibilidade.

O que ainda está incerto

  • Nenhuma fonte trouxe manifestação de Eduardo Bolsonaro ou da defesa sobre a demissão.
  • O valor do salário de escrivão da Polícia Federal não aparece no trecho disponível da cobertura.
  • Não foi informado se o ato será contestado na esfera administrativa ou na Justiça.
Política NacionalExecutivo FederalEduardo Bolsonaro

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Fontes

Espectro: Direita
Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargo
Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargo

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi demitido da Polícia Federal por abandono de cargo. A decisão foi assinada na

Terra Brasil NotíciasTerra Brasil Notícias

Direita

1 fonte

Pelo prisma da responsabilidade individual e do controle institucional, a demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal seguiu o rito formal: um Processo Administrativo Disciplinar apurou a ausência e o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, assinou o ato publicado no Diário Oficial da União. O ex-deputado, que está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e se apresenta como exilado político, não voltou ao posto após deixar o mandato. A medida se soma à condenação imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

Esquerda

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Centro

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  1. 21 de set. de 2026, 12:00
    Demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal é publicada no Diário Oficial da União
    terrabrasilnoticias.comoglobo.globo.com
  2. 18 de set. de 2026, 12:00
    Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, assina a demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal por abandono de cargo
    terrabrasilnoticias.com

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