
São Paulo, Rio, Minas e Sergipe escolhem governador em 4 de outubro de 2026
5 veículos de centro · 1 veículo de direita
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A poucas semanas do primeiro turno das eleições gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, veículos publicaram guias com as candidaturas aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sergipe, além da disputa pelo Senado sergipano. São Paulo tem sete candidatos e mais de 34 milhões de eleitores; o Rio de Janeiro tem nove candidatos e mais de 13 milhões de eleitores; Sergipe tem seis candidatos ao governo, 11 candidaturas ao Senado e 1,74 milhão de eleitores. O segundo turno, onde necessário, está marcado para 25 de outubro. Os textos reúnem nome, número de urna, partido, perfil e, no caso fluminense, as propostas econômicas registradas na Justiça Eleitoral.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A poucas semanas do primeiro turno das eleições gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, veículos publicaram guias com as candidaturas aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sergipe, além da disputa pelo Senado sergipano.
Direita
A leitura à direita destaca que o eleitor chega a 4 de outubro com informação suficiente para cobrar responsabilidade fiscal e resultados de gestão. Governadores que tentam a reeleição pedem o voto pela continuidade, apoiados em indicadores como redução de crimes violentos e ampliação do efetivo policial, enquanto candidaturas do campo liberal e conservador propõem auditoria integral de benefícios fiscais, gatilhos automáticos de contenção de despesa com pessoal, reforma previdenciária estadual, venda ou concessão de imóveis públicos ociosos e uso de parcerias com o capital privado para infraestrutura.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de serviço: relaciona compromissos de campanha em ordem alfabética, do PDT ao PCB, sem adjetivo e sem hierarquizar candidaturas. Registra inclusive a tentativa frustrada de contato com uma assessoria, o que reforça o padrão factual.
Perspectivas omitidas
Perfis curtos e padronizados para as nove candidaturas, do Novo ao PSOL, com extensão semelhante e sem juízo de valor. As bandeiras de campanha aparecem atribuídas aos candidatos, não afirmadas pelo texto. Padrão de guia eleitoral de centro.
Perspectivas omitidas
Texto puramente cadastral: nome completo, data de nascimento, ocupação, escolaridade e coligação de cada candidatura, extraídos do registro no Tribunal Superior Eleitoral. Explica a regra de renovação de dois terços do Senado sem qualquer enquadramento partidário.
Perspectivas omitidas
Reportagem comparativa organizada por candidato em ordem alfabética, reproduzindo propostas que vão de auditoria de benefícios fiscais e venda de imóveis públicos a estatizações e criação de banco público, sem qualificar nenhuma como acertada. A base declarada são os planos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, o que ancora o texto no factual.
Perspectivas omitidas
Formato de guia: lista os sete candidatos em ordem alfabética, com espaço equivalente para cada um, do PCB ao Republicanos, sem adjetivação valorativa. As propostas são reproduzidas na voz das campanhas ('defende', 'propõe'), sem endosso do texto. Vocabulário neutro e paridade de tratamento caracterizam cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de o veículo ter perfil editorial à direita, o corpo é um guia biográfico factual: idade, partido, ocupação e trajetória dos seis candidatos, incluindo nomes do PT, do PSOL e da coligação governista, com espaço semelhante. O único sinal de enquadramento é a ênfase na absolvição pelo Tribunal Superior Eleitoral de um candidato do campo conservador e a legenda que o associa a uma aliança política, o que não basta para deslocar o artigo do centro.
O primeiro turno das eleições gerais de 2026 acontece em 4 de outubro, com segundo turno em 25 de outubro. São Paulo tem sete candidatos ao governo, o Rio de Janeiro tem nove, Sergipe tem seis e ainda 11 candidaturas ao Senado. Reunimos quem são, o que propõem e onde a cobertura de cada lado coloca o foco.
As eleições gerais de 2026 entraram na fase de apresentação formal das candidaturas, e a cobertura reunida nesta story percorre quatro estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sergipe. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, onde nenhum candidato alcançar a maioria dos votos válidos, o segundo turno ocorre em 25 de outubro. Os textos assumem o formato de guia: nome, número de urna, partido, trajetória e, em parte dos casos, as propostas registradas na Justiça Eleitoral.
São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com mais de 34 milhões de eleitores aptos, tem sete candidatos ao Palácio dos Bandeirantes. O atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta a reeleição com Felício Ramuth como vice e defende a continuidade das políticas do primeiro mandato, com destaque para a redução de crimes violentos e a ampliação do efetivo policial. Fernando Haddad (PT), ex-prefeito da capital e ex-ministro da Educação e da Fazenda, tem Márcio França na chapa e propõe ampliar a participação do governo estadual em educação, saúde e no combate ao crime organizado. Completam a lista Carlos Machado (PCB), Izadora Dias (PCO), Policial Edjane (Agir), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP).
No Rio de Janeiro, mais de 13 milhões de eleitores escolhem entre nove candidatos ao Palácio Guanabara: André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU), Douglas Ruas (PL), Eduardo Paes (PSD), Anthony Garotinho (Republicanos), Juliete Pantoja (UP), Luan Monteiro (PCO) e William Siri (PSOL). A crise fiscal e a dependência das receitas do petróleo dominam os planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral, que vão da revisão de benefícios fiscais, da auditoria da folha de pagamento e da venda de imóveis públicos à criação de bancos públicos de fomento e a reestatizações.
Sergipe, com 1,74 milhão de eleitores e o vigésimo segundo colégio eleitoral do país, tem seis candidatos ao governo. O governador Fábio Mitidieri (PSD) busca a reeleição à frente de uma coligação que reúne legendas de campos opostos; Valmir de Francisquinho (Republicanos), ex-prefeito de Itabaiana, disputa pela segunda vez; concorrem ainda Ricardo Marques (PL), Emanuel Cacho (PSDB), Dr. Helton (PSOL) e Taty Cristina de Jesus (DC), única mulher na disputa. Para o Senado sergipano há 11 candidaturas registradas, em um pleito que renova dois terços da Casa, com 54 das 81 cadeiras em jogo e dois votos por eleitor. Em Minas Gerais, a cobertura acompanha as agendas diárias de campanha de nomes como Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho (Republicanos), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB), entre entrevistas, sabatinas e caminhadas.
A cobertura de centro relatou a disputa nesse formato de serviço: listas completas em ordem alfabética, números de urna, ordem de votação na cabine e comparação de propostas por tema, sem enquadramento ideológico explícito e com espaço equivalente para cada candidatura. Veículos de esquerda destacaram outro ângulo, o da recusa de participação em debates: no Paraná, o senador que lidera as pesquisas de intenção de voto desistiu de mais um confronto direto com adversários. Veículos de direita enfatizaram a trajetória individual dos candidatos, lembrando que Valmir de Francisquinho foi absolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral de uma condenação por abuso de poder que atingiu sua candidatura em 2022, e sinalizando alianças no campo conservador em Sergipe.
O que ainda não se sabe é considerável. As reportagens não trazem pesquisas de intenção de voto estado a estado, não informam quais debates foram confirmados nem em que datas, e não submetem as metas fiscais dos planos de governo a avaliação independente. Também não há informação consolidada sobre quantas candidaturas ainda podem ser impugnadas pela Justiça Eleitoral antes de 4 de outubro, nem sobre como as propostas de corte de despesa ou de ampliação de serviços seriam financiadas nos primeiros anos de mandato.
Toda a cobertura converge no calendário e nos números da disputa: primeiro turno em 4 de outubro, segundo turno em 25 de outubro, sete candidatos ao governo de São Paulo, nove no Rio de Janeiro, seis em Sergipe e 11 candidaturas ao Senado sergipano. Há acordo também sobre o diagnóstico fluminense: crise fiscal e dependência das receitas do petróleo são o problema central do próximo governo.

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