
Tribunal Superior Eleitoral autoriza 144 pesquisas de intenção de voto na semana
5 veículos de centro · 2 veículos de direita
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O Tribunal Superior Eleitoral liberou para divulgação ao menos 144 pesquisas de intenção de voto registradas para a semana de 31 de agosto a 4 de setembro de 2026. Sete delas têm abrangência nacional e testam os nomes que devem disputar a Presidência da República: AtlasIntel, BTG/Nexus, Real Time Big Data, Genial/Quaest, Datafolha, Futura/Apex e PoderData. As demais tratam de disputas estaduais para governador e senador, com cenários liberados ao longo da semana para o Distrito Federal e para estados de todas as regiões do país. O registro prévio na Justiça Eleitoral é obrigatório, mas não obriga o instituto a publicar o resultado.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O Tribunal Superior Eleitoral liberou para divulgação ao menos 144 pesquisas de intenção de voto registradas para a semana de 31 de agosto a 4 de setembro de 2026. Sete delas têm abrangência nacional e testam os nomes que devem disputar a Presidência da República: AtlasIntel, BTG/Nexus, Real Time Big Data, Genial/Quaest, Datafolha, Futura/Apex e PoderData.
Direita
A liberação de 144 levantamentos numa só semana recoloca a pergunta sobre o peso que as pesquisas de intenção de voto têm na disputa presidencial de 2026. Institutos como AtlasIntel, Real Time Big Data, Genial/Quaest, Datafolha e PoderData operam com metodologias diferentes, entrevistando em domicílio ou em ponto de fluxo, e essa diferença ajuda a explicar por que os resultados não coincidem.
7 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto neutro que registra a liberação de levantamentos com cenários do Brasil, do Distrito Federal e de dezoito estados, do Acre a Tocantins. Não avalia candidato nem resultado. Repete o descolamento entre título e corpo, já que a lista prometida não aparece, e mantém alta densidade de blocos de assinatura e podcast.
Perspectivas omitidas
Mesmo padrão de serviço do dia anterior, agora incluindo o cenário da corrida presidencial e disputas em Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Linguagem neutra, sem juízo sobre candidatos. O título promete a relação de pesquisas, que não aparece no corpo extraído.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do veículo de origem ter perfil de direita, o texto é serviço factual: lista institutos, dias de divulgação e cita a Lei das Eleições e a Resolução 23.676/2021 com valores de multa, sem vocabulário valorativo. O título em formato de pergunta puxa clique, mas o corpo entrega o que promete. O parágrafo final sobre decreto de venda de ingressos é resíduo de bloco relacionado, alheio ao assunto.
Ao menos 144 levantamentos de intenção de voto registrados no Tribunal Superior Eleitoral foram liberados para divulgação entre 31 de agosto e 4 de setembro de 2026. Sete têm abrangência nacional e medem a disputa pela Presidência da República; os demais tratam de eleições estaduais para governador e senador. O registro é obrigatório, mas publicar o resultado não é.
O Tribunal Superior Eleitoral liberou para divulgação ao menos 144 pesquisas de intenção de voto registradas para a semana de 31 de agosto a 4 de setembro de 2026. Sete delas têm abrangência nacional e testam os nomes que devem disputar a Presidência da República: AtlasIntel, BTG/Nexus, Real Time Big Data, Genial/Quaest, Datafolha, Futura/Apex e PoderData. As demais tratam de disputas estaduais para os cargos de governador e senador.
O calendário se distribuiu ao longo de quatro dias. AtlasIntel e BTG/Nexus divulgaram seus resultados na segunda-feira, 31 de agosto. Na terça, 1º de setembro, foi a vez do Real Time Big Data, com liberações que alcançaram também disputas em dez estados. Na quarta, 2, saiu o levantamento da Genial/Quaest, num dia que incluiu cenários do Distrito Federal e de mais nove estados. Na quinta, 3, foram três pesquisas nacionais, do Datafolha, do Futura/Apex e do PoderData, num pacote que contemplou o Distrito Federal e outros dezoito estados, do Acre a Tocantins.
Toda a cobertura converge sobre o mesmo arcabouço legal. Empresas e entidades que realizam levantamentos sobre eleições e candidatos são obrigadas a cadastrar os estudos na Justiça Eleitoral antes de divulgá-los. Pela Lei das Eleições, divulgar pesquisa sem registro prévio sujeita os responsáveis a multa de 50 mil a 100 mil UFIRs, a Unidade Fiscal de Referência, e a divulgação de pesquisa fraudulenta é crime, punível com detenção de seis meses a um ano além da multa. Há, porém, um detalhe que muda a leitura do número de 144: pela Resolução 23.676/2021, o registro não obriga ninguém a publicar o resultado. Um instituto pode fazer o levantamento, cadastrá-lo e guardar os dados.
A cobertura de centro concentrou-se no serviço e na metodologia. Boa parte do noticiário reproduziu, dia a dia, quais levantamentos estavam liberados e em quais unidades da federação, funcionando como agenda para o leitor que acompanha a disputa. Uma dessas matérias foi além e explicou como as pesquisas são feitas: os institutos definem uma amostra que reproduza as características da população em sexo, idade, escolaridade e renda, com base em dados do IBGE e do próprio Tribunal Superior Eleitoral, e a seleção do entrevistado precisa ser aleatória. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, afirmou que os levantamentos tentam identificar padrões para antecipar movimentos da opinião pública e que, desde 2022, foi incorporado um modelo estatístico que ajusta o resultado à probabilidade de o eleitor comparecer às urnas, resposta ao índice de abstenção que superou 31 milhões de pessoas, ou 20% do eleitorado, no primeiro turno de 2022. Essa cobertura também sublinhou a diferença entre pesquisa e enquete, e que a margem de erro diminui conforme cresce a amostra.
O veículo de perfil de direita presente no caso deu ênfase distinta: montou a lista completa dos institutos e das datas, mas dedicou espaço proporcionalmente maior às regras de sanção e à brecha da resolução que permite registrar sem divulgar, enquadrando o tema pelo ângulo do controle e da responsabilidade de quem assina o levantamento. Até o fechamento desta reportagem, veículos de esquerda não haviam publicado matéria própria sobre a liberação, e o ângulo de acesso público aos dados e de financiamento dos estudos ficou sem cobertura desse lado.
O que ainda não se sabe é justamente o que os números vão dizer. As matérias descrevem quantos levantamentos foram autorizados e quando, mas não trazem os resultados de intenção de voto, os contratantes de cada estudo, o período de campo, o tamanho das amostras nem as margens de erro. Também não há informação sobre quantos dos 144 registros serão efetivamente publicados, já que a divulgação é facultativa, nem sobre quais institutos assinam cada um dos cenários estaduais liberados.
Toda a cobertura registra os mesmos fatos: o Tribunal Superior Eleitoral autorizou ao menos 144 levantamentos na semana, sete deles nacionais sobre a corrida presidencial, e o cadastro prévio na Justiça Eleitoral é obrigatório para qualquer pesquisa eleitoral divulgada no país.

Levantamentos eleitorais da semana que vem são altamente aguardados pela Faria Lima

Tribunal Superior Eleitoral autoriza a divulgação de levantamentos no Distrito Federal e em 16 Estados. Leia no Poder360.

Tribunal Superior Eleitoral autoriza a divulgação de levantamentos em âmbito nacional, no Distrito Federal e em 18 Estados. Leia no Poder360.

Tribunal Superior Eleitoral autoriza a divulgação de levantamentos nacionais, no Distrito Federal e em 9 Estados. Leia no Poder360.

Segundo registros no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao menos 144 levantamentos devem ser divulgados até a próxima sexta, 4

Tribunal Superior Eleitoral autoriza a divulgação de levantamentos sobre pleito nacional e em 10 Estados. Leia no Poder360.

Nesta semana, saem os resultados de pesquisas de intenção de voto para presidente feitas pela Quaest e pelo Datafolha.
Perspectivas omitidas


