Luis Felipe Cunha e Alex Diniz herdam vagas de Moro e Cleitinho no Senado em 2027
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A eleição de Sergio Moro (PL) para o governo do Paraná e de Cleitinho Azevedo (Republicanos) para o governo de Minas Gerais, em 4 de outubro, abrirá duas vagas no Senado Federal a partir de 2027. Elas serão ocupadas pelos primeiros suplentes das chapas eleitas em 2022: o advogado Luis Felipe Cunha (União Brasil), no Paraná, e o empresário Alex Diniz (PL), em Minas Gerais, que completarão os mandatos até 2031.
Sergio Moro (PL) venceu no primeiro turno no Paraná, com 3.127.911 votos, e seu suplente Luis Felipe Cunha (União Brasil) deve assumir a vaga no Senado Federal em 2027 prometendo trabalhar com Moro pelos interesses do estado. Moro afirmou que não vai se licenciar na transição e segue no mandato até a posse. Em Minas Gerais, Cleitinho Azevedo será sucedido pelo empresário Alex Diniz (PL).
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As coberturas concordam que Luis Felipe Cunha assume a vaga de Sergio Moro no Senado em 2027, quando Moro deixar o mandato para tomar posse como governador do Paraná, e que o mandato vai até 2031.
Eleitos governadores do Paraná e de Minas Gerais em 4 de outubro, Sergio Moro e Cleitinho Azevedo deixarão o Senado Federal antes da posse, em janeiro de 2027. Os primeiros suplentes, o advogado Luis Felipe Cunha e o empresário Alex Diniz, assumem as cadeiras e cumprem os mandatos até 2031.
A eleição de Sergio Moro, do PL, para o governo do Paraná e de Cleitinho Azevedo, do Republicanos, para o governo de Minas Gerais, no domingo, 4 de outubro, vai provocar duas mudanças no Senado Federal a partir de 2027. As cadeiras serão ocupadas pelos primeiros suplentes das chapas vencedoras em 2022: o advogado Luis Felipe Cunha, do União Brasil, pelo Paraná, e o empresário Alex Diniz, do PL, por Minas Gerais. Os dois devem completar os mandatos, que vão até 2031.
Pelas regras eleitorais, cada candidato ao Senado concorre numa chapa com dois suplentes. Quando o titular renuncia em definitivo, o primeiro suplente é convocado e passa a ter as mesmas atribuições dos demais senadores. Moro e Cleitinho deverão deixar o Senado antes de tomar posse como governadores, em janeiro de 2027.
A cobertura de centro relatou o perfil dos dois suplentes. Luis Felipe Cunha tem 47 anos, nasceu em São Paulo e vive em Curitiba desde 1994. É formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, onde fez mestrado, foi professor universitário e integrou por nove anos o Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná. Amigo de Moro, coordenou a campanha do ex-juiz em 2022 e nunca exerceu mandato eletivo. Alex Diniz tem 53 anos, é natural de Governador Valadares e sócio de uma rede com 22 supermercados no Leste de Minas. É irmão do deputado federal Hercílio Coelho Diniz, do MDB. Em 2022, declarou 66,2 milhões de reais em bens e foi o maior doador individual da campanha de Cleitinho, com cerca de 190 mil reais.
O veículo de direita que cobriu o caso concentrou-se no Paraná. Destacou que Moro venceu no primeiro turno, com 3.127.911 votos, e que afirmou, nesta segunda-feira, que volta a Brasília para seguir no mandato, sem se licenciar durante a transição. Cunha, segundo esse relato, disse que pretende trabalhar em conjunto com Moro para buscar recursos para o estado. A mesma cobertura apontou que o Paraná terá a bancada inteiramente renovada: Cunha, Filipe Barros, do PL, e Deltan Dallagnol, do Novo, cuja eleição ainda está sob análise da Justiça Eleitoral.
Até o momento, nenhum veículo de esquerda publicou cobertura sobre o assunto. As duas matérias disponíveis são descritivas e convergem nos fatos centrais: quem assume, quando e por que regra.
Ainda não se sabe em que data exata Moro e Cleitinho vão formalizar a renúncia ao Senado, nem qual será o desfecho da análise da Justiça Eleitoral sobre a eleição de Dallagnol, que define a composição final da bancada paranaense.
Luís Felipe Cunha e Alex Diniz são os primeiros suplentes das chapas eleitas no ano de 2022 e deverão completar os mandatos até 2031

Com a eleição de Sergio Moro (PL) para o Governo do Paraná, a cadeira do senador no Congresso será ocupada
